<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791</id><updated>2011-07-29T01:17:53.229-07:00</updated><category term='diz OIT'/><category term='Portal Transporta Brasil - Notícias em transporte e logística.'/><category term='Desemprego no mundo atingirá 239 milhões em 2009'/><title type='text'>PROFESSOR DUTRA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>174</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-5214810524435977725</id><published>2009-10-14T18:47:00.001-07:00</published><updated>2009-10-14T18:47:51.106-07:00</updated><title type='text'>TAXA SELIC</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/StZ-2cbMowI/AAAAAAAABhY/DWqo37Vp1Pk/s1600-h/2bc9dea7-74f6-4525-86d5-f3fcaf5e7bb9.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 89px; height: 57px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/StZ-2cbMowI/AAAAAAAABhY/DWqo37Vp1Pk/s400/2bc9dea7-74f6-4525-86d5-f3fcaf5e7bb9.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392637077631050498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POLÍTICA ECONÔMICA INEFICAZ E FOCADA EXCESSIVAMENTE&lt;br /&gt;NO MONITORAMENTO DA TAXA BÁSICA DE JUROS&lt;br /&gt;( FOCO EXCESSIVO NA TAXA DE JUROS )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado no Dci, edição de 14/10/09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo federal insiste na utilização excessiva do monitoramento da taxa básica juros (Selic), como mecanismo preponderante de política monetária e não atua eficazmente na aplicação dos demais instrumentos de política econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três exemplos mais recentes extraídos do noticiário econômico evidenciam a política econômica inadequada que vem sendo executada pelo atual governo:&lt;br /&gt;-  proposta de postergação de parcela das restituições do imposto de renda prevista para este exercício, no valor de R$ 3 bilhões, adiada para o próximo exercício;&lt;br /&gt;-  previsão de aumento da taxa básica de juros para 2010, face às perspectivas de crescimento do PIB acima de 5%;&lt;br /&gt;-  desistência da taxação de 22,5% sobre os rendimentos da caderneta de poupança dos saldos superiores a R$ 50.000,00.&lt;br /&gt;Dos três principais instrumentos de política econômica - política fiscal, política cambial e política monetária - o governo só privilegia esta última, através da adoção de elevadas taxas de juros, como única forma de manter a inflação sobre controle, por ser de mais fácil a sua aplicação, apesar dos efeitos danosos para toda a economia.                       &lt;br /&gt; O balão de ensaio que o governo já lançou – de que será necessário aumentar a taxa Selic  dos atuais 8,75%, para evitar efeitos inflacionários futuros - constitui-se também numa jogada para evitar o ônus político da tributação das cadernetas de poupança num ano eleitoral, pois, com o incremento dos juros básicos, as aplicações em renda fixa e nos fundos de investimentos voltarão a ficar mais atrativas. Os bancos serão novamente beneficiados, já que aplicam a maioria de seus recursos em títulos públicos e estavam pressionando contra a diminuição de seus lucros estratosféricos.&lt;br /&gt;No que tange ao anúncio do adiamento das restituições do imposto de renda, configura-se, mais uma vez, o total fracasso da política fiscal. O governo insiste em manter gastos excessivos e desnecessários de custeio e de pessoal, ignorando a queda acentuada de arrecadação, ocasionada tanto pela redução da atividade econômica, quanto pela crise interna que se instalou na Receita Federal, com a demissão da ex-secretária Lina Vieira e de vários superintendentes regionais.&lt;br /&gt; Com relação à política cambial, apesar do acerto em manter a taxa de câmbio flutuante, o governo insiste na compra maciça de dólares, que não vem mais surtindo efeito para conter a desvalorização mundial da moeda norte-americana.&lt;br /&gt;Grande parte desses recursos deveria ser direcionada para desonerar as exportações e para investimento em infraestrutura e logística, reduzindo o Custo Brasil, tornando nossos exportadores mais competitivos no mercado externo e compensando os efeitos negativos da supervalorização do real frente ao dólar.&lt;br /&gt;O nosso empresariado, mesmo sofrendo com uma das cargas tributárias das mais elevadas do mundo, continua praticamente imbatível, em temos de competitividade, até as portas de suas fábricas. Ultrapassado este limite, tem que reduzir substancialmente seus lucros para compensar os excessivos gastos em que incorreu até o embarque dos produtos e manter sua fatia de mercado no exterior, conquistada arduamente.&lt;br /&gt; Como já comentamos em artigos anteriores, o Brasil perdeu uma excelente oportunidade para melhorar as vantagens comparativas frente aos nossos principais concorrentes externos, que estavam mais preocupados em sanear seus mercados financeiros abalados pela crise internacional iniciada no último trimestre de 2008.&lt;br /&gt;O governo ficou preso na armadilha criada pela sua própria política econômica, não investindo o suficiente em infraestrutura e logística, não promovendo  as reformas tributária e trabalhista e mantendo juros altos por um período muito longo.&lt;br /&gt;Se a economia crescer numa taxa superior a 5% ao ano, o governo alega que teria de aumentar a taxa de juros para impedir uma aceleração na taxa inflacionária, se não expandir, a arrecadação  vai continuar caindo e a “solução mágica” será, novamente, o aumento da carga tributária, que já chegou no seu limite máximo e vai ocasionar o acréscimo na sonegação e na inadimplência fiscal das empresas.&lt;br /&gt;Por outro lado, os empresários ficam indecisos quanto ao crescimento da economia e receosos do aumento dos juros, pois para aumentar seus investimentos e capacidade de produção, dependem de boas perspectivas para seus produtos e serviços, da oferta de crédito e de taxas de juros compatíveis com o custo de oportunidade sinalizado pelo mercado financeiro para remunerar atrativamente o capital aplicado e evitar a sua participação na ciranda da especulação financeira.&lt;br /&gt;De outro, os consumidores, necessitam de certa garantia para seus empregos e também de crédito, às taxas e prazos razoáveis, para voltar a intensificar suas compras.&lt;br /&gt;Assim sendo, tanto pelo lado da oferta, quanto da demanda, o crédito é elemento fundamental para a expansão da economia brasileira e, retomar o aumento das taxas de juros é uma atitude ilógica.&lt;br /&gt;O governo também atira no seu próprio pé, pois, se a economia não se acelera, a sua arrecadação não cresce, enquanto os gastos públicos se elevam demais, principalmente num ano de eleições, como 2010.&lt;br /&gt;Não seria mais interessante reduzir a carga tributária, ampliar a base de arrecadação, incorporando mais contribuintes, e gastar com mais responsabilidade, priorizando os investimentos, no lugar de aumentar as despesas com a máquina estatal?&lt;br /&gt;A meta da queda dos juros básicos, apesar de um ritmo mais cadenciado, deveria ser mantida, não aumentada, pois ainda é uma das taxas de juros reais mais elevadas do planeta.&lt;br /&gt;O atual governo  precisa considerar que política econômica e combate à inflação não se fazem baseada exclusivamente em taxas de juros altas. Que tal, por exemplo, a formulação de uma política industrial adequada, com incentivos para ampliação dos investimentos privados, da capacidade produtiva e da criação de mais empregos, só para exercitar e lembrar a existência de outros instrumentos fornecidos pela nossa velha amiga teoria econômica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva é economista graduado pela Universidade de São Paulo (USP), consultor e assessor empresarial. Articulista do DCI, do Conselho Regional de Economia e de revistas e sites de economia e política.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-5214810524435977725?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/5214810524435977725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=5214810524435977725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5214810524435977725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5214810524435977725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/taxa-selic.html' title='&lt;strong&gt;TAXA SELIC&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/StZ-2cbMowI/AAAAAAAABhY/DWqo37Vp1Pk/s72-c/2bc9dea7-74f6-4525-86d5-f3fcaf5e7bb9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7111421810969911634</id><published>2009-10-14T11:16:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T11:17:10.773-07:00</updated><title type='text'>ALIMENTOS.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/StYUtoz_rxI/AAAAAAAABhQ/j4i1GKHoYqA/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 107px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/StYUtoz_rxI/AAAAAAAABhQ/j4i1GKHoYqA/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392520378104917778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção mundial de alimentos precisa subir 70% até 2050, alerta ONU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Direito Humano à Alimentação Adequada, Olivier de Schutter, alertou hoje que a produção mundial de alimentos precisa aumentar 70% até 2050 para suprir a demanda crescente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos que enfrentar a situação", afirmou, ao participar do seminário Exigibilidade do Direito Humano à Alimentação Adequada e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, em Brasília. Durante a abertura do evento, ele lembrou que mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo passam fome. "Isso é um recorde", disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) calcula que apenas os países em desenvolvimento precisam investir anualmente US$ 44 bilhões em agricultura para alimentar sua população - calculada em 9 bilhões de pessoas até 2050. Atualmente, os investimentos são de US$ 7,9 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schutter destacou, entretanto, que o aumento da produção de alimentos representa apenas "parte da equação" que envolve a segurança alimentar. Para ele, a fome é uma questão "multifatorial", que exige a inclusão de temas como cooperação internacional no debate, além de mecanismos que exijam dos governos não apenas a ampliação, mas o monitoramento da produção de alimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante da FAO no Brasil, José Tubino, avaliou que o mundo tem "desafios gigantescos" provocados por "crises simultâneas que geram grande volatilidade da situação mundial". Ele citou, como exemplo, as crises financeira e energética e perguntou se será mesmo possível continuar transportando alimentos "de um lado do planeta a outro", como muitos países ainda fazem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É preciso pensar em como incentivar a produção de alimentos, em como reorganizar o mercado das commodities, na situação dos recursos naturais, sobretudo no Brasil e na América Latina, e em bioenergia", ressaltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Tubino, o mundo terá que enfrentar "mudanças radicais", inclusive provocadas pelas alterações climáticas. A grande pergunta, segundo ele, é se é possível continuar produzindo alimentos da mesma forma como é feito atualmente. O representante da FAO cobrou ainda a criação de uma aliança internacional contra a fome. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos ter a Cúpula Internacional da Alimentação, de 16 a 18 de outubro em Roma, e esperamos que os chefes de Estado tomem as decisões consideradas fundamentais para enfrentar a crise alimentar." &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Agência Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-7111421810969911634?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/7111421810969911634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=7111421810969911634' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7111421810969911634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7111421810969911634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/alimentos.html' title='&lt;strong&gt;ALIMENTOS.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/StYUtoz_rxI/AAAAAAAABhQ/j4i1GKHoYqA/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-3039348282830541181</id><published>2009-10-10T09:32:00.000-07:00</published><updated>2009-10-10T09:35:53.947-07:00</updated><title type='text'>DÓLAR  </title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/StC349Xu4nI/AAAAAAAAAYU/E6U4pZznvnQ/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 206px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/StC349Xu4nI/AAAAAAAAAYU/E6U4pZznvnQ/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391010943137145458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desvalorização do dólar dá nova munição aos críticos de Obama&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A forte desvalorização do dólar norte-americano está dando munição aos críticos do governo Obama e alimentando a preocupação a respeito da erosão do status da moeda de reserva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os políticos republicanos têm destacado a queda do dólar como evidência do enfraquecimento do poder norte-americano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira, Sarah Palin, a ex-candidata republicana à vice-presidência, adicionou sua voz àqueles que estão expressando preocupação com as consequências do aumento da dívida norte-americana e dependência do petróleo estrangeiro. "Nós podemos ver o efeito disso no preço do ouro, que atingiu uma alta recorde hoje, em resposta aos temores com o dólar enfraquecido", escreveu em sua página no Facebook. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos economistas atribui o recente aumento do preço do ouro às ações de alguns poucos investidores que estão se protegendo do temor de inflação nos Estados Unidos. E eles apontam que os mercados mais profundos de títulos norte-americanos não exibem sinal de preocupação com a inflação. De fato, os analistas dizem que a desvalorização do dólar deriva mais do crescente apetite dos investidores por risco e das perspectivas de aumento das taxas de juros em outros lugares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos seis meses, o dólar se desvalorizou 11,5% em termos ponderados pelo comércio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tim Geithner, o secretário do Tesouro norte-americano, disse no fim de semana que os Estados Unidos farão "tudo o que for necessário" para manter a confiança em sua moeda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É muito importante para os Estados Unidos que continuemos tendo um dólar forte", disse. "Nós reconhecemos que o papel importante do dólar no sistema resulta em fardos e responsabilidades especiais para nós, de forma que faremos tudo o que for necessário para manter a confiança." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a ansiedade em relação ao dólar se estende além dos círculos políticos conservadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial, alertou que os alertas recentes dos chineses e outros grandes credores norte-americanos a respeito do endividamento dos EUA poderiam piorar nos próximos meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os Estados Unidos estariam equivocados em considerar garantido o lugar do dólar como moeda de reserva predominante do mundo", disse Zoellick. "Olhando adiante, haverá cada vez mais outras opções para o dólar." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte do debate atual segue a resposta política tradicional nos Estados Unidos sempre que a moeda sofre desvalorização. Mas agora ele é acompanhado pelos alertas dos credores dos Estados Unidos, muitos dos quais estariam de olho em grandes compras norte-americanas de ativos reais, como propriedades e empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O dólar sempre foi uma questão de testosterona entre as classes políticas norte-americanas", disse Norm Ornstein, um analista veterano do conservador Instituto da Empresa Americana. "Desta vez pode haver um debate legítimo em torno do status de reserva do dólar, mas Sarah Palin não está qualificada a participar dele." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da mais recente queda do dólar estar atraindo atenção, os analistas dizem que é preciso colocá-la em contexto. Em termos ponderados pelo comércio, o dólar está basicamente de volta a onde estava ano início da crise financeira, em 9 de agosto de 2007, segundo dados do Federal Reserve, o banco central norte-americano. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: George El Khouri Andolfato &lt;br /&gt;Edward Luce e Krishna Guha&lt;br /&gt;Em Washington (EUA)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-3039348282830541181?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/3039348282830541181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=3039348282830541181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3039348282830541181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3039348282830541181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/dolar.html' title='&lt;strong&gt;DÓLAR  &lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/StC349Xu4nI/AAAAAAAAAYU/E6U4pZznvnQ/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-2840980562748239148</id><published>2009-10-09T17:08:00.000-07:00</published><updated>2009-10-09T17:13:01.111-07:00</updated><title type='text'>RECEITA FEDERAL.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Ss_RhUEQRgI/AAAAAAAAAYM/6RPMjhnxZyg/s1600-h/noticia_1226664520491d6a4878c67.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 297px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Ss_RhUEQRgI/AAAAAAAAAYM/6RPMjhnxZyg/s400/noticia_1226664520491d6a4878c67.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390757649238214146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Receita cobra R$ 4,7 bi de crédito tributário de empresas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Receita Federal iniciou uma ação para cobrar créditos tributários de empresas que somam R$ 4,7 bilhões. As intimações foram enviadas 110.605 empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Receita, os contribuintes intimados estão sujeitos à nova sistemática de cobrança dos devedores do fisco. A etapa de intimação é a primeira do novo procedimento, que termina com a inscrição na Divida Ativa da União. A ação fiscal teve início no dia 1º de outubro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procedimento adotado anteriormente era de cobrança por lote, semestral ou anual. Agora, a cobrança será mensal e contínua. "É uma atividade permanente da RFB. A tempestividade nas ações de análise dessas declarações e, se for o caso, o envio para cobrança, deverá reduzir inadimplência", afirmou o Secretário da Receita Federal do Brasil, Otacílio Dantas Cartaxo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cobrança é restrita aos débitos vencidos a partir de 1º de dezembro de 2008. O prazo para atendimento dessa ação de cobrança é de 30 de novembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Débitos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Receita Federal informou que até esta sexta-feira (9) os sistemas informatizados registraram 302.164 pedidos de adesão ao parcelamento de débitos. Destes, um total de 209.640 já estão validados. A validação é garantida após o pagamento da primeira parcela do pedido de adesão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contribuinte que desejar aderir ao parcelamento deverá protocolar pedido exclusivamente nos site da PGFN ou da Receita Federal, até as 20h do dia 30 de novembro de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderão ser pagos ou parcelados, em até 180 meses, inclusive, o saldo remanescente dos débitos consolidados no Refis (Programa de Recuperação Fiscal), Paes (Parcelamento Especial), Paex (Parcelamento Excepcional) ou no parcelamento ordinário. Mesmos débitos já excluídos desses parcelamentos estão abrangidos pela lei. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-2840980562748239148?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/2840980562748239148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=2840980562748239148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2840980562748239148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2840980562748239148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/receita-federal.html' title='RECEITA FEDERAL.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Ss_RhUEQRgI/AAAAAAAAAYM/6RPMjhnxZyg/s72-c/noticia_1226664520491d6a4878c67.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-521009966983432790</id><published>2009-10-08T19:14:00.000-07:00</published><updated>2009-10-08T19:20:47.035-07:00</updated><title type='text'>PROF. MARCIO POCHMANN -IPEA.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Ss6d9ywfhhI/AAAAAAAAAYE/C9vsMF42Y1c/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 177px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Ss6d9ywfhhI/AAAAAAAAAYE/C9vsMF42Y1c/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390419488931808786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora o capitalismo quer nosso cérebro  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os 10% mais pobres do Brasil - 20 milhões de brasileiros - vivem com renda média mensal per capita de R$ 70 e transferem R$ 35 dos R$ 70 em impostos para o Governo, porque os impostos indiretos são os que mais oneram essa população", diz o economista Márcio Pochmann, presidente do IPEA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O economista da Unicamp, Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), esteve em Aracaju (SE) para uma palestra e conversou com a Caros Amigos. Ele defende a completa refundação do Estado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor analisa a crise internacional e revela números surpreendentes das desigualdades no Brasil. Pochmann é categórico quando fala em educação: "Ela não transforma. Ela conforma para o trabalho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele garante que a atual crise econômica possibilita entrarmos em um novo padrão civilizatório em que os parâmetros de produção e consumo vão mudar. Chama a atenção para o meio ambiente e considera que o mundo vive um período de desgovernança pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É enfático ao tratar de República e democracia no Brasil: "Na nossa democracia sobram partidos e faltam ideias"; "dizemos que temos República no Brasil, mas não temos. República significa igualdade de oportunidades".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pochmann é um dos maiores pesquisadores do País sobre o mundo do trabalho. É especialista em emprego e salários e autor de 27 livros sobre inclusão social, desenvolvimento econômico e políticas de emprego. Entre os livros de sua autoria do economista estão O Desafio da Inclusão Social no Brasil e Relações de Trabalho e Padrões de Organização Sindical no Brasil. Na Unicamp, é professor do Instituto de Economia e atua no Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o senhor avalia a crise financeira mundial? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio Pochmann (MP) - Essa crise é uma crise do modo de produção capitalista, uma crise estrutural, sistêmica, uma crise que não é exclusivamente financeira, embora tenha sido nessa esfera que ela se originou. Essa crise impôs perdas expressivas aos ricos, impôs a queda da taxa de lucro das empresas, especialmente de alguns setores industriais. A crise impactou a área social. Estamos convivendo com maior desemprego, com aumento das desigualdades. Essa crise está contaminando o mundo da política. Cinco países tiveram alternância de poder em função, inclusive, do agravamento da crise. Não tivemos crises anteriores com problemas ambientais. Os impactos ambientais são extremamente degradantes. Temos uma crise inédita nesse sentido. Vale dizer que é uma crise que encontra o mundo, os países, em quase sua totalidade submetida à lógica mercantil. Nunca tivemos uma crise anterior com uma profundidade como esta. E não tem saída a curto e médio prazo porque a crise afetou as estruturas do padrão capitalista de produção e consumo. Não há como garantir a sustentabilidade da acumulação de capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor diz que essa crise é de produção e consumo. Explique o que é a crise de consumo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - O que deu sustentabilidade de longo prazo ao capitalismo no século 20 foi a produção de bens de consumo duráveis, como por exemplo, a casa própria e o automóvel. Não são apenas eles, mas a casa e o automóvel simbolizam o consumo no capitalismo do século 20. A produção desses bens se difundiu pelo mundo, no entanto, apenas um quarto da população mundial tem acesso a esse padrão de consumo. Apenas um quarto. É o que praticamente temos no Brasil. Para que esse padrão de consumo tivesse padrões mundiais, especialmente no mundo onde a renda per capita é muito baixa, foi necessário o aprofundamento do subdesenvolvimento, que é o que se pressupõe no Brasil. Em outras palavras: para que aqui no Brasil pudesse se instalar a indústria automobilística e a produção nacional comparável ao os países ricos foi necessário concentrar profundamente a renda, para poder viabilizar o padrão de consumo dos mais ricos. Se a gente for a qualquer cidade brasileira a gente vê segmentos sociais que participam de alto padrão de consumo. Há bairros de qualquer cidade brasileira onde há casas com garagem com quatro, cinco carros, cada membro da família tem um automóvel. Há casas compatíveis com padrão hollywoodiano de habitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, aqui os ricos vivem muito bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Os ricos vivem aqui muito melhor que a classe média e os ricos nos Estados Unidos e na Europa porque aqui os ricos não pagam impostos. E lá não existe como aqui essa massa de serviçais. É manicure, empregados domésticos, cortador de grama, faxineira, ou seja, um exército de prestadores de serviço. No Brasil, as famílias de classe média e ricas têm, em média, 13 serviçais à sua disposição para prestar serviços. São 13, no mínimo, ou seja, são mais de 20 milhões de pessoas que constituem esse exército com remuneração extremamente baixa. Por que é possível ir para uma pizzaria, churrascaria no Brasil e comer de forma extravagante pagando preços módicos? Porque aqueles que lá trabalham, o pizzaiolo, o churrasqueiro têm remunerações extremamente baixas. O que chama atenção é que viabilizar e internalizar esse padrão de consumo é somente possível com uma brutal concentração de renda, com um sistema tributário que concentra renda, que tira dos pobres e dá para os ricos e com um Estado que se organizou para atender fundamentalmente os ricos, o andar de cima da sociedade, como dizia Milton Santos. Esse andar de cima tem tudo. Tem banco público, tem sistema de tecnologia, tem compras públicas, ou seja, montou- se uma estrutura para sustentar os de cima. Isso não é uma experiência exclusivamente brasileira, mas talvez chegamos a maior sofisticação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse padrão de consumo tem forte impacto ambiental, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Claro. O mundo com 6,5 bilhões de habitantes e que apenas um quarto participa do padrão de consumo, mantido esse padrão de consumo, daqui a três décadas a temperatura da terra será três a quatro graus superior ao que é hoje. Três ou quatro graus podem não ser muito para nós, individualmente, mas a elevação da temperatura nesse patamar significa aqui no Brasil problemas muito sérios. Por exemplo, a produção de café, que hoje é feita em várias regiões no País, só poderá ser possível no Rio Grande do Sul. Nós teremos problemas gravíssimos de seca em algumas áreas e enchentes em outras. Estaremos falando não mais em Floresta Amazônica, mas na grande savana amazônica. Não estou pregando o caos, não. O que estou chamando atenção é que levado adiante esse modelo de produção e consumo, nós precisaríamos de três planetas para conformar a difusão desse padrão de consumo para mais pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem ou quais instituições mundiais podem resolver os problemas da crise e seus reflexos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Este é um aspecto grave. Estamos vivendo a plena desgovernança no mundo. Nós vivemos um quadro de profunda anarquia do ponto de vista público porque as instituições que foram constituídas para fazer a governança pública do mundo estão completamente esgotadas para viver a nova realidade. Com o encerramento da 2ª guerra, estabelece-se a Assembléia Geral das Nações Unidas, ou seja, a ONU, que tinha o objetivo de estabelecer um padrão de convivência, de regulamento mínimo entre países. Veja, a ONU somente conseguiu fazer uma conferência sobre a crise só agora no mês de junho, quer dizer, quase um ano depois da crise ter se manifestado. A ONU não consegue reunir os países para estabelecer convergências. O Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) que estavam presentes nas crises anteriores, dizendo façam isso e aquilo, simplesmente desapareceram. Mal e porcamente conseguem projetar se a economia vai ou não crescer, ou seja, não têm o que dizer. Esse padrão de regulação pública está falido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o G-20 e outros organismos estariam esgotados também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - O G-20 não é uma instituição. Como vai colocar em prática as medidas lá acordadas? Um exemplo do que foi discutido lá: não é possível no mundo de hoje a existência de paraísos fiscais, locais para onde vão recursos, às vezes de lavagem de dinheiro, sem qualquer tributação e controle. O G-20 chegou a essa conclusão, mas só à conclusão. Quem vai dizer isso? O G-20? Como estabelecer um novo padrão de governança pública no mundo, especialmente no momento em que há uma profunda concentração do poder econômico? Veja, nós temos 500 grandes corporações transnacionais que governam o mundo. Qualquer setor da atividade econômica que nós olhamos tem quatro, cinco grandes corporações que dominam o mercado. Nós estamos vivendo uma época que não são mais os países que governam o mundo, mas as grandes empresas. O segundo pós-guerra criou as Nações Unidas, os países tinham as empresas. Os países eram maiores que as empresas. Hoje a realidade é inversa. As empresas têm os países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como assim, as empresas têm os países?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Alguém acha que o Brasil governa a Petrobras? Ou será a Petrobras que governa o Brasil, embora seja uma empresa pública? O faturamento anual das três maiores corporações do mundo é equivalente ao PIB do Brasil, que é a nona economia do mundo. O faturamento da Petrobrás era maior que o PIB da Argentina. Estamos em uma realidade onde existe uma pequena cidade de cinco mil habitantes e lá se instala uma siderúrgica e contrata três mil pessoas, gera faturamento, parte vai para a prefeitura em impostos, mas quem vai mandar naquela cidade? O prefeito democraticamente eleito ou o presidente daquela siderurgia? Hoje, muitos governantes se tornaram caixeiros viajantes de grandes empresas. O faturamento das 50 maiores corporações do mundo é maior do que o PIB de 100 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Brasil, diante dessa crise? De que forma ela nos afeta? Estamos nos comportando bem para sua superação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Estávamos indo em uma trajetória muito positiva de crescimento. Nos últimos cinco anos estávamos conseguindo combinar expansão econômica com melhorias sociais. O Brasil crescia duas vezes, quase três vezes mais do que crescia nos anos 80, e com isso houve uma melhora significativa do mercado de trabalho. Nós chegamos a 2007, por exemplo, com 50% dos trabalhadores ocupados com algum tipo de proteção trabalhista, seja por carteira, seja por conta da contribuição à Previdência Social. Ocorre que as décadas de 80 e 90 foram muito difíceis para o mundo do trabalhador brasileiro. Nos últimos 5 anos tivemos uma crescente de melhora significativa. Tivemos a redução do número de pobres, redução das desigualdades, incremento e ampliação no salário mínimo. O crédito melhora, há recuperação do volume de gastos sociais. A crise atinge o Brasil nessa trajetória positiva de expansão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso não sentimos tanto os reflexos da crise mundial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Não só por isso. O Brasil não repetiu as políticas que anteriormente adotava diante de crises, pelo menos, analisando o período de 1980 para cá. De 80 para cá tivemos três crises importantes. A primeira foi da dívida externa, em 1981/83; a segunda foi a recessão no Governo Collor, 1990/1993; e a terceira foi a crise financeira na passagem do primeiro para o segundo mandato do presidente (FHC), uma crise onde se fez acordo com o FMI. Nessas três crises houve um padrão de política pública: era o de acreditar que a saída da crise se dava pelo mercado externo e não interno, ou seja, aumentava nossa subordinação às decisões internacionais. Nas três crises há uma repetição. O governo aumentou impostos, reduziu os gastos públicos, arrochou salários e não ampliou as políticas que atendem a base da pirâmide social. De outubro do ano passado para cá o governo do presidente Lula não repetiu essas medidas, pelo contrário.&lt;br /&gt;O governo tem mantido o gasto público e até ampliado, ou seja, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não foi reduzido por conta da crise, e começou uma política habitacional ampla, onde pela primeira vez teremos 400 mil moradias sendo construídas para atender as pessoas muito pobres. O governo não aumentou impostos, pelo contrário, reduziu impostos. O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é um exemplo. Mas teve medidas de redução do Imposto de Renda (IR). Tivemos a ampliação do salário mínimo que subiu em fevereiro em 12% e o aumento do número de famílias atendidas pelo Bolsa Família. É importante dizer que pela primeira vez desde 80 os pobres não estão pagando os custos da crise como no passado. Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) provam que de outubro do&lt;br /&gt;ano passado a março deste ano cerca de 315 mil pessoas saíram da condição de pobreza nas regiões metropolitanas. Isso mesmo na crise. De 80 para cá, em todas as crises houve aumento do desemprego e da pobreza. Nesta, até agora isso não ocorreu. Então, é uma forma diferente de enfrentar a crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que não entramos no grosso da recessão, mas também não vamos crescer, não é isso? Ou é possível acreditar em um crescimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - É verdade que tivemos alteração na trajetória de crescimento. Diferentemente de outros países, como Índia e China, que não tiveram recessão, tiveram redução na taxa de expansão do crescimento, mas vão continuar crescendo 6%, 7% ao ano. Nosso diferencial em relação à China e à Índia decorre do estrago que o neoliberalismo fez no Brasil. Apesar de todas as medidas que foram tomadas, medidas anticíclicas, ainda estamos distantes de um programa ousado de enfrentamento da crise que nos permita sair dela em condição superior que ingressamos. Por exemplo, em todos os períodos de crise e depressão, o Brasil soube ousar. Mesmo durante o autoritarismo, o Brasil reagiu. Nós fizemos o segundo plano nacional de desenvolvimento, que ajudou a completar a sua estrutura industrial. O Brasil construiu um investimento importante na matriz energética que foi o Proálcool. O Pró-álcool foi uma resposta à crise do petróleo de 1973. Agora estamos diante de uma oportunidade histórica. É a primeira vez que o Brasil enfrenta uma crise pelo regime democrático. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A democracia brasileira está amadurecida e consolidada para o enfrentamento da crise?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Esse é um problema. Em nossa democracia sobram partidos e faltam idéias. Como construir convergências nacionais? Essa é a questão. A democracia exige convergência nacional e o partido político é instrumento disso. Democracia não é falar mal do governador, do presidente, falar qualquer coisa. Democracia é construção de convergências, de projetos estruturantes. O desafio que temos pela frente é enorme. A democracia nos dá essa condição. Não é mais o FMI, a ditadura que nos impossibilita de praticarmos o novo. Quem está impossibilitando somos nós mesmos, dada nossa incapacidade de construirmos convergências. Chamo a atenção que a crise não é só destruição, mas uma oportunidade de construção de algo superior. Ela abre perspectiva do enfraquecimento da dominação política que antes moldava o mundo, ou seja, abre a possibilidade de construção de um novo padrão civilizatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como assim? Um novo padrão civilizatório?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - No século 19 tínhamos uma sociedade agrária. Naquele momento quase tudo era trabalho. Há 100 anos as mulheres eram apenas máquinas de reprodução humana, essa era a sua função social. Homens e mulheres viviam 35 anos de idade, em média. Uma mulher que vivia até 35 anos poderia ter tido de 15 a 20 filhos. Era necessário ter muitos filhos porque se trabalhava na terra, a produtividade era muito baixa e precisava ter muita gente mexendo na terra. Viver era trabalhar na sociedade agrária. Começava-se a trabalhar aos cinco, seis anos de idade. Não tinha escola. Não tinha regulação do mercado de trabalho. Se trabalhava até morrer. Não tinha alternativa. Na sociedade agrária 75% da vida estavam comprometidos com o trabalho. Tudo isso foi  superado pelo padrão da sociedade urbano industrial. Nesse velho padrão as pessoas viviam até 60 anos de idade, em média, começavam a trabalhar depois dos 15. Ingressam no mercado de trabalho e ficam 30, 35 anos na mesma ocupação. Concluída essa fase do trabalho, viviam mais uns 10 a 15 anos e encerravam o ciclo de vida. Essa sociedade permitiu que o trabalho significasse 40% do tempo de vida, sendo 60% restantes de inatividade para o trabalho formal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então com o século 21 entramos em um outro processo civilizatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Isso. Ocorre que diferente da sociedade do século 19 e 20, a sociedade do século 21, que não têm um nome ainda, seja lá pós-industrial, da informação, do conhecimento, é uma sociedade muito diferente. Agora as pessoas vão viver 100 anos de idade ou mais. Ora, alguém viver 100 anos muda completamente a trajetória de vida. Uma das principais funções da escola dos ricos, da elite é construir com as crianças, individualmente, seu projeto de vida. Para alguém que vai viver 100 anos terá dormido 30 anos. Alguém já planejou seu sono? Planejou o local onde dorme? Evidentemente que todo mundo quer chegar aos 100 anos com tudo funcionando. Portanto, o planejamento de como dormir, o que comer, o que fazer são decisivos para essa vida saudável com mais idade. Nessa sociedade do conhecimento o principal ativo não é mais o trabalho material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal ativo é o trabalho imaterial. Numa sociedade agrária e urbano-industrial, o que concentrava o trabalho era a agricultura, pecuária, indústria, construção civil. Esses trabalhos são tangíveis, eu posso contá-lo, ou seja, há um produto físico, há uma concretude no esforço do trabalho humano, manual ou intelectual. Na sociedade do conhecimento, o que domina é o trabalho imaterial. No Brasil de hoje 70% dos postos abertos são no setor terciário, de serviços. Na sociedade do conhecimento, por conta das novas formas de gestão do trabalho, das tecnologias, está se trabalhando cada vez mais fora do local de trabalho. Trabalha-se em casa, em todos os lugares, pelo celular, pela internet. O trabalho não é mais exercido no local fixo e não temos regulação. Estamos entrando numa sociedade em que podemos ficar 24 horas plugados no trabalho. Este é um trabalho extenuante. O capitalismo não quer mais só o nosso coração, quer o nosso cérebro. Este trabalho fora de casa é um trabalho que gera produtividade, gera riqueza, uma riqueza que não está sendo disputada pelos sindicatos, não está sendo tributada pelo sistema tributário, ou seja, essa riqueza está gerando grandes ricos e está sendo muito concentrada. A repartição dessa produtividade imaterial nos permitiria construir outra sociedade. Por exemplo, na sociedade que se constitui não há razão técnica nenhuma para que a jornada de trabalho ultrapasse as 12 horas semanais. São três dias por semana, quatro horas por dia e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então se muda completamente o conceito de trabalho, de estudo, de vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - É. Na sociedade do conhecimento não há justificativa técnica, não há razão alguma que as pessoas comecem a trabalhar antes dos 25 anos de idade. Não é a sociedade do conhecimento? O principal ativo não é a informação? Por que começar a trabalhar cedo? Por que começar a trabalhar antes de ter completado a universidade? Mas isso já existe no Brasil. Dificilmente vamos encontrar um filho de rico que tenha começado a trabalhar antes dos 25 anos de idade, depois de ter completado a universidade, ter feito MBA, ter estudado fora do país. Somente no Brasil os filhos de pobres estão condenados a trabalhar sempre. A gente quer dar trabalho para os filhos dos pobres, não quer educação. As ações de educação são todas voltadas para o mercado de trabalho. Os filhos dos pobres começam muito cedo a trabalhar. Por começar muito cedo, eles não estudam e vão ocupar os piores postos no mercado de trabalho brasileiro. Temos república no Brasil? Não temos república, nada. República significa a igualdade de oportunidades. E se há os que começam a trabalhar aos 15 anos de idade e outros só aos 25, não há igualdade de oportunidade. Os filhos dos ricos vão começar depois e ocupar os principais postos do mercado de trabalho, seja no setor público, seja no setor privado. O mercado de trabalho reproduz a desigualdade. Os filhos de pobres continuarão sendo pobres e os filhos dos ricos sendo ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sem falar dos jovens que abandonam os estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - No Brasil temos 37 milhões de jovens na faixa etária de 16 a 24 anos. A metade desses jovens não estuda. A outra metade que estuda está fora de série, não acompanha a relação idade e série. Os jovens filhos de pobres no Brasil só estudam quando trabalham. Nós não temos estudantes que trabalham, mas jovens trabalhadores que estudam. Quando falta trabalho ou a renda é pouca ele abandona o estudo. Este ano 500 mil jovens do ensino médio abandonarão a escola por não ter complementação de renda. Um jovem que trabalha e estuda está comprometendo 16 horas diárias, ou seja, não tem tempo pra estudar. Trabalhar e estudar não combina. É por isso que o Brasil avança na oferta de vagas e piora na qualidade de ensino. O padrão civilizatório superior exige educação para a vida toda. Na sociedade do conhecimento não dá para exercer uma profissão ao longo da vida sem estar estudando e isso significa um abandono profundo da sociedade passada. Só estudam crianças, adolescentes e alguns jovens... Isso acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desafios da educação são enormes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Ocorre que a educação de hoje não transforma as pessoas. Não está transformando. A educação conforma as pessoas para o mercado de trabalho. Não é uma educação para a vida. A educação que nós vamos precisar daqui para frente é educação para a vida, isso significa inverter a educação do jeito que ela é agora. O princípio da educação é a do especialista. Todo mundo quer ser especialista. Você vai ao hospital e tem lá o especialista em dedo direito, em dedo esquerdo. Tem o advogado especialista em uma área, outro em outra área, ou seja, a nossa estrutura educacional é de especialistas. O problema é que abandonamos o princípio da universalidade, isto é, da unidade do conhecimento. Todos tínhamos uma unidade do  conhecimento. Hoje não temos. O resultado é que temos o especialista que sabe cada vez mais de menos coisas. A sociedade do conhecimento, da informação, nos coloca dados, análises de forma absurda que não temos condição de acompanhar, sistematizar. Resultado, nós estamos nos transformando cada vez mais numa população de ignorantes, analfabetos. Na minha área, por exemplo, não consigo acompanhar a profusão de livros, teses, artigos... Isso só da minha área de conhecimento. E as outras áreas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse novo padrão civilizatório qual o papel da educação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - A educação tem o papel nobre, não só de reconstituir a base de conhecimento, mas de ser um agente de transformação, da sistematização do conhecimento. É uma atividade nobre, inclusive do ponto de vista da sociabilidade. À educação caberá esse papel rico de reconstruir os laços sociais porque hoje estamos diante de uma sociedade doentia, uma sociedade que consome remédios em um volume impressionante, uma sociedade dos indivíduos. Ninguém tem mais tempo para nada. Não tem mais diálogo. Um cidadão passa 4, 5 horas por dia na frente de um computador, nem ao banheiro vai. Tem tempo para conversar com qualquer pessoa e não tem tempo para conversar com seu filho, que está ao seu lado. Quando vai almoçar em um restaurante com a família, fica em frente da TV olhando o filme e o que predomina é o silêncio. Eu mesmo falo muito com meu filho pelo celular e internet, mas isso não é sociabilidade. Sociabilidade é olho no olho, é o carinho, é a expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor, no fundo, defende a refundação do Estado a partir desse outro padrão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Claro. O Estado brasileiro precisa ser refundado. O Estado que temos hoje não serve. É um Estado apenas para os ricos e poderosos. Um novo Estado significaria a reinvenção do mercado. Por exemplo, dizem que o Estado admite competição. Isso é uma grande mentira. No mercado não tem competição. O mercado está completamente dominado pelas grandes corporações, embora 95% do mercado sejam constituídos de médias e pequenas empresas, mas elas não têm condições de participar de concorrências públicas, das grandes concorrências privadas, porque não há democracia no mercado, não há competição. O Estado que está aí não pode ser uma série de caixinhas, mas tem que atuar através de políticas matriciais, articuladas, integradas. O Estado que nós temos é um Estado herdeiro dos problemas do século 19 e 20. Temos o problema do analfabetismo. Como resolver? Só com professores, escola, material, pedagogia? Claro que não. Hoje o enfrentamento ao analfabetismo fica só na caixa do Ministério da Educação. Mas todo mundo sabe que o analfabetismo não é só um problema de educação. São questões de saúde, alimentação. O Estado de caixinhas fracassou. Nós fracassamos. Temos 11% da população analfabeta, doenças do século 19. Reforma agrária! Faz 60 anos que tentamos fazer reforma agrária e a estrutura fundiária que temos hoje é pior do que a estrutura de 1950, com o agravante de que hoje as terras estão sendo contratadas nas mãos de empresas estrangeiras. Estamos falhando e o problema não está na falta de recursos financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que precisa ser feito para reduzir mais rapidamente a desigualdade entre pobres e ricos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - Se formos comparar o Brasil com países menos desiguais vamos observar que o Brasil não fez as reformas clássicas do capitalismo contemporâneo. Nós não fizemos a reforma agrária. No Brasil a propriedade é muito concentrada. Os meios de produção estão concentrados nas mãos de 6% da população. 20 mil famílias dominam o país, absorvem 70% do serviço dos juros da dívida. O Brasil também não fez a reforma tributária. Em muitos países os ricos pagam impostos. Aqui os ricos não pagam impostos, seja porque não tem impostos seja porque praticam o planejamento tributário que permite transferir o pagamento dos impostos para as pessoas. Você vai a uma consulta médica ou odontológica e ela custa um valor X, mas se você quiser o recibo o valor da mesma consulta é X mais Y, ou seja, quem paga o imposto é o próprio usuário. E por fim, o Brasil não fez a reforma social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Bolsa Família, como o senhor avalia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MP - É importante, mas é uma ação de emergência. Não vamos resolver os problemas dos miseráveis num estalo de dedos, mas essas pessoas precisam viver. Há um preconceito muito grande quando se transfere recursos para os pobres no Brasil. Para os ricos não há preconceito nenhum. Já falamos do imposto de renda, por exemplo. Os filhos da classe média que vão estudar na universidade privada com bolsa pública, ninguém diz que é política compensatória, assistencial. O Bolsa Família minimiza a pobreza. Alguém pode dizer que é muito pouco. Pode ser, mas não é pouco para quem vive com R$ 30, R$ 40 mensais. Veja bem, o Estado administra recursos apropriados e precisa ter contrapartida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público do Bolsa Família paga imposto, é quem mais imposto paga. Os 10% mais pobres do Brasil, ou seja, 20 milhões de brasileiros, que vivem com renda média mensal per capita de R$ 70 essa gente transfere R$ 35 dos R$ 70 em impostos para o governo, porque os impostos indiretos são os que mais oneram essa população. Os 10% mais ricos não comprometem 20% do que ganham com pagamento de impostos, embora usem mais que isso do Estado. Por exemplo, na declaração de Imposto de Renda é possível descontar gastos com educação, saúde, assistência privada. Isso é estranho. O Brasil financia educação e saúde pública, mas também financia a privada! Em 2007, foram utilizados R$ 14 bilhões para financiar a saúde privada, através dos descontos do Imposto de Renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse pessoal que teve o financiamento da saúde privada paga pelo Estado é quem contrata os sete milhões de empregados domésticos, que não tem carteira assinada. Qual o compromisso das pessoas que recebem do Estado o financiamento de sua educação e saúde privadas em contratar domésticas assinando a carteira? É o mesmo caso de desoneração que está sendo feita nas indústrias. As indústrias foram beneficiadas com a redução do IPI, mas não mantiveram o emprego, e sequer repassaram para o preço. É a mesma coisa que a classe média que tem acesso aos recursos do imposto de renda e contrata pessoas sem carteira assinada. Dos 7 milhões de empregadas domésticas contratadas, menos de 30% tem carteira assinada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Autor: José Cristian Góes &lt;br /&gt;Fonte: Adital e Caros Amigos  &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-521009966983432790?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/521009966983432790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=521009966983432790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/521009966983432790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/521009966983432790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/prof-marcio-pochmann-ipea.html' title='&lt;strong&gt;PROF. MARCIO POCHMANN -IPEA.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Ss6d9ywfhhI/AAAAAAAAAYE/C9vsMF42Y1c/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8017860243376647452</id><published>2009-10-06T16:31:00.000-07:00</published><updated>2009-10-06T16:33:25.265-07:00</updated><title type='text'>APOSENTADOS ?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsvTvxfb1HI/AAAAAAAAAX0/oY1bbuie1pI/s1600-h/agendalider.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 162px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsvTvxfb1HI/AAAAAAAAAX0/oY1bbuie1pI/s200/agendalider.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389634196771427442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cresce o número de aposentados que voltaram ao mercado de trabalho formal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - Nesta quinta-feira (1º) comemora-se o Dia Internacional da Terceira Idade. Se, ao ler essa frase, você pensou naquelas pessoas que ficam em casa tricotando, no caso das mulheres, ou na praça jogando xadrez, no caso dos homens, saiba que essa imagem já não corresponde mais à realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa da Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Rio de Janeiro), a parcela das pessoas que voltaram a trabalhar com carteira assinada ou contrato, mesmo após a aposentadoria, passou de 12,9% no ano passado, para 37,2% neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, 27,1% das pessoas no mercado de trabalho eram idosos que voltaram a trabalhar, seja com carteira assinada ou não. Desse total, além dos 37,2% registrados, 41% trabalhavam por conta própria e 21,8% sem carteira assinada ou contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Área de atuação&lt;br /&gt;A pesquisa, realizada com 451 pessoas na cidade do Rio de Janeiro, também indicou que há mais pessoas acima de 55 anos que atuam na mesma área em que trabalhavam antes da aposentadoria: 66,7% neste ano, contra 51,8% em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A valorização desse público junto às empresas, especialmente no comércio de bens e serviços, em função da experiência acumulada e também por conta dos efeitos da crise econômica, acompanhada do movimento de formalização gradual do mercado de trabalho, colaborou para que uma proporção maior de aposentados que voltaram ao mercado passasse à formalidade", diz o economista da Fecomércio-RJ, Christian Travassos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentando os ganhos&lt;br /&gt;O estudo também indica que 41% dos aposentados que estão no mercado de trabalho neste ano ganham um salário maior que o benefício previdenciário. Em 2008, essa porcentagem era de 31,8%. Somado a isso, está o fato de que 81,4% das pessoas com mais de 55 anos são responsáveis pela única ou a maior remuneração entre os membros da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É em busca da garantia de renda para o sustento próprio e da família que muitos aposentados voltam a trabalhar. Para 62,8%, a volta ao mercado de trabalho ocorreu por necessidade, enquanto apenas 1,3% indicaram que fizeram essa escolha por ainda terem condições de trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, aumentou a parcela dos aposentados que voltaram porque não gostam de ficar parados, que passou de 18,8% em 2008 para 33,3% neste ano. Já a porcentagem daqueles que tomaram essa decisão para ocupar o tempo passou de 2,4% para 17,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O fato é que hoje as pessoas envelhecem mais ativas e com desejo de ter qualidade de vida. Tanto que aumentou significativamente o volume de pessoas que voltaram a trabalhar porque não gostam de ficar paradas e para ocupar o tempo", afirma Travassos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Roberta de Matos Vilas Boas&lt;br /&gt;01/10/09 - 13h53&lt;br /&gt;InfoMoney&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8017860243376647452?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8017860243376647452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8017860243376647452' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8017860243376647452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8017860243376647452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/aposentados.html' title='&lt;strong&gt;APOSENTADOS ?&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsvTvxfb1HI/AAAAAAAAAX0/oY1bbuie1pI/s72-c/agendalider.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-2132142160131841322</id><published>2009-10-06T04:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-06T04:21:31.663-07:00</updated><title type='text'>AUSTRÁLIA E OS JUROS.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SssoNRr3FiI/AAAAAAAAAXs/w4rkwBmD37I/s1600-h/31032009olho_i.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 100px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SssoNRr3FiI/AAAAAAAAAXs/w4rkwBmD37I/s200/31032009olho_i.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389445587629708834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Austrália é primeira grande economia ocidental a elevar juros após a crise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sydney (Austrália), 6 out (EFE).- Austrália se transformou hoje na primeira grande economia ocidental em elevar as taxas de juros desde a crise econômica mundial, ao aumentar o preço do dinheiro um quarto de ponto até 3,25%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador do Banco da Reserva, Glenn Stevens, justificou a medida pela recuperação "mais rápida que o esperado" da economia da crise e a notável recuperação da confiança de investidores e consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stevens também explicou que as perspectivas de crescimento de vários dos maiores parceiros comerciais da Austrália, como China, são cada vez mais otimistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março, a economia australiana se contraiu pela primeira vez em oito anos e as taxas de juros se reduziram até 3% , o valor mais baixo em 45 anos, mas nos últimos meses experimentou uma notável melhoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Governo, a recuperação foi possível graças ao plano de reativação econômica. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-2132142160131841322?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/2132142160131841322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=2132142160131841322' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2132142160131841322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2132142160131841322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/australia-e-os-juros.html' title='&lt;strong&gt;AUSTRÁLIA E OS JUROS.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SssoNRr3FiI/AAAAAAAAAXs/w4rkwBmD37I/s72-c/31032009olho_i.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8739378647227958784</id><published>2009-10-04T10:52:00.001-07:00</published><updated>2009-10-04T10:52:25.163-07:00</updated><title type='text'>FRIBOI</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SsgrWA-BFSI/AAAAAAAABfA/xtJLvirRgyo/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 112px; height: 86px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SsgrWA-BFSI/AAAAAAAABfA/xtJLvirRgyo/s200/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388604611366032674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A incrível aventura global do Friboi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um peculiar estilo de gestão batizado de Frog -- ou "From Goiás" -- e a providencial ajuda do BNDES, a família Batista transformou a JBS-Friboi na mais globalizada das empresas brasileiras e no segundo maior grupo privado do país. Não é pouco. Mas, a partir de agora, a aventura ficará bem mais difícil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Tiago Lethbridge, de Greeley, e Márcio Juliboni, de São Paulo | 01/10/2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por décadas, a família Monfort foi o maior orgulho da pequena Greeley, cidade de aproximadamente 100 000 habitantes no norte do Colorado. Eles eram os Matarazzo do pedaço -- viraram nome de escola, hospital, museu e campo de futebol. Nos anos 30, em meio à Grande Depressão, o empresário Warren Monfort comprou 18 cabeças de gado e começou a dar forma àquele que se tornaria o maior empregador da cidade. Três décadas depois, a família decidiu montar uma fábrica de processamento de carne. Nessa época, a cidade ficou famosa pelo aroma pouco agradável que as pastagens exalavam (o problema foi contornado depois de algum tempo). A fábrica dos Monfort se tornaria o principal pilar da Swift, a maior processadora de carne bovina dos Estados Unidos. Até 2007, o status dos Monfort como reis de Greeley se manteve inabalado -- até que chegaram à cidade os Batista, os brasileiros donos da JBS-Friboi. "Nunca tinha ouvido falar nos Batista até o dia em que a JBS comprou a Swift", disse a EXAME Richard Monfort, neto de Warren e dono do time de beisebol do estado, o Colorado Rockies. "Eles são agressivos demais. Olhe a quantidade de empresas que eles compraram depois da Swift. É impressionante." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jbs S/A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome: Jbs &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setor: Bens de Consumo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço: Av. Marginal Direita do Rio Tietê, 500, CEP: 05118-100 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidade: São Paulo-SP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefone: 11 3144-4000/4055 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Home Page: www.jbs.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CNPJ: 02.916.265/0001-60 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principal Executivo: Joesley Mendonça Batista &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipo: Privada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: Brasileiro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Negócios na Bolsa?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição: A Friboi, fundada em 1953, tem sete abatedouros e fornece cerca de 70 itens para os mercados interno e externo, com clientes nos Estados Unidos e na Europa. O frigorífico expandiu a atuação com as aquisições da Bordon (GO), da Anglo (GO) e de unidades da Sadia em Barra do Garças (MT) e Andradina (SP). O grupo abate 1,2 milhão de cabeças de gado por ano. Também faz parte do patrimônio do Friboi a marca de produtos de limpeza Minuano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BANCO JBS = ANÁLISE QUINZENAL DA ECONOMIA BRASILEIRA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bancojbs.com.br/EconomiaBrasileira14.pdf"&gt;http://www.bancojbs.com.br/EconomiaBrasileira14.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8739378647227958784?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8739378647227958784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8739378647227958784' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8739378647227958784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8739378647227958784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/friboi.html' title='&lt;strong&gt;FRIBOI&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SsgrWA-BFSI/AAAAAAAABfA/xtJLvirRgyo/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8931101664230240697</id><published>2009-10-02T15:04:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T15:13:07.432-07:00</updated><title type='text'>CARTEIRA DE AÇÕES</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsZ6PuhUtfI/AAAAAAAAAXk/b4Ix2F8iZzw/s1600-h/2C743F2E73B18FA5B1FDD10E01E22.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 95px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsZ6PuhUtfI/AAAAAAAAAXk/b4Ix2F8iZzw/s200/2C743F2E73B18FA5B1FDD10E01E22.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388128414799803890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Spinelli lista 10 ações em sua carteira recomendada para o mês de outubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - A corretora Spinelli divulgou sua carteira recomendada para outubro, com dez ações que, segundo os analistas, revelam-se boas opções de investimento para o mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o período, ocorreram cinco mudanças em relação ao portfólio anterior. Saíram os papéis de Brookfield, Agra, Brasil Ecodiesel, Marfrig e Suzano, que deram espaço para as ações de Usiminas, Bradesco, JBS, BM&amp;F Bovespa e Telesp. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os analistas revelam que as alterações visam aumentar o foco na atividade interna brasileira, em detrimento do mercado de commodities. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em setembro, o portfólio recomendado registrou valorização de 8,08%, pouco abaixo da performance do Ibovespa, que acumulou alta de 8,90%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a carteira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresa              Código           Preço-alvo   Upside*    Peso &lt;br /&gt;Bradesco             BBDC4             R$ 36,00     2,6%       10% &lt;br /&gt;Banco do Brasil      BBAS3             Em revisão  -10% &lt;br /&gt;Redecard             RDCD3             R$ 33,50     24,5%       8% &lt;br /&gt;Satipel              SUZB5             R$ 13,20     18,4%       8% &lt;br /&gt;JBS                  JBSS3             R$ 12,70     38,6%      10% &lt;br /&gt;Petrobras            PETR4             R$ 45,00     32,1%      15% &lt;br /&gt;Vale                 VALE5             R$ 45,00     26,1%      15% &lt;br /&gt;BM&amp;F Bovespa         BVMF3             R$ 13,20      2,4%       8% &lt;br /&gt;Usiminas             USIM3             R$ 50,30     13,2%       8% &lt;br /&gt;Telesp               TLPP4             Em revisão  - 8% &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Potencial de valorização em 12 meses, com base no fechamento de 1 de outubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banco do Brasil A Spinelli destaca o bom resultado postado pela companhia no segundo trimestre deste ano, que segundo os analistas, "foi positivo em vários aspectos e melhor que o verificado nos bancos grandes brasileiros". A corretora exalta o crescimento da carteira de crédito do banco, baseado na segmento de pessoa física, que apresenta melhores margens e menor aceleração da indimplência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bradesco "Passado o período de forte aumento nas provisões contra inadimplência e estagnação na concessão de crédito, o Bradesco deve apresentar comportamento melhor no terceiro trimestre, aproveitando a recuperação da economia brasileira" afirma a corretora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale A mineradora já apresenta forte recuperação nos volumes exportados para praças importantes, como a Europa e o Japão. "Considerando o uso corrente de capacidade praticamente total por parte das mineradoras australianas, atualmente a Vale é a companhia melhor posicionada para tirar proveito desta conjuntura, melhorando as perspectivas para seus resultados no terceiro trimestre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Petrobras Os analistas destacam o bom resultado apresentado no segundo trimestre deste ano, que superou as expectativas do mercado. "O principal destaque do resultado pode ser atribuído aos efeitos da otimização do parque de refino nacional, cujo contínuo aprimoramento através do Programa de Maximização de Diesel tem possibilitado maior extração deste derivado como proporção da Carga Fresca Processada, com reflexos na melhora de margens e na sua balança comercial".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redecard A companhia apresentou forte desempenho no segundo trimestre, e os analistas se mostram otimistas com as perspectivas mesmo com os entraves causados pela mudança regulatória no setor. "Supomos que o impacto é administrável e será compensado pelo crescimento das demais linhas de receita" afirmam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JBS A corretora revela que, após o anúncio da aquisição da Pilgrim's Pride e da fusão com a Bertin, ela atualizou suas projeções de resultado e valuation para a JBS, encontrando considerável espaço para upside e aumento na geração de caixa, considerando o ganho de receitas e a captura de sinergias esperadas com as referidas transações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BM&amp;F Bovespa A retomada dos negócios na Bovespa no segundo trimestre, com a redução do nível de aversão ao risco nos mercados, a recuperação das bolsas e o aumento do interesse dos investidores estrangeiros pelo mercado brasileiro, têm favorecido as evoluções tecnológicas implementadas pela bolsa brasileira, como DMA (Acesso Direto ao Mercado). A Spinelli aponta a possibilidade de que a bolsa faça novas associações, e aposta na repercussão favorável destas sobre as ações da BM&amp;F Bovespa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usiminas Com o elevado guidance estabelecido no início do ano, a empresa foi forçada a adotar uma estratégia agressiva de vendas, visto que a recuperação econômica não ocorre de maneira acelerada, o que pode se traduzir em um melhor resultado no próximo trimestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Satipel Como resultado de sua associação com a Duratex, formaram a maior empresa de painéis de madeira do hemisfério sul, além do segundo maior produtor de louças sanitárias do Brasil e líder na produção de metais sanitários no mercado doméstico. "Acreditamos que a melhor maneira de investir na nova empresa seja optar pela aquisição dos papéis da Satipel, já que a Duratex está com um pequeno prêmio sobre a relação de troca definida, dada a maior liquidez" afirmam os analistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telesp A companhia mantém boa regularidade nos resultados e deverá se beneficiar do crescimento de serviços mais especializados de telefonia, que geram maiores receitas. "Apesar da imagem da companhia ter sofrido um pouco com os problemas enfrentados recentemente com o Speedy, lembramos que ela prima pela forte geração de caixa e baixa alavancagem" aponta a corretora.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8931101664230240697?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8931101664230240697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8931101664230240697' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8931101664230240697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8931101664230240697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/carteira-de-acoes.html' title='&lt;strong&gt;CARTEIRA DE AÇÕES&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsZ6PuhUtfI/AAAAAAAAAXk/b4Ix2F8iZzw/s72-c/2C743F2E73B18FA5B1FDD10E01E22.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8703924474350235666</id><published>2009-10-02T14:48:00.001-07:00</published><updated>2009-10-02T14:48:50.321-07:00</updated><title type='text'>BRASIL =ESPORTES : OLÍMPIADAS 2016.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SsZ0Fg7BtEI/AAAAAAAABew/01EZ--xUeIQ/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 113px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SsZ0Fg7BtEI/AAAAAAAABew/01EZ--xUeIQ/s200/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388121642281055298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jogos 2016: Turismo será um dos grandes beneficiados com a prova no Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade do Rio de Janeiro foi eleita pelo Comité Olímpico Internacional (COI), hoje, para sediar os 31º Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, em 2016. A previsão é que o aumento no número de turistas estrangeiros no Brasil em 2016 seja de 10% a 15% superior ao que será registrado no ano anterior (2015). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma ideia do montante que isso pode representar em receitas no futuro, basta recordar os dados actuais do Banco Central, que revelaram uma entrada recorde de dólares no Brasil durante o ano de 2008. Os turistas estrangeiros gastaram no país US$ 5,785 bilhões, 133% a mais do que 2003. Mesmo nos anos anteriores, os investimentos e obras gerados com as Olimpíadas devem impulsionar o sector, especialmente com turistas de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concorrendo com Madrid, Chicago e Tóquio, o Rio de Janeiro já sinalizava que poderia ganhar quando, no último relatório de avaliação das quatro cidades concorrentes divulgado pelo COI, seu dossier foi qualificado como “de muito alta qualidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministro do Turismo, Luiz Barretto, que integrou a delegação brasileira em Copenhaga, avaliou os ganhos do país com o evento em 2016. “Dou os parabéns a todas as pessoas e entidades envolvidas nesse projecto vitorioso. Hoje é um dia de comemorações para todos nós, brasileiros, que pela primeira vez iremos organizar um dos mais importantes eventos de todo o planeta. As Olimpíadas vão proporcionar uma exposição e promoção não só da cidade, mas de todo o Brasil no exterior. Este será um ganho incalculável para nosso turismo e para a nossa economia no longo prazo”, disse Barretto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a primeira cidade a sediar uma Olimpíada na América do Sul, e sendo famosa por possuir algumas das paisagens naturais mais belas do mundo, a Cidade Maravilhosa, como é chamada pelos brasileiros, fará desta edição dos jogos um evento sensacional. Não apenas por possuir todos os requisitos para sediar um evento de grande porte e importância como uma Olimpíada, mas por oferecer aos atletas a oportunidade de realizar as suas provas olímpicas num cenário exuberante, e atrair turistas que, igualmente, poderão desfrutar da beleza e dos segmentos turísticos do Rio de Janeiro e também de outras cidades do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A realização dos Jogos Olímpicos, antecedidos por um Mundial de Futebol, além de um enorme legado de infra-estruturas que tem impacto directo no turismo, significará pelo menos quatro anos de uma mega campanha publicitária, que transformará a imagem do país. É uma grande oportunidade de promoção e vamos mostrar o mundo que, além de belas praias, diversidade cultural e natural, temos também infra-estruturas para nos consolidarmos como um dos grandes destinos de eventos internacionais do mundo”, avalia Jeanine Pires, Presidente da Embratur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do COI teve em consideração parametros como desenvolvimento económico, infra-estruturas, segurança e alojamento, além da beleza do local e a alegria do povo carioca, que apoiou a candidatura do Rio em 85%. Além de vitória para o desporto e para a economia do Rio de Janeiro e do Brasil, sediar uma Olimpíada será, para o turismo brasileiro, uma grande oportunidade para mostrar o forte potencial turístico que possui. Recente pesquisa da empresa ORC Worldwide constatou que a combinação entre custo, efectividade, paixão, hospitalidade, paisagens e clima tornam o Rio de Janeiro o local ideal para os turistas que acompanharem os Jogos Olímpicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros estudos revelam que o Rio de Janeiro é uma cidade que merece sediar eventos como este e, porque não, ser conhecida por todos. Eleita a cidade mais feliz do mundo, segundo pesquisa feita numa amostra de 10 mil pessoas em 20 países pela revista económica Forbes, o Rio de Janeiro também recebeu o título da cidade mais cordial do mundo, proferido pelas universidades de Michigan e da Califórnia. Além disto, teve um dos seus principais monumentos, o Cristo Redentor, eleito como uma das novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Estudo da Demanda Turística Internacional, do Ministério do Turismo, o destino turístico brasileiro mais visitado por turistas estrangeiros a lazer é o Rio de Janeiro (30,2%). No segmento de negócios, eventos e convenções, o Rio aparece como segundo destino mais visitado, com 24,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados do turismo brasileiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•O Brasil ocupa o 7º lugar como destino de eventos internacionais no ranking da ICCA (International Congress and Convention Association), a maior entidade internacional do segmento de meetings do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•O Fórum Económico Mundial, na terceira edição do Relatório de Competitividade em Viagens &amp; Turismo, divulgada este ano, classifica o Brasil em 45º lugar, dos 133 países analisados. É o primeiro da América do Sul. No item recursos naturais, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Estudo divulgado também em 2009 pelo World Travel and Tourism Council (WTTC) afirma que o Brasil ocupa o 13º lugar no ranking da economia do turismo, entre os 181 países pesquisados, e em primeiro lugar entre os países latino-americanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil do turista estrangeiro que vai ao Rio de Janeiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Dos turistas estrangeiros que visitam o Rio de Janeiro, 22,5% são dos Estados Unidos; 8,1% são da França; 6,9% da Argentina; 5,8% são da Inglaterra e 4,9% são do Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•A principal motivação do turista estrangeiro que elege a Cidade Maravilhosa para viajar é o lazer (53,1%). A segunda fica por conta de negócios, eventos e convenções (28,5%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•O segmento de lazer mais procurado pelo turista estrangeiro que escolhe o Rio de Janeiro é Sol &amp; Praia (44,6%), seguido de Cultura (22,1%), Ecoturismo (20,6%) e Desportos (6,0%). A permanência média do turista estrangeiro no Rio de Janeiro é de 15,5 dias e o gasto médio é de 60 euros por dia.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA O FILME : &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://tvuol.uol.com.br/#view/id=video-institucional-do-comite-rio-2016-04023466CC994366/user=e8h4xmy8lnu8/date=2009-10-02&amp;&amp;list/type=tags/tags=53104/edFilter=all/"&gt;http://tvuol.uol.com.br/#view/id=video-institucional-do-comite-rio-2016-04023466CC994366/user=e8h4xmy8lnu8/date=2009-10-02&amp;&amp;list/type=tags/tags=53104/edFilter=all/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8703924474350235666?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8703924474350235666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8703924474350235666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8703924474350235666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8703924474350235666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/10/brasil-esportes-olimpiadas-2016.html' title='&lt;strong&gt;BRASIL =ESPORTES : OLÍMPIADAS 2016.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SsZ0Fg7BtEI/AAAAAAAABew/01EZ--xUeIQ/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-6573949018825490145</id><published>2009-09-30T04:44:00.001-07:00</published><updated>2009-09-30T04:45:51.855-07:00</updated><title type='text'>TENDÊNCIAS - DÓLAR.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsNE6uufwCI/AAAAAAAAAXc/VW2lx8lDsv0/s1600-h/25salario.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 80px; height: 80px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsNE6uufwCI/AAAAAAAAAXc/VW2lx8lDsv0/s400/25salario.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387225355031396386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PORTFÓLIO-Não vale a pena investir no dólar&lt;br /&gt;28 de Setembro de 2009 | 19:36&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÃO PAULO (Reuters) - O dólar comercial fechou com queda de 0,47 por cento nesta segunda-feira, na BM&amp;FBovespa. No ano, a moeda norte-americana acumula uma depreciação de mais de 23 por cento em relação ao real. O dólar está tentadoramente barato, vale a pena investir nele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa Focus com as expectativas do mercado financeiro para o dólar divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central indica que os prognósticos para o fim de 2009 são de um dólar cotado a 1,80 real. Na ponta do lápis, isso quer dizer que, para o mercado, o dólar ainda terá uma valorização de pouco mais de meio por cento este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dólar em queda constante traz à memória a situação em meados de 2007, antes de a crise econômica desabar sobre o mercado. A moeda norte-americana chegou a ser cotada a um mínimo de 1,5593 real no início de agosto de 2008, pressionada pelo aparentemente irresistível fluxo de divisas para a economia brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a crise mostrou toda a sua força, o dólar chegou a um máximo de 2,50 reais no início de dezembro passado, uma apreciação de 60 por cento em menos de quatro meses. Qual o risco de isso voltar a ocorrer? O dólar está barato demais e pode voltar a surpreender os investidores? Ou, indo direto ao ponto, vale a pena investir no dólar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRÊS RAZÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os especialistas, a resposta é não. A moeda norte-americana deverá apresentar alguns momentos de turbulência até o fim do ano, mas a causa antecedente dos solavancos de 2008 está afastada. O mercado sempre poderá apresentar alguns trancos, mas, estruturalmente, há menos motivos para o dólar voltar a surpreender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior previsibilidade do dólar pode ser explicada por três grandes motivos. O primeiro é que o grau de alavancagem do mercado financeiro hoje é várias ordens de grandeza menor do que o em 2007 e no primeiro semestre de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo foi o comportamento das cotações do petróleo no mercado internacional. Antes da crise, as cotações do barril chegaram a 140 dólares, nível mais alto da história. Uma parte dessa sobrevalorização era a expectativa com o aumento da demanda. Outra parte, porém, era especulação, especialmente dos fundos de hedge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a ruptura dos diques do sistema financeiro, o petróleo retrocedeu a um mínimo de 40 dólares por barril, e só agora estabilizou-se numa faixa entre 65 e 70 dólares por barril. Tanto os 40 quanto os 140 dólares representavam uma distorção, provocada pela especulação financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado internacional do petróleo continua tão imprevisível quanto sempre foi. A diferença é que há menos dinheiro, menos profissionais gerindo fundos de hedge e menos apetite por risco dos gestores sobreviventes. O que ocorre com o petróleo vale para todos os ativos, especialmente o dólar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo motivo é que a economia brasileira vai continuar a ser um contraponto para a crise mundial. Mais uma vez, o acompanhamento sistemático das pesquisas Focus mostra uma lenta porém segura melhoria das expectativas com relação ao comportamento do Produto Interno Bruto (PIB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prognósticos para 2009 deverão mostrar uma projeção de crescimento, ainda que de centésimos de ponto percentual, a partir das primeiras pesquisas de outubro. Para 2010, as projeções voltaram a subir e agora são de 4,5 por cento, ante os 4,2 por cento da semana passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o Fundo Monetário Internacional (FMI) está mais otimista e elevou sua projeção do crescimento médio mundial em 2010 para 3 por cento, em vez dos 2,5 por cento anteriores. Tudo isso reflete-se em um fluxo maior de dólares para o Brasil, especialmente no caso de investimentos diretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, apesar de todos os cenários positivos, os juros brasileiros continuarão a ser bastante superiores à média mundial, drenando uma fração, ainda que pequena, da elevada liquidez internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo isso, há poucas razões para acreditar em uma alta estruturada e persistente do dólar. A moeda norte-americana deverá manter sua trajetória de depreciação em relação ao real brasileiro, exceto em movimentos pontuais de alta provocados pelo noticiário --que deverão ser esporádicos, limitados e de curta duração&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O jornalista Cláudio Gradilone assina a coluna Portfólio para a Reuters; as opiniões expressas são de sua responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-6573949018825490145?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/6573949018825490145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=6573949018825490145' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6573949018825490145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6573949018825490145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/tendencias-dolar.html' title='&lt;strong&gt;TENDÊNCIAS - DÓLAR.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SsNE6uufwCI/AAAAAAAAAXc/VW2lx8lDsv0/s72-c/25salario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-6905011614372344480</id><published>2009-09-26T13:15:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T13:22:30.052-07:00</updated><title type='text'>PIB POSITIVO NO SEMESTRE</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sr53_0FCAwI/AAAAAAAAAXU/w9clEk7K52I/s1600-h/919562-4058-it2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sr53_0FCAwI/AAAAAAAAAXU/w9clEk7K52I/s400/919562-4058-it2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385874142576902914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor que a encomenda: saiu o PIB do segundo trimestre, coim expansão de 1,9% sobre o primeiro, que tivera retração de 0,8%. Com isso, o PIB do primeiro semestre de 2009 acumula avanço de 1,1% no ponta a ponta, retirando o Brasil da lista dos países em recessão pós-crise global financeira. Em valores correntes, o PIB de abril a junho somou R$ 756,2 bi. De janeiro a março, R$ 684,6 bi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alta do PIB do primeiro semestre deste ano foi 1,5% menor que a de igual período de 2008, com crescimento dos serviços (2,1%) insuficiente para compensar as quedas na indústria (-8,6%) e na agropecuária (-3,0%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiros semestres&lt;br /&gt;Na comparação semestral, a maior redução (-11,2%) foi sofrida pela indústria de transformação seguida pela construção civil (-9,6%), pela de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-4,1%) e pela indústria extrativa (-0,9%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os serviços, destaque para a alta nos bancos e seguradoras (7,0%), nos serviços de informação (6,1%), na administração, educação e saúde públicas (3,0%), e nos serviços imobiliários e aluguel (1,5%). Quedas foram registradas nos setores de transporte, armazenagem e correio (-5,4%) e comércio (-5,0%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas continuaram positivas as taxas de consumo: 2,5% na administração pública e 2,3% nas famílias. Os investimentos tiveram baixa singificativa (15,6%), assim como as importações (-16,3%) e as exportações (-13,1%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro e segundo&lt;br /&gt;Boa notícia é que, na comparação dos dois trimestres iniciais deste ano, a indústria fechou o período com alta de 2,1%, e os serviços, de 1,2%. A agropecuária apresentou variação negativa de 0,1%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma comparação, o consumo das famílias cresceu 2,1% e o do governo caiu 0,1%. Os investimentos, ou formação bruta de capital fixo, permaneceu estável, as exportações aumentaram 14,1% e as importações, 1,5%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundos trimestres&lt;br /&gt;A queda de 1,2% no PIB do segundo trimestre de 2009, comparado ao de igual período de 2008, foi causada, principalmente, pela retração de 7,9% na indústria e de 4,2% na agropecuária. Os serviços tiveram expansão de 2,4%. O IBGE explica a redução na taxa da agropecuária pela perda de safra de alguns produtos importantes (caso da soja, do milho e do café) e fraco desempenho nos setores de pecuária, silvicultura e exploração florestal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema maior foi na indústria, pois todas as atividades apresentaram taxas negativas, sendo a maior delas a da indústria de transformação (-10,0%), influenciada principalmente pela menor produção nos setores de máquinas e equipamentos, metalurgia, peças e acessórios para veículos, mobiliário, vestuário e calçados. Também houve retração de 9,5% na construção civil, de 4,0% em eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana. Na indústria extrativa mineral, a redução foi de 0,8%, com a extração de minérios ferrosos caindo 27,4% e a de petróleo e gás natural aumentando 5,9%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão dos serviços (2,4%) veio do desempenho positivo na intermediação financeira e seguros (8,2%), já de volta ao patamar do terceiro trimestre de 2008, e de serviços de informação (6,8%, leia-se celular e informática). Também avançaram a administração, saúde e educação públicas (2,8%) e os serviços imobiliários e aluguel (1,4%). Em queda transporte de carga e passageiros, armazenagem e correio (-5,3%), comércio atacadista e varejista (-4,0%), por conta do mau resultado da indústria de transformação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mantém a bola em campo é o consumo das famílias, com aumenta pelo 23º trimestre consecutivo, destaca o IBGE. Ao confrontar o segundo trimestre deste ano ao de 2008, antes da crise, notou-se que o consumo das famílias cresceu 3,2%, graças ao aumento da massa salarial real (3,3%) e à maior oferta de crédito (20,3% em termos nominais). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o governo aumentou seus gastos (2,2%), nessa comparação, mas os investimentos caíram 17,0%, o maior recuo desde o início da série, em 1996, explicado, principalmente, pela redução da produção interna de máquinas e equipamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais: tanto as exportações (-11,4%) quanto as importações (-16,5%) de bens e serviços continuaram em declínio, quando analisados os resultados desses dois segundos trimestres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 meses &lt;br /&gt;Mas, considerando-se o período de 12 meses terminado no segundo trimestre de 2009, o PIB teve crescimento de 1,3%, em relação a intervalo igual imediatamente anterior - ajudado, mais pelos impostos (alta de 1,6%) que pelo valor adicionado (alta de 1,2%). Nessa comparação, o IBGE detectou aumento em serviços de 3,1% e na agropecuária, de 0,2%, com queda de 3,0% na indústria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaques positivos, na comparação de 12 meses: indústria extrativa mineral (1,5%), eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana ( 0,2%), serviços de informação (7,8%), intermediação financeira e seguros (6,9%), administração, educação e saúde públicas (2,9%) e serviços imobiliários e aluguel (2,0%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A administração pública consumiu 4,2% mais, as famílias, 3,5% mais. Detalhe negativo: a formação bruta de capital fixo caiu 2,2%, depois de 20 trimestres de crescimento seguidos nessa base de comparação. No setor externo, tanto as exportações (-7,6%) como as importações (-0,8%) de bens e serviços caíram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo trimestre, o PIB, a preços de mercado alcançou R$ 756,2 bi, sendo R$ 652,4 bi referentes a valor adicionado e R$ 103,8 bi a impostos sobre produtos. No primeiro, R$ 684,6 bi, sendo R$ 584,6 bi de produto e R$ 100 bi de impostos. &lt;br /&gt;(11/09/2009) JOELMIR BETTING.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-6905011614372344480?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/6905011614372344480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=6905011614372344480' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6905011614372344480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6905011614372344480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/pib-positivo-no-semestre.html' title='&lt;strong&gt;PIB POSITIVO NO SEMESTRE&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sr53_0FCAwI/AAAAAAAAAXU/w9clEk7K52I/s72-c/919562-4058-it2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1421197187669846533</id><published>2009-09-15T19:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T19:17:29.702-07:00</updated><title type='text'>LEHMAN BROTHERS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SrBKpqvlYcI/AAAAAAAAAXE/ZhKJ4Zcmw2k/s1600-h/20070926184326dollardentro203.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 203px; height: 152px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SrBKpqvlYcI/AAAAAAAAAXE/ZhKJ4Zcmw2k/s400/20070926184326dollardentro203.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381883634416705986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um ano depois da falência do Lehman Brothers, regulação bancária continua fraca&lt;br /&gt;De Marc Jourdier (AFP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WASHINGTON, EUA — A quebra do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008, expôs os defeitos do sistema de regulamentação e vigilância bancária americano, que permanece cheio de brechas um ano depois apesar do projeto de reforma proposto pelo governo de Barack Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo ilustrativo da cegueira dos reguladores: uma das principais autoridades de controle, o presidente do Federal Reserve (Fed) Ben Bernanke, disse no dia 15 de julho de 2008 que o sistema bancário americano estava 'bem capitalizado'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, mais de 100 bancos americanos entraram com pedidos de falência além do Lehman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maiores pontos fracos do sistema já foram identificados: divisão de tarefas, normas frouxas e reguladores permissivos, além de uma política de remunerações que estimula riscos desnecessários e da ausência de controle sobre setores inteiros do setor financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambicioso, o plano de reforma da regulamentação lançado por Obama não racionaliza o sistema, mas tenta "preencher as lacunas", como explicou recentemente à rede de televisão CNBC o ex-representante republicano Michael Oxley.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo propõe a criação de um Conselho de Vigilância dos Serviços Financeiros, cuja função seria identificar novos riscos e coordenar a ação dos reguladores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a administração planeja reunir todas as instituições financeiras (bancos, fundos de investimento e companhias de seguros) cuja quebra colocaria em risco o conjunto do sistema sob um regulador único - neste caso, o Fed - e endurecer as normas dos fundos próprios de todas estas entidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas iniciativas foram bem recebidas por analistas que não discutem a legitimidade do Fed neste âmbito, mas a racionalização do sistema ficou limitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos uma estrutura de regulação insensata, com seis reguladores diferentes para os bancos, e isto considerando todos os reguladores estaduais como um só órgão", destacou recentemente Douglas Elliott, especialista sobre regulamentação financeira da Brookings Institution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reforma manterá cinco reguladores, apesar da opinião de analistas que acreditam que este número deveria ser reduzido a dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os bônus pagos a diretores de bancos, o governo cedeu e optou por não se envolver nesta questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o plano prevê que praticamente todos os participantes do mundo das finanças se submetam a reguladores, em particular os fundos especulativos e os operadores dos mercados de produtos derivados, que atualmente atuam sem fiscalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reforma ainda deve passar pelo Congresso, e a lição da história é que a regulação financeira sempre está atrasada em relação às inovações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para convencer os congressistas, membros do governo apontam que é necessário aproveitar a crise para garantir que a catástrofe iniciada em 2008 não se repita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-corretor da bolsa Henry Blodget, que perdeu quase todas as suas economias na bolha da internet, no começo desta década, afirma, no entanto, que as lições da atual crise serão rapidamente esquecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos criar (...) novos sistemas de regulação, colocar um monte de gente na prisão e fazer tudo o que falta para nos convencermos de que tudo será diferente da próxima vez, e assim o será enquanto a opinião pública se lembrar deste desastre", escreveu em dezembro na revista Atlantic Monthly.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas, assim que esta crise entrar para o passado, nossas prioridades mudarão lentamente e começaremos a nos preparar para a próxima grande bolha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright © 2009 AFP.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1421197187669846533?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1421197187669846533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1421197187669846533' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1421197187669846533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1421197187669846533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/lehman-brothers.html' title='&lt;strong&gt;LEHMAN BROTHERS&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SrBKpqvlYcI/AAAAAAAAAXE/ZhKJ4Zcmw2k/s72-c/20070926184326dollardentro203.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8336183800757910062</id><published>2009-09-13T17:36:00.001-07:00</published><updated>2009-09-13T17:38:59.810-07:00</updated><title type='text'>PERSONAGENS </title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sq2Qde3yEZI/AAAAAAAAAW8/_sQo48nhGOY/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 189px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sq2Qde3yEZI/AAAAAAAAAW8/_sQo48nhGOY/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381115965955248530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; Alfred Winslow Jones, o pai dos hedge funds; ou seria Keynes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira&lt;br /&gt;11/09/09 - 19h30&lt;br /&gt;InfoMoney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - Desta vez, Personagens do Mercado vai atrás de um longo objeto de estudos dos agentes: a administração dos riscos. A partir desta premissa, a história aponta para o nome de Alfred Winslow Jones, tido como o pai dos hedge funds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com raízes na sociologia, pode-se dizer que Winslow caiu de paraquedas no mundo dos investimentos. Por outro lado, apenas suas origens o separam da rotina dos mercados. Por mais que seus passos não tivessem esta pretensão, acabaram por colocá-lo entre as figuras fundamentais para a atual estrutura dos mercados financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida, liberdade e propriedade&lt;br /&gt;Nascido na Austrália, em 1900, foi morar nos Estados Unidos logo aos quatro anos. Com 23 anos, recebeu seu diploma de Harvard, com estudos na área de sociologia. Depois de trabalhar como tesoureiro de um navio mercante, passou a integrar o Serviço de Diplomacia dos Estados Unidos, se tornando vice-cônsul norte-americano em Berlin na época da ascensão de Hitler e da Grande Depressão dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1941, já de volta aos Estados Unidos, recebeu o doutorado em sociologia pela Universidade de Columbia. Sua tese, "Life, Liberty and Property" tratava das atitudes tomadas no ambiente de uma firma de Akron, no estado de Ohio. A revista Fortune se interessou, publicando diversos trechos do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, Winslow se juntou ao editorial da Fortune, tendo contato mais direto com a rotina dos mercados. Ao escrever o artigo "Fashions in Forecasting", pensou mais a fundo sobre análise técnica de ações, formulando suas primeiras ideias para o que viria a ser seu fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Travas&lt;br /&gt;Através da A.W. Jones and Co., sua companhia de investimentos, Winslow buscava encontrar uma maneira de eliminar os riscos de mercado com a utilização de operações travadas. A ideia inicial era comprar algumas ações alavancado e vender outras a descoberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas compras e vendas tinham de envolver o mesmo montante no total. Analisadas separadamente, as duas operações podem ser consideradas arriscadas e de caráter altamente especulativo. Combinadas, no entanto, resultariam em um portfólio conservador, pois mitigaria o risco de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de prevenir eventuais perdas, a estratégia, quando certeira em relação à tendência, permitia que o fundo de Winslow ganhasse nas duas pontas, seja pela valorização das ações compradas, porque já as detinha, seja pela queda dos papéis vendidos a descoberto, pois poderia adquiri-los por valor inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hedge fund, pela primeira vez&lt;br /&gt;O fato é que a alta rentabilidade das operações de Wislow passou a chamar atenção. Ainda assim, o termo "hedge fund", propriamente dito, só iria aparecer 17 anos depois, em uma matéria da Fortune sobre o assunto. "Há razões para acreditar que o melhor gestor de investimentos dos dias atuais é um senhor quieto e quase nunca fotografado que se chama Alfred Winslow Jones". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que, em uma base de cinco anos, a A.W. Jones havia performado a rentabilidade média obtida pelos fundos mútuos em cerca de 44%. Os números e a chamada da Fortuna renderam popularidade à estratégia e pontuaram o surgimento da indústria de hedge funds. Quase três anos depois da publicação, eram contabilizados cerca de 140 hedge funds no mercado norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A década de 1970, no entanto, freou o ímpeto dos hedge funds, principalmente por ser um período extremamente negativo para as commodities, por conta sobretudo do choque do petróleo. Posteriormente, nomes como o Quantum Fund de George Soros e o LTCM - Long Term Capital Management -, dos Nobeis Myron Scholes e Robert Merton foram popularizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Winslow ou Keynes?&lt;br /&gt;Mesmo não aparecendo nos manuais como o pioneiro do que hoje é considerada a bilionária indústria dos hedge funds, o pai da teoria macroeconômica John Maynard Keynes não pode ser desassociado desta história. Por trás de seu legado como economista, Keynes se revelava um investidor de ótimos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma matéria de 2007 do The New York Times trata Keynes como "day trader", relacionando suas atividades ao surgimento do que depois viria a ser chamado de hedge. De um período entre 1928 e 1945, Keynes obteve um rendimento médio de 13,2% em suas aplicações, contra um período de relativa estabilidade da bolsa britânica (+0,5%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segredo estava em estratégias combinadas. Além das posições em ações, Keynes mantinha posições correlacionadas em títulos públicos, moedas e commodities, sempre utilizando sua percepção superior a respeito dos fenômenos macroeconômicos. Recorrendo aos princípios de risco específico (diversificável ou idiossincrático) e risco sistêmico (não-diversificável ou de mercado), a ideia básica era que todos os investimentos estavam sujeitos a mudanças no ambiente econômico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteção&lt;br /&gt;O livro "Hedge fund investment management", de Izzy Nelken, cita que, em 1930, Keynes explicou que "mesmo se a oferta e a demanda estão equilibradas, os preços à vista devem exceder os preços futuros pelo tanto que os produtores [de commodities] estão dispostos a sacrificar para se protegerem, a fim de evitar o risco de flutuações de preços durante seu período produtivo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, na tentativa de atrair os especuladores a assumir o risco destas flutuações, os produtores tenderiam a vender sua produção para entrega futura com um desconto em relação à expectativa para os preços à vista no futuro, explica a obra de Nelken.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8336183800757910062?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8336183800757910062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8336183800757910062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8336183800757910062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8336183800757910062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/personagens.html' title='&lt;strong&gt;PERSONAGENS &lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sq2Qde3yEZI/AAAAAAAAAW8/_sQo48nhGOY/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-5913298095228023129</id><published>2009-09-12T09:59:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T10:04:35.509-07:00</updated><title type='text'>PIB BRASILEIRO EM CRESCIMENTO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqvUltesHyI/AAAAAAAAAW0/jzLS08P0Rsg/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqvUltesHyI/AAAAAAAAAW0/jzLS08P0Rsg/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380627924152753954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O anúncio do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no segundo trimestre de 2009 voltou a animar especialistas e governistas. Para o presidente Lula, por exemplo, o aumento da soma das riquezas produzidas no Brasil mostrou que o país estava muito mais preparado para enfrentar a crise mundial do que os Estados Unidos e nações da Europa. No entanto, desde outubro – um mês depois que a crise chegou ao Brasil, segundo economistas ela apareceu por aqui em setembro a partir da intervenção do governo americano no banco de investimentos Lehman Brothers – as despesas da União com pessoal e encargos sociais (folha salarial, previdência, etc.) crescem em ritmo mais acelerado do que os investimentos (execução de obras e compra de equipamentos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com dados do Orçamento Geral da União (OGU), entre novembro de 2007 e setembro de 2008, mês inicial da crise no Brasil, ou seja, 11 meses antes, os gastos com pessoal dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) somaram R$ 125,5 bilhões. Já entre outubro de 2008 e agosto deste ano, 11 meses depois dos primeiros sintomas da crise no país, os mesmos gastos alcançaram R$ 149,2 bilhões. Ou seja, a União desembolsou 19% a mais com pagamento de pessoal no período pós-crise ante o período que antecedeu o colapso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, houve um acréscimo mais tímido com os investimentos públicos. No período novembro de 2007 a setembro de 2008, a União desembolsou R$ 23,8 bilhões em obras e compra de equipamentos. Entre outubro de 2008 e agosto deste ano, o montante aplicado foi de R$ 25,4 bilhões, cerca de 7% a mais sobre o período anterior. Clique aqui para ver quadro com dados das despesas com pessoal e encargos sociais e dos investimentos nos dois períodos citados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurado pelo Contas Abertas para comentar os números, o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, foi enfático: aumentar os investimentos em ritmo mais lento do que os gastos correntes não é positivo para a economia brasileira. Isso porque, segundo ele, no futuro, quando a política anticíclica não for mais necessária para minimizar os efeitos da crise, o gasto público terá de recuar. “Dá para cortar investimentos. O que não dá para reduzir é despesa com pessoal e previdenciária. Investir mais neste momento é o mínimo que pode ser feito para ajudar a reverter um quadro de crise”, afirmou Velloso.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o economista Delfim Netto, em entrevista ao UOL sobre os números do PIB, a combinação entre o comportamento dos bancos centrais, das políticas anticíclicas e de uma “certa flexibilidade da economia” está funcionando. “Ninguém sabe quais são os efeitos desses fatores. Mas uma coisa é certa: estão pondo para funcionar outra vez o sistema. A resposta brasileira, honestamente, foi uma resposta até otimista”, comentou, referindo às ações que o Brasil tomou frente à crise global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimentos são os maiores desde pelo menos 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com o crescimento de maneira mais tímida em comparação com as despesas com pessoal, os investimentos realizados pela União vêm aumentando nos últimos anos. O governo federal, junto com o Legislativo e o Judiciário, desembolsou R$ 16,3 bilhões em execução de obras e compra de equipamentos entre janeiro a agosto de 2009. É o maior valor para o período desde pelo menos 2001, em valores atualizados &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-5913298095228023129?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/5913298095228023129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=5913298095228023129' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5913298095228023129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5913298095228023129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/pib-brasileiro-em-crescimento.html' title='&lt;strong&gt;PIB BRASILEIRO EM CRESCIMENTO!&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqvUltesHyI/AAAAAAAAAW0/jzLS08P0Rsg/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8489460820579186483</id><published>2009-09-07T02:54:00.000-07:00</published><updated>2009-09-07T02:57:49.201-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desemprego no mundo atingirá 239 milhões em 2009'/><title type='text'>SALÁRIO MINIMO NA UNIÃO EUROPÉIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqTY0QXtYbI/AAAAAAAAAWk/veDYvWr4DoU/s1600-h/06europ.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 90px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqTY0QXtYbI/AAAAAAAAAWk/veDYvWr4DoU/s400/06europ.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378662247246422450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;Salário mínimo: Alemanha é exceção na Europa&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Redator: Michael Knigge &lt;br /&gt;© Deutsche Welle&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário da maioria dos países industrializados, na Alemanha não há um salário mínimo estipulado por lei. Especialistas discutem prós e contras. Segundo estudo, trabalhador alemão é o terceiro mais caro da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Alemanha, são as partes negociadoras –sindicatos e empregadores– que negociam os salários em cada um dos setores da economia. No entanto, já faz algum tempo que esse sistema vem apresentando falhas: em tempos de globalização econômica, o mercado de trabalho é tomado por estrangeiros dispostos a trabalhar por um salário mais baixo. Ao mesmo tempo, a pressão aumenta para que empresas desloquem sua produção para países onde os custos são mais baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problema foi identificado cedo na construção civil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe apenas um setor no país que opera com salário mínimo estabelecido por decreto: a construção civil. Desde 1997, a lei garante que a tarifa negociada seja estendida também para trabalhadores de empresas estrangeiras na Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema remonta a contratos antigos, segundo os quais empresas vindas de fora podiam trazer seus próprios empregados para executar obras no país, o que lhes permitia pagar salários menores e lhes garantia vantagens em relação à concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso acabou gerando não apenas uma derrubada dos preços do setor, mas também a rejeição dos trabalhadores alemães, além de gerar condições de trabalho que não condizem com os padrões sociais do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas divididos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na União Européia, existe um salário mínimo em 18 dos 25 países-membros, entre eles Grécia, Espanha, Grã-Bretanha e França. Na maioria deles, o salário mínimo é definido de acordo com o pagamento mensal, não por hora de trabalho. Em 2004, o espectro da renda mensal mínima variava de 116 euros na Letônia a 1369 euros em Luxemburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os favoráveis à introdução de um salário mínimo na Alemanha argumentam baseados na justiça social e no asseguramento de um mínimo necessário para a sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que são contra alegam que a medida seria contraproducente, já que empregos cujos salários forem inferior ao estipulado por decreto desaparecerão, ocasionando um aumento do desemprego. Para eles, a justiça social já estaria assegurada pelo auxílio social e o seguro-desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhador alemão é terceiro mais caro da Europa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com um estudo da empresa de consultoria de recursos humanos Mercer, a Alemanha ocupa a terceira posição no ranking dos maiores custos de mão-de-obra da Europa. Com uma média de 50,4 mil euros por empregado por ano, a Alemanha só fica atrás da Bélgica (53,6 mil) e da Suécia (52,8 mil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas constataram diferenças consideráveis entre os países europeus. Na Europa Ocidental, os custos de mão-de-obra chegam a ser até quatro vezes maiores que no Leste Europeu. Na Letônia, por exemplo, eles são de 4,75 mil euros por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A média anual européia é de 28,3 mil euros, ou seja, 15% menor que a dos Estados Unidos. No entanto, sem levar em conta os índices dos países da porção Leste, a média da Europa Ocidental seria 23% superior à americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a lista dos salário mínimos mensais de diversos países (em euros): &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quelle: Eurostat, dados de janeiro de 2003&lt;br /&gt;Câmbio em 4 de setembro: Euro a 2,58 a compra e 2,79 a venda&lt;br /&gt;Luxemburgo: 1369 &lt;br /&gt;Holanda: 1249 &lt;br /&gt;Bélgica: 1163 &lt;br /&gt;França: 1154 &lt;br /&gt;Reino Unido: 1105 &lt;br /&gt;Irlanda: 1073 &lt;br /&gt;Estados Unidos: 877 &lt;br /&gt;Grécia: 605 &lt;br /&gt;Malta: 535 &lt;br /&gt;Espanha: 526 &lt;br /&gt;Eslovênia: 451 &lt;br /&gt;Portugal: 416 &lt;br /&gt;Hungria: 212 &lt;br /&gt;Polônia: 201 &lt;br /&gt;República Tcheca: 199 &lt;br /&gt;Estônia: 138 &lt;br /&gt;Lituânia: 125 &lt;br /&gt;Eslováquia: 118 &lt;br /&gt;Letônia: 116 &lt;br /&gt;Turquia: 89 &lt;br /&gt;Romênia: 73 &lt;br /&gt;Bulgária: 56&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Enviado por Antonio Sobrinho, Rio de Janeiro-Capital&lt;br /&gt;5 setembro, 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="www.jornaldosamigos.com.br "&gt;www.jornaldosamigos.com.br &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8489460820579186483?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8489460820579186483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8489460820579186483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8489460820579186483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8489460820579186483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/salario-minimo-na-uniao-europeia.html' title='&lt;strong&gt;SALÁRIO MINIMO NA UNIÃO EUROPÉIA&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqTY0QXtYbI/AAAAAAAAAWk/veDYvWr4DoU/s72-c/06europ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7076377873962872554</id><published>2009-09-03T17:52:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T17:54:10.884-07:00</updated><title type='text'>BC E A TAXA SELIC</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqBlCIHO8SI/AAAAAAAAAWc/Ufdbv2zVYnA/s1600-h/2BEV0CAZUC63SCAISS35PCAUZ63V4CAIGZIPHCAZ23HS6CASE8DFNCABU5FLRCAIP2T08CAQ38VFICAGJCX3KCAFB7SK9CALGXJGMCAPXL6WQCA0NLA8NCAMFFOO1CAZ1H6BMCAU67TU1CA7VNV0S.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 81px; height: 119px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqBlCIHO8SI/AAAAAAAAAWc/Ufdbv2zVYnA/s400/2BEV0CAZUC63SCAISS35PCAUZ63V4CAIGZIPHCAZ23HS6CASE8DFNCABU5FLRCAIP2T08CAQ38VFICAGJCX3KCAFB7SK9CALGXJGMCAPXL6WQCA0NLA8NCAMFFOO1CAZ1H6BMCAU67TU1CA7VNV0S.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377409042292338978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que o Banco Central mantém a Taxa Selic?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo declarações feitas pelo Banco Central logo após a reunião do COPOM, e divulgada pela imprensa, é que o atual nível da Taxa Selic “é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas e para a recuperação não inflacionária da atividade”. Embora essa seja realmente uma das razões, acredito que não seja a mais importante na atual conjuntura. Existe uma outra variável importante para o equilíbrio do mercado financeiro, e de grande impacto político-eleitoral, que se refere ao tamanho da taxa de juros que remunera a caderneta de poupança, cujo rendimento, como é de conhecimento geral, já ultrapassa a média dos rendimentos, líquidos de imposto de renda, proporcionados pelas aplicações em fundos de renda fixa, DI e não DI. E o pior: já concorre com os rendimentos líquidos oferecidos não só pelos Certificados de Depósitos Bancários (CDB) emitidos pelos Bancos, como também com os rendimentos proporcionados  pelos títulos da dívida pública federal, emitidos pelo Tesouro Nacional. Caso o COPON reduzisse a taxa referencial Selic em apenas 0,25 ponto percentual, a TR (Taxa Referencial de Juros) seria, em média, de zero. Obviamente cairia o rendimento da poupança, mas, os rendimentos líquidos dos  principais concorrentes citados cairiam numa proporção maior. E esse fato agravaria o equilíbrio do mercado financeiro pela possibilidade real de uma migração para a caderneta de poupança, dos aplicadores nas  modalidades concorrentes.  Com essa migração, os Bancos seriam obrigados a vender principalmente títulos da dívida pública – que correspondem a cerca de 80% da carteira dos fundos de investimento em renda fixa - para cobrir os resgates efetuados pelos cotistas. Dúvida: como continuar financiando a dívida pública interna? A sorte do governo:  milhões de aplicadores em fundos, principalmente aqueles que destinaram para essa modalidade valores de até R$ 20 mil ou R$ 50 mil, ainda não têm consciência de que estão perdendo para a poupança. E por esta razão, a migração tem sido muito pequena ou até mesmo inexistente.&lt;br /&gt;Aproveitando a oportunidade desta matéria, alguns lembretes e sugestões:&lt;br /&gt;1 – A sociedade brasileira tem que se conscientizar de que, considerada a realidade econômica do Brasil e do mundo, atual e projetada, não será possível manter por mais tempo uma taxa de juros de 6,17% ao ano (líquida de Imposto de Renda)  como remuneração básica de uma modalidade de aplicação que tem a maior segurança e a maior liquidez;&lt;br /&gt;2 – Uma eventual redução na taxa de juros da poupança tem que ser aprovada por lei específica. E por se tratar de uma medida contrária aos interesses de boa parte da população brasileira, principalmente a de baixa renda, é necessário que os nossos representantes no poder legislativo votem o projeto pensando mais nos interesses do nosso país, do que nos votos dados nas urnas. &lt;br /&gt;3 – Está passando da hora de o Banco Central rever alguns critérios para o cálculo do rendimento da caderneta de poupança. Creio ser absolutamente factível substituir a remuneração mensal baseada no número de dias úteis contidos no mês, pela remuneração mensal, como era até a metade da década de 90, independentemente do número de dias úteis ou corridos contidos no mês;&lt;br /&gt;4 – Também é necessário rever o critério de que depósitos efetuados nos dias 29, 30 e 31 do mês, sejam remunerados somente a partir do dia primeiro do mês seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. José Dutra Vieira Sobrinho&lt;br /&gt;São Paulo, 3 de setembro de 2009&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-7076377873962872554?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/7076377873962872554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=7076377873962872554' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7076377873962872554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7076377873962872554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/bc-e-taxa-selic.html' title='&lt;strong&gt;BC E A TAXA SELIC&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqBlCIHO8SI/AAAAAAAAAWc/Ufdbv2zVYnA/s72-c/2BEV0CAZUC63SCAISS35PCAUZ63V4CAIGZIPHCAZ23HS6CASE8DFNCABU5FLRCAIP2T08CAQ38VFICAGJCX3KCAFB7SK9CALGXJGMCAPXL6WQCA0NLA8NCAMFFOO1CAZ1H6BMCAU67TU1CA7VNV0S.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-861040908027371485</id><published>2009-09-03T17:49:00.001-07:00</published><updated>2009-09-03T17:50:46.750-07:00</updated><title type='text'>IMPOSTÔMETRO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqBkYCk8NuI/AAAAAAAAAWU/PtzyKvTUISw/s1600-h/25salario.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 80px; height: 80px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqBkYCk8NuI/AAAAAAAAAWU/PtzyKvTUISw/s400/25salario.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377408319251822306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Impostômetro vai ultrapassar marca dos R$ 700 bilhões nesta sexta  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Redação&lt;br /&gt;economia@eband.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) irá atingir a marca de R$ 700 bilhões na tarde desta sexta-feira. Apesar disso, está havendo uma queda de arrecadação dos governos federal, estaduais e municipais, que atingiram esse valor um dia depois no ano passado (3 de setembro de 2008). As informações são do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), autor do medidor de impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a marca de R$ 700 bilhões de impostos arrecadados no próximo dia 04 de setembro, às 12h40, o Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), confirma que a arrecadação tributária está praticamente igual a de 2008. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Impostômetro, que está instalado no prédio da ACSP mostra em tempo real desde abril de 2005 o quanto já foi arrecadado no país. Registrou no ano passado 700 bilhões 1 dia antes, em 03 de Setembro. Em 2007, esse montante foi arrecadado 41 dias mais tarde, ou seja, 11 de outubro. Em 2006 os R$ 700 bilhões foram alcançados em 11 de novembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente da ACSP, Alencar Burti, "apesar dessa estabilidade este ano, os brasileiros ainda pagaram muitos impostos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No site é possível acompanhar também os tributos que foram pagos pelos brasileiros nos anos anteriores, visualizar o pagamento por estado, produto e até mesmo comparar as arrecadações. Outra possibilidade é verificar o quanto todos pagam no ano, no mês, no dia e a cada hora, minuto e segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Impostômetro está instalado no prédio da ACSP, rua Boa Vista, 51, Centro, e também pode ser visualizado na internet, no endereço: www.impostometro.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 04 de Setembro de 2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horário: 12h40 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Associação Comercial de São Paulo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço: Rua Boa Vista, 51 - São Paulo/SP&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-861040908027371485?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/861040908027371485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=861040908027371485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/861040908027371485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/861040908027371485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/impostometro.html' title='&lt;strong&gt;IMPOSTÔMETRO.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SqBkYCk8NuI/AAAAAAAAAWU/PtzyKvTUISw/s72-c/25salario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-204229303816636140</id><published>2009-09-03T04:12:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T04:14:27.323-07:00</updated><title type='text'>FINANÇAS INTERNACIONAIS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sp-lDN9TjJI/AAAAAAAAAWM/1vkxceyrDs0/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 189px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sp-lDN9TjJI/AAAAAAAAAWM/1vkxceyrDs0/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377197954808646802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os mercados financeiros são o coração pulsante do capitalismo cognitivo’  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o economista italiano Andrea Fumagalli, "a governança política e social baseada na dinâmica livre dos mercados financeiros não tem condições de garantir uma distribuição de renda adequada em relação à nova forma de acumulação e valorização do capitalismo cognitivo". Na entrevista que segue, concedida por e-mail para a IHU On-Line, "a estrutura da propriedade privada parece inadequada para desenvolver a cooperação social que é necessária para melhorar o processo de acumulação, baseado cada vez mais em conhecimento, relações e aprendizagem". Fumagalli explica que "a compensação entre a propriedade intelectual e a necessidade de livre circulação e difusão do conhecimento é uma das causas da atual instabilidade estrutural. O conhecimento é um bem ‘comum’, e se ele é privatizado, sua valorização social diminui".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele explica por que considera que, atualmente, os mercados financeiros são o coração pulsante do capitalismo cognitivo. "Eles financiam a atividade da acumulação: a liquidez atraída para os mercados financeiros recompensa a reestruturação da produção que visa à exploração do conhecimento e ao controle de espaços externos aos negócios tradicionais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doutor em Economia Política, Andrea Fumagalli é atualmente professor no Departamento de Economia Política e Método Quantitativo da Faculdade de Economia e Comércio da Università di Pavia, Itália. Seus temas de interesse são teoria macroeconômica, teoria do circuito monetário; economia da inovação e da indústria, flexibilidade do mercado de trabalho e mutação do capitalismo contemporâneo: o paradigma do capitalismo cognitivo, entre outros. Dentre seus vários livros publicados, citamos: Il lavoro. Nuovo e vecchio sfruttamento (Milão: Punto Rosso, 2006), Bioeconomia e capitalismo cognitivo, Verso un nuovo paradigma di accumulazione (Roma: Carocci Editore, 2007), e La crisi economica globale (Verona: Ombre corte, 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - O senhor pode falar brevemente sobre as dez teses que o grupo de pesquisadores da Universidade Nômade levantaram recentemente no sentido de tentar compreender a atual crise internacional? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - As dez teses são fruto de uma discussão coletiva que começou com um seminário sobre a crise financeira, organizado pela Universidade Nômade, em Bolonha, nos dias 12 e 13 de setembro de 2008 e que continua até hoje. Marco Bascetta, Federico Chicchi, Andrea Fumagalli, Stefano Lucarelli, Christian Marazzi, Sandro Mezzadra, Cristina Morini, Antonio Negri, Gigi Roggero e Carlo Vercellone participaram dele, e eu redigi o texto. Podemos dizer que ele é o resultado do "intelecto geral" do movimento italiano, especialmente daquela parte que tem uma abordagem mais heterodoxa da análise marxista e provém da tradição do "operaísmo" (novo movimento operário). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - O capitalismo está mesmo em crise? O que a caracteriza? Ela representa também a crise da teoria neoliberal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - Antes de mais nada, pensamos que a atual crise financeira é uma crise sistêmica. É a crise de todo o sistema capitalista que vem se desenvolvendo desde a década de 1990 até agora. Isso tem a ver com o fato de que, atualmente, os mercados financeiros são o coração pulsante do capitalismo cognitivo. Eles financiam a atividade da acumulação: a liquidez atraída para os mercados financeiros recompensa a reestruturação da produção que visa à exploração do conhecimento e ao controle de espaços externos aos negócios tradicionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso quer dizer que as origens da crise e suas caracterizações têm a ver com os seguintes fatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A governança política e social baseada na dinâmica livre dos mercados financeiros não tem condições de garantir uma distribuição de renda adequada em relação à nova forma de acumulação e valorização do capitalismo cognitivo. A negociação individual, a incerteza de receitas estáveis por causa do aumento da precariedade, a redução de salários, principalmente nos países ocidentais, favorecem o aumento de uma dívida especulativa e instável, de um lado, e afetam negativamente a exploração das economias de ganho e de escala (portanto, os ganhos de produtividade), por outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A estrutura da propriedade privada parece inadequada para desenvolver a cooperação social que é necessária para melhorar o processo de acumulação, baseado cada vez mais em conhecimento, relações e aprendizagem (numa só palavra, no intelecto geral). A compensação entre a propriedade intelectual (o tipo de propriedade privada que substituiu parcialmente a propriedade privada de maquinário) e a necessidade de livre circulação e difusão do conhecimento é uma das causas da atual instabilidade estrutural. O conhecimento é um bem "comum", e se ele é privatizado, sua valorização social diminui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Quais as consequências do fato de esta crise ser sistêmica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - A principal é que ela necessita de intervenções sistêmicas e estruturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - O que significa a crise da estrutura do biopoder capitalista atual? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - Os mercados financeiros, redirecionando forçosamente parcelas crescentes das receitas do trabalho (como, por exemplo, pagamentos por demissão e seguridade social, diferentes das receitas que, através do Estado social, traduzem-se em programas estatais de saúde e instituições educacionais públicas), substituem o Estado como principal provedor de seguridade social e bem-estar. Desse ponto de vista, eles representam a privatização da esfera reprodutiva da vida. Por isso, exercem biopoder. A crise financeira é, consequentemente, uma crise da estrutura do atual biopoder capitalista.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;IHU On-Line - Que alternativas podemos imaginar neste momento, do ponto de vista econômico? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - Pensamos que atualmente não há condições de implementar uma espécie de New Deal institucionalizado (como foi possível na década de 1930), isto é, um New Deal resultante de uma conciliação política entre o trabalho e o capital. Segue-se que podemos nos deparar com duas soluções possíveis: a primeira é um aumento na instabilidade geopolítica internacional (rumo a uma nova guerra global?), especialmente a fim de definir um novo equilíbrio hierárquico econômico global, em que os EUA perderão o controle unilateral das finanças e da tecnologia. A segunda é que um New Deal, que se baseie numa forma nova de distribuição de renda (por exemplo, renda básica) e ultrapasse a dicotomia entre propriedade privada e estatal rumo a uma propriedade "comum", seja imposto pela força do movimento social, isto é, um New Deal a partir de baixo. Uma terceira oportunidade pode residir no desenvolvimento de uma nova trajetória econômica, técnica e social, que normalmente é chamada de "economia ecológica", capaz de resolver qualquer problema com um salto forte no futuro. Mas sou cético quanto a ela, porque esta crise necessita de uma solução de curto prazo e respostas políticas imediatas e gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Com esta crise, que outros valores ganham mais espaço no cenário atual? Qual o peso, por exemplo, que adquire o capitalismo cognitivo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - Penso que esta é a crise da implementação do capitalismo cognitivo, como a crise de 1929 foi a crise do taylorismo em seu início. A atual crise financeira, que se segue a outras ocorridas nos últimos 15 anos, destaca, de forma sistemática e estrutural, a inconsistência do mecanismo regulatório de acumulação e distribuição que o capitalismo cognitivo tentou se dar até agora. Além disso, com o advento do capitalismo cognitivo, o processo de valorização perde todas as unidades de mensuração quantitativa ligadas à produção material. Essas medições eram, de certa forma, definidas pelo conteúdo do trabalho necessário para a produção de mercadorias, mensurável com base na tangibilidade da produção e no tempo necessário para a produção. Com o advento do capitalismo cognitivo, a valorização tende a ser desencadeada em diferentes formas de trabalho ou mão de obra que cortam as horas de trabalho efetivamente verificadas para coincidir cada vez mais com o tempo geral da vida. Atualmente, o valor do trabalho ou da mão de obra está na base da acumulação capitalista e é também o valor do conhecimento, dos afetos e das relações, do imaginário e do simbólico. O resultado dessas transformações biopolíticas é a crise da medição tradicional do valor do trabalho ou da mão de obra e, junto com ela, a crise da forma do lucro. Uma solução "capitalista" possível era a medição da exploração da cooperação social e do intelecto geral por meio da dinâmica dos valores de mercado. Dessa maneira, o lucro era transformado em renda, e os mercados financeiros se tornaram o lugar onde o valor do trabalho ou da mão de obra era determinado, transformado num valor financeiro que não é outra coisa do que a expressão subjetiva das expectativas de lucros futuros gerados por mercados financeiros que, dessa forma, reivindicam renda. A atual crise financeira assinala o fim da ilusão de que o financiamento pode constituir uma unidade de medição do trabalho ou da mão de obra, ao menos no atual fracasso do capitalismo contemporâneo em termos de governança cognitiva. Consequentemente, a crise financeira é também uma crise da valorização capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Como tem aparecido nos debates econômicos a proposta de uma maior intervenção do Estado na economia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - É muito divertido o fato de que alguns dos economistas neoliberais que ainda há dois anos se horrorizavam com a ideia de intervenção estatal agora são a favor dela, talvez citando Keynes e/ou Marx. É claro que esse tipo de intervenção estatal é apenas instrumental. Ela segue o princípio da socialização dos prejuízos, a fim de recuperar no futuro a privatização dos lucros. Mas o principal problema é que a intervenção estatal só desempenha o papel de tapar os atuais buracos resultantes da falta de liquidez monetária (escassez de crédito) sem perspectivas de intervir nas razões estruturais da crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Neste momento de crise, qual a importância da união entre países, como é o caso da União Europeia, Mercosul, etc.?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - Ela é muito importante. Um dos resultados desta crise é a morte definitiva da soberania do Estado nacional. Só é possível imaginar uma nova governança política supranacional. Naturalmente, essa possibilidade depende das relações dinâmicas entre as mais relevantes áreas do mundo, especialmente do eixo EUA-Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). Quanto à Europa, a crise demonstra as dificuldades do processo de construção da União Europeia econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Que cenários de conflitos sociais são abertos pela crise financeira atual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Fumagalli - É bastante difícil responder a essa pergunta. Com certeza, essa crise pode ser uma grande oportunidade para os movimentos sociais globais. A razão disso reside no fato de que, no capitalismo cognitivo, não há espaço para uma reforma política institucional que seja capaz de reduzir a instabilidade que o caracteriza. Nenhum New Deal inovador é possível a não ser aquele impelido pelos movimentos sociais e pelas práticas da institucionalidade autônoma mediante a reapropriação de um sistema de bem-estar saqueado por interesses privados e congelado na política pública. Algumas das medidas que podem ser identificadas, desde a regulamentação dos salários baseada na proposta de uma renda básica até a produção com base na livre circulação do conhecimento, não são necessariamente incompatíveis com os sistemas de acumulação e subsunção do capital, como sugeriram vários teóricos neoliberais. De qualquer modo, novas campanhas de conflito social e reapropriação da riqueza comum podem ser iniciadas com a finalidade de solapar a própria base do sistema produtivo capitalista, isto é, a coerção do trabalho ou da mão de obra, a renda como ferramenta de chantagem e dominação de uma classe sobre outra e o princípio da propriedade privada dos meios de produção (ontem eram as máquinas, hoje também é o conhecimento). Em outras palavras, podemos afirmar que no capitalismo cognitivo uma possível conciliação social de origem keynesiana, mas adaptada às novas características do processo de acumulação, é apenas uma ilusão teórica, sendo inviável de um ponto de vista político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma política reformista plenamente desenvolvida (que tende a identificar uma forma de mediação entre o capital e o trabalho que seja satisfatória para ambos), capaz de garantir um paradigma estrutural estável do capitalismo cognitivo, não pode ser delineada atualmente. Assim, estamos num contexto histórico em que a dinâmica social não deixa espaço para o desenvolvimento de práticas reformistas e, acima de tudo, de "teorias" reformistas. O que se segue disso é que, percebendo que é a práxis que orienta a teoria, só o conflito e a capacidade de criar movimentos multitudinários podem permitir - como sempre - o progresso social da humanidade. Só o reavivamento de conflito social forte supranacional pode criar as condições para superar o estado atual de crise. Deparamo-nos com um aparente paradoxo: para tornar possíveis novas perspectivas reformistas e a estabilidade relativa do sistema capitalista, é necessária uma ação conjunta de natureza revolucionária, capaz de modificar os eixos sobre os quais se baseia a própria estrutura de comando capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos, portanto, começar a imaginar uma sociedade pós-capitalista, ou, melhor ainda, a reelaborar a batalha pelo bem-estar [welfare] na crise como organização imediata das instituições do comum. Isso não elimina definitivamente as funções da mediação política, mas remove-as definitivamente das estruturas representativas e absorve-as no poder constituinte de práticas autônomas. Em outras palavras, estamos lidando com a transformação do "comunismo do capital" no "comunismo do intelecto geral" como força viva da sociedade contemporânea, capaz de desenvolver uma estrutura de "estar-comum" [commonfare] e de estabelecer-se como uma condição efetiva e real da opção humana pela liberdade e igualdade. Entre o "comunismo do capital" e as instituições do comum não há especulação ou relação linear de necessidade: trata-se, em outras palavras, de reapropriar-se coletivamente da riqueza social produzida, rompendo os dispositivos da subsunção e do comando capitalista na crise permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tal processo, o papel autônomo desempenhado pelos movimentos sociais é importante, não só como programa e ação de caráter político, mas também, e acima de tudo, como ponto de referência para as subjetividades, singularidades ou segmentos de classe mais duramente atingidos e fraudados pela crise. A capacidade de subsunção real da vida no processo de trabalho e produção, a difusão de imagens culturais e simbólicas onipresentes com base em elementos do individualismo (começando com o individualismo "proprietário") e medidas de "segurança" constroem os principais pontos críticos do processo de controle social e cognitivo do comportamento dos trabalhadores e do proletariado. O alcance e a organização de uma subjetividade autônoma, que já vive nas práticas de resistência e produção de uma nova composição de classe, são condições necessárias para desencadear processos conflituosos, capazes de modificar as atuais hierarquias socioeconômicas. Deste ponto de vista, todos os excessos e insurgências que as subjetividades nomádicas conseguem alcançar e animar são bem-vindas. É só dessa maneira, como mil gotas que se encontram para formar um rio ou mil abelhas que formam um enxame, torna-se possível colocar em movimento formas de reapropriação da riqueza e do conhecimento, invertendo a dinâmica redistributiva, forçando os que causaram a crise a pagar por ela, repensando uma nova estrutura do bem-estar social e comum, imaginando novas formas de auto-organização e produção compatíveis com o respeito pelo meio ambiente e pela dignidade dos homens e mulheres que habitam este planeta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Unisinos  &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-204229303816636140?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/204229303816636140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=204229303816636140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/204229303816636140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/204229303816636140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/09/financas-internacionais.html' title='&lt;strong&gt;FINANÇAS INTERNACIONAIS&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sp-lDN9TjJI/AAAAAAAAAWM/1vkxceyrDs0/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-5896112217834521028</id><published>2009-08-24T03:35:00.000-07:00</published><updated>2009-08-24T03:39:09.611-07:00</updated><title type='text'>DÍVIDA PRIVADA  SUPERA  A DO  SETOR PUBLICO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SpJtyCiCMHI/AAAAAAAAAWE/y7d46M7s_P4/s1600-h/15pecac.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 170px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SpJtyCiCMHI/AAAAAAAAAWE/y7d46M7s_P4/s400/15pecac.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373478011846930546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crescimento da classe média, estabilidade econômica e segurança institucional explicam mudança, segundo especialistas. Dívida de famílias, indivíduos e empresas chega a 52,9% do PIB; para economista, juro alto e prazo curto ainda são entraves ao crédito privado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TONI SCIARRETTA&lt;br /&gt;DA REPORTAGEM LOCAL&lt;br /&gt;UOL ONLINE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dívida de famílias, indivíduos e empresas privadas ultrapassou no ano passado, pela primeira vez desde o início do Plano Real, o total do endividamento do setor público, que até então absorvia a maioria dos recursos disponíveis para financiar a economia brasileira.&lt;br /&gt;Trata-se, segundo especialistas, de mudança estrutural na forma como o país se financia, que sinaliza o amadurecimento do mercado de capitais e maior viabilidade do setor privado.&lt;br /&gt;A virada ocorreu em abril de 2008, ainda no auge da expansão da economia, segundo o Cemec (Centro de Estudos do Mercado de Capitais), entidade ligada à Fundação Ibmec, criada pelas instituições do mercado para avaliar desempenho e dar suporte técnico para o comitê que define prioridades de autorregulação.&lt;br /&gt;Segundo o economista Carlos Rocca, autor do estudo, a mudança é fruto da estabilidade da moeda, da emergência de uma nova classe média e da pujança do setor privado. Altera progressivamente o funcionamento da economia do Brasil, país com um dos menores patamares de crédito do mundo, quase sem financiamento imobiliário e de infraestrutura.&lt;br /&gt;Para o economista Claudio Haddad, presidente do Insper e ex-diretor do BC, a mudança decorre também de ganhos institucionais que trouxeram mais transparência e reduziram o risco do investidor, como o Novo Mercado, a Lei de Falências, a alienação fiduciária e o crédito consignado. "Você não tem desenvolvimento de mercado privado sem que o investidor possa ter segurança e horizonte para suas aplicações."&lt;br /&gt;No estudo, o setor privado somava em junho R$ 1,549 trilhão (52,9% do PIB) em empréstimos bancários, promissórias, debêntures, fundos de recebíveis, entre outros instrumentos, ante R$ 1,32 trilhão do endividamento público, incluindo empréstimos bancários das estatais. É o primeiro trabalho que considera dados de diferentes fontes e procura retirar duplas contagens.&lt;br /&gt;Para Rocca, a mudança significa que o governo e as estatais começam a sair do centro das decisões financeiras, espaço que passa a ser ocupado pela iniciativa privada, pela sociedade civil e por entidades de classe e de defesa do consumidor, que podem não estar totalmente articuladas para assumir esse papel. "Falta investir em educação financeira em todos os níveis: pessoa física, Executivo, Legislativo e Judiciário."&lt;br /&gt;Do ponto de vista da aplicação desse dinheiro, a mudança indica que as perspectivas de crescimento de empresas e as ambições da classe média, como comprar um carro, uma casa, viajar ou investir na educação dos filhos, tornam-se mais viáveis e com menor risco de dar errado -como em qualquer decisão de investimento, pautada pelo equilíbrio entre taxas de retorno e risco.&lt;br /&gt;Para o economista Edmar Bacha, um dos formuladores do Plano Real, o crédito privado progrediu muito nos últimos cinco anos, mas o principal problema diz respeito aos prazos desses financiamentos, que seguem curtos e só devem aumentar com juros menores.&lt;br /&gt;"Mais importante do que olhar quantidade é ver os prazos. Em que prazos estão sendo feitos esses financiamentos? Com taxa de juros muito elevadas, não dá para ter nem prazo nem muito crédito. Quem consegue pagar taxas de juros [altas]? Só o governo", disse.&lt;br /&gt;Para Ricardo Carneiro, professor da Unicamp, não há uma disputa de recursos entre o setor público e o privado, mas um custo alto dos empréstimos no país. "O título privado sempre paga juro maior do que o público por uma razão muito simples: o risco [do título público] é menor, o governo coleta imposto e pode emitir moeda. As taxas do setor privado são feitas como desdobramentos das do setor público, por isso o crédito privado sempre teve taxas muito altas."&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-5896112217834521028?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/5896112217834521028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=5896112217834521028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5896112217834521028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5896112217834521028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/divida-privada-supera-do-setor-publico.html' title='&lt;strong&gt;DÍVIDA PRIVADA  SUPERA  A DO  SETOR PUBLICO&lt;/strong&gt;.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SpJtyCiCMHI/AAAAAAAAAWE/y7d46M7s_P4/s72-c/15pecac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1846201840709740113</id><published>2009-08-20T16:20:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T16:23:11.391-07:00</updated><title type='text'>BANCO PÚBLICO E  ELEVAÇÃO DO CRÉDITO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/So3a06MNqaI/AAAAAAAAAV0/ldbJtHU8NbU/s1600-h/Familia+Banco_da_Renata_2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 306px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/So3a06MNqaI/AAAAAAAAAV0/ldbJtHU8NbU/s400/Familia+Banco_da_Renata_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372190533031405986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;                                                                            psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo acertou ao utilizar bancos públicos para expansão do crédito e para desobstruir o empoçamento da liquidez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou, mas enfim chegou o momento de elogiar um dos poucos acertos da equipe econômica do atual governo.&lt;br /&gt;Depois de perder um precioso tempo no processo de diminuição das taxas básicas de juros, da ineficácia na gestão dos programas de investimentos em infraestrutura e logística, do engavetamento da reforma tributária, da inércia na redução dos encargos trabalhistas e do custo Brasil, da falta de maior incentivo ao mercado interno e da ausência de uma política econômica mais consistente para o enfrentamento da atual crise, entre outros equívocos, temos que admitir o êxito na decisão do governo em utilizar os bancos públicos para a expansão do crédito e para desobstruir o empoçamento da liquidez da economia.&lt;br /&gt;Atuando na defensiva, as instituições financeiras privadas usaram a tática dos times de futebol mais retranqueiros, ficando apenas com um atacante na frente e os demais jogadores, do meio de campo para trás, ou seja, mantiveram os juros em patamares elevados e atuaram com excessivo rigor na concessão de crédito.&lt;br /&gt;Conforme já havíamos alertado em nosso artigo “Bancos e os riscos do negócio”, publicado no DCI, em 25/05/09, os bancos precisam relembrar que o risco faz parte de qualquer negócio e da necessidade de direcionar mais os seus recursos para créditos ao setor produtivo, já que a época das “vacas gordas” dos lucros exagerados e fáceis, oriundos das aplicações maciças em títulos públicos, estava acabando, com a redução gradual da taxa  básica de juros, Selic.&lt;br /&gt;Além da curiosa aversão ao risco, derivada daquele perfil demasiadamente conservador de seus investimentos, os bancos privados tentaram evitar ao máximo, a redução dos juros nos empréstimos concedidos e de qualquer ação que implicasse num decréscimo da margem de lucro de suas operações financeiras.&lt;br /&gt;Neste cenário, exigiram até que o governo mudasse as regras de remuneração da caderneta, em vez de diminuir as absurdas taxas de administração dos seus fundos de investimentos, e só depois de perceberem que aquelas medidas anunciadas ficaram na geladeira é que iniciaram um processo forçado de redução.&lt;br /&gt;Também não se esforçaram para a implantação do cadastro positivo, mesmo alegando que a inadimplência representava um terço do custo do spread bancário.&lt;br /&gt;Quando postos em cheque porque não reduzem as suas taxas de juros e incrementam seus empréstimos ao setor produtivo, principalmente para as pequenas e médias empresas,  defendem-se alegando o alto risco envolvido nessas operações.&lt;br /&gt;Neste aspecto, quem diria, os bancos públicos deram uma verdadeira lição estratégica e apostaram na expansão do crédito, ampliando significativamente suas carteiras de empréstimos, enquanto os maiores bancos privados apresentaram redução.         &lt;br /&gt; Como resultado, o Banco do Brasil obteve um excelente desempenho no primeiro semestre, conseguindo conciliar o aumento da concessão de crédito com a queda da inadimplência. &lt;br /&gt;Assim sendo, o Banco do Brasil (BB) apresentou um expressivo lucro - de R$ 4,01 bilhões - , apesar de registrar um pequeno crescimento em relação ao idêntico período de 2008, e voltou a liderar o ranking dos maiores bancos do País, com R$ 598,8 bilhões de ativos totais, recuperando a posição perdida anteriormente para o Itaú Unibanco.&lt;br /&gt;A continuar nesse ritmo, o BB, em termos de lucratividade, poderá ultrapassar o Bradesco, que teve um lucro quase idêntico (R$ 4,02 bilhões) e a ameaçar a liderança do Itaú Unibanco (R$ 4,58 bilhões). Talvez isso explique o desabafo do ministro da Fazenda Guido Mantega, em resposta às provocações de Roberto Setúbal, do Itaú Unibanco, de que as taxas cobradas pelos bancos públicos são insustentáveis.&lt;br /&gt;Além de lamentar “a dor de cotovelo” do representante do Itaú Unibanco, preferimos enaltecer as declarações do presidente do BB, Aldemir Bendine de que aquele banco público adotou a estratégia correta ao dar um voto de confiança ao País e trabalhar para o destravamento das linhas de crédito.&lt;br /&gt;Devemos ressaltar também a mesma atitude adotada pela Caixa Econômica Federal, que vem expandindo suas operações de crédito e reduzindo as taxas de juros.&lt;br /&gt;A partir deste momento, cabe aos bancos privados reverem seus critérios de concessão de crédito, reduzir os juros e acreditar mais no empresariado nacional, para não perder o bonde da história ou figurar como um dos vilões do crescimento econômico brasileiro.&lt;br /&gt;O Brasil só conseguirá reverter os efeitos adversos desta crise internacional e partir para um desenvolvimento econômico sustentável se contar com a valorização do seu setor produtivo e com a presença de um setor financeiro atuante e parceiro.                                                        &lt;br /&gt; A concorrência entre os bancos, como nos demais setores da economia, é salutar e não deve ser temida. Basta de premiar o ganho fácil e a especulação financeira.&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva, economista graduado pela Universidade de São Paulo (USP), consultor e assessor empresarial, especializado na recuperação e expansão de empresas em dificuldades financeiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1846201840709740113?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1846201840709740113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1846201840709740113' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1846201840709740113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1846201840709740113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/banco-publico-e-elevacao-do-credito.html' title='&lt;strong&gt;BANCO PÚBLICO E  ELEVAÇÃO DO CRÉDITO&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/So3a06MNqaI/AAAAAAAAAV0/ldbJtHU8NbU/s72-c/Familia+Banco_da_Renata_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-2363684601210872591</id><published>2009-08-19T04:15:00.000-07:00</published><updated>2009-08-19T04:16:32.554-07:00</updated><title type='text'>PERSONAGENS DO MERCADO ACIONÁRIO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SovfBWyVqXI/AAAAAAAAAVs/alOiOgDWNyY/s1600-h/1648368_1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 217px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SovfBWyVqXI/AAAAAAAAAVs/alOiOgDWNyY/s400/1648368_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371632194959026546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Joseph Kennedy e as lições de um engraxate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira&lt;br /&gt;18/08/09 - 14h00&lt;br /&gt;InfoMoney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - Muitas vezes, as lições mais valiosas de investimento são extraídas dos conceitos mais simples. Além de seus resultados como investidor, Warren Buffett é famoso nos mercados pela simplicidade característica de suas frases, que guardam grande conteúdo. Personagens do mercado desta vez conta outra história simples, valiosa e muito famosa nos mercados, mas não de Buffett.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como o megainvestidor citado, o personagem desta matéria fez fortuna no mercado acionário. Ainda assim, é mais conhecido pela linhagem de sua família: Joseph Kennedy, pai do ex-presidente norte-americano John F. Kennedy, assassinado em 1963, e dos senadores Robert e Edward Kennedy. Mas para o caso em questão, o que interessa são as facetas do investidor Joseph Kennedy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irônico&lt;br /&gt;A trajetória de J. Kennedy revela algumas curiosidades. Ironicamente, era conhecido como um investidor agressivo, extremamente ganancioso. Relatos apontam que ele chegou a comercializar bebidas alcoólicas durante o período de Lei Seca nos Estados Unidos, entre outras coisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar deste perfil, Kennedy se tornou presidente da SEC (Securities and Exchange Commission), o órgão regulador do mercado norte-americano, entre 1934 e 1935, cargo geralmente associado a um perfil mais conservador. O que não era seu caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem da fortuna de Kennedy é associada a práticas especulativas com ações e contratos de commodities. No posto de chairman da SEC, entretanto, desenvolveu mecanismos de controle das atividades especuladoras e voltou esforços contra possibilidades de manipulação do mercado acionário e o uso de informação privilegiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insider&lt;br /&gt;Seu primeiro emprego após a graduação em Harvard foi como analista de um banco estatal. O perfil arrojado de Kennedy começou a aparecer quando o banco que seu pai possuía participação, o Columbia Trust Bank, se deparou com a possibilidade de concordata. Kennedy emprestou cerca de US$ 45 mil de familiares e amigos e assumiu o controle da instituição, se tornando presidente do banco aos 25 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Além do setor financeiro, os negócios de Kennedy também circulavam pelo segmento imobiliário, com a aquisição de companhias que apresentavam problemas para se manter. Mas seu contato com o setor bancário que lhe rendeu o contato com Wall Street.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época, o mercado passava por fase de grande desenvolvimento, e enfrentava um prolongado bull market que acabaria por culminar na crise de 1929. As atividades eram pouco regulamentadas e Kennedy é reconhecido praticante de estratégias que depois seriam rotuladas de manipulação de ativos e insider trading - utilização de informações privilegiadas -, e seriam combatidas quando o próprio Kennedy assumiu a SEC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engraxate&lt;br /&gt;Neste bull market, Kennedy operou contratos de commodities e ativos principalmente ligados ao setor imobiliário. Mas suas grandes tacadas sempre partiam dos períodos de adversidade. Aí aparece sua tão famosa lição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lenda conta que, já dono de uma vasta carteira de ações, Kennedy parou para engraxar seus sapatos numa quarta-feira e ficou surpreso ao receber conselhos de investimento de seu engraxate. Como o mercado de ações era ambiente de investidores ricos e pessoas de renome na época, Kennedy julgou que algo estava errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ouvir conselhos do engraxate, resolveu vender todas as ações que possuía no mesmo dia. Por timing ou ironia do destino, a quinta-feira seguinte ficou marcada na história como a "Black Thursday", a quebra da bolsa de Nova York e um dos marcos iniciais da Grande Depressão. O valor das ações derreteu, mas Kennedy estava fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso de Joseph Kennedy encobre um período de bolha nos preços dos ativos, de supervalorização dos papéis. Talvez pela tamanha popularidade que o mercado de ações havia atingido, pelas proporções surreais que os preços haviam tomado. Para a história, fica uma das mais famosas lições de investimento: quando até seu engraxate lhe dá conselhos sobre o mercado, talvez seja hora de sair dele. Sem desmerecer a profissão.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-2363684601210872591?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/2363684601210872591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=2363684601210872591' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2363684601210872591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2363684601210872591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/personagens-do-mercado-acionario.html' title='&lt;strong&gt;PERSONAGENS DO MERCADO ACIONÁRIO.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SovfBWyVqXI/AAAAAAAAAVs/alOiOgDWNyY/s72-c/1648368_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8394439237091951557</id><published>2009-08-18T16:52:00.000-07:00</published><updated>2009-08-18T16:54:29.440-07:00</updated><title type='text'>COMO GANHAR DINHEIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sos_KbpkCXI/AAAAAAAAAVk/8P1f0EK4GAg/s1600-h/dicas-de-como-ganhar-muito-dinheiro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sos_KbpkCXI/AAAAAAAAAVk/8P1f0EK4GAg/s400/dicas-de-como-ganhar-muito-dinheiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371456429022775666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tem gente que procura no Google sobre como ganhar muito dinheiro. O fato é eu não há uma receita mágica e 100% eficiente para que o sonho de ganhar muito dinheiro realize-se de uma hora para outra. De qualquer modo, há algumas maneiras bem conhecidas do grande público para conseguir ganhar muito dinheiro. Vamos a elas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Ganhar na Mega-Sena. Essa é óbvia e não demanda grandes explicações. É só fazer uma aposta, acertar os 6 números e correr pro abraço;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Investir na Bolsa de Valores. Investir é meio que um tipo de aposta, você pode ganhar muito dinheiro mas pode perder muito também. E isso pode demorar anos para acontecer, como acontecer repentinamente. Dia desses, uma das empresas com capital aberto na Bovespa teve suas ações valorizadas em 700% num único dia. Quem comprou R$ 1 milhão em ações da tal empresa, acabou o dia com R$ 8 milhões!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Virar um blogueiro bem-sucedido. Os rendimentos não chegam nem perto das duas alternativas anteriores, mas já servem para alguma coisa. Sei de um blogueiro que chega a ganhar US$ 13 mil dólares por mês! (não sou eu :\);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Virar vendedor. Mas não qualquer tipo de vendedor. Dependendo do ramo de atuação, dá pra faturar uma boa grana. Conheço um cara que vende açúcar para supermercados, ele é intermediário entre a indústria e o varejo. Outro dia estava contando que houve uma época em que o valor mensal de suas comissões chegava a R$ 100 mil reais. Mas é como eu disse, depende da área de atuação. Alguns vendedores faturam muito mais que isso, outros sofrem para faturar mil reais mensais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UMA RESPOSTA ...&lt;br /&gt;Ganhar “muito” dinheiro&lt;br /&gt;Semana passada, escrevi aqui neste espaço sobre o tema “ganhar dinheiro”. Como disse na abertura do artigo, tratava-se de assunto polêmico. Não deu outra: choveram e-mails e telefonemas, com os mais diversos comentários. Muitos elogios, aprovações e boas reclamações também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De alguns amigos eu já esperava a crítica. Conhecendo-os como conheço, sabia que estaria provocando-os com a abordagem. Afinal, para eles não existe simplesmente “ganhar dinheiro”. Somente interessa se for “ganhar muito dinheiro”. Entendo perfeitamente o ponto-de-vista dos que pensam assim. E, em alguns aspectos, até concordo. O único problema é que “muito” é um termo relativo. Muito quanto? Quanto é muito dinheiro para você? Em palestras, costumo perguntar aos participantes qual seria a renda mensal para que eles se tornassem ricos. As respostas variam de R$ 5.000,00 a R$ 10 milhões. Para algumas pessoas, uma renda mensal de cinco mil reais pode ser o sonho de uma vida; a verdadeira fortuna. Para outros, esse valor não cobre as despesas mensais com itens de higiene pessoal. O que é muito para uns, é pouco para outros. Por isso, deixo que cada leitor chegue às suas próprias conclusões sobre quanto dinheiro precisa para viver bem e ser feliz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo é que a felicidade não está condicionada a esse montante. Para alguns, “muito dinheiro” pode representar a verdadeira desgraça, o infortúnio, o fim da vida. Conhecemos histórias reais que tiveram final trágico quando seus protagonistas foram “presenteados” com a fortuna. Por outro lado, há pessoas que com “pouco dinheiro” conseguem levar uma vida tranqüila e feliz. E que se dizem plenamente realizadas. Parece-me que o importante está na forma como cada um lida com o que tem, ou melhor, com sua própria vida, independente de ter muito ou pouco dinheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra crítica à abordagem do artigo anterior foi o fato de eu ter condicionado “ganhar dinheiro” com trabalho (em alguns casos, com muito trabalho). É incrível, mas tem gente que ainda pensa em ficar rico, sem fazer nada, levando a vida na valsa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, em parte, essa crítica pode ter razão: se você pensar em evoluir financeiramente trabalhando muito, corre o risco de ver a vida passar, sem aproveitá-la. Há uma variável que precisa ser adicionada à equação para que ela traga melhores resultados. É o conhecimento! Uma nova perspectiva sobre as possibilidades de “ganhar dinheiro” pode acelerar o processo de evolução patrimonial; e melhorar a qualidade de vida. Aquela coisa de trabalhar, trabalhar, trabalhar, sem sair do lugar, realmente não é algo que eu recomendo. Trabalhar no sentido de correr atrás do dinheiro, também não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas adquirem nova forma quando começa a se perceber que o bom trabalho é o que nas traz satisfação e melhora nossa vida. Também, quando aprendemos que é preciso fazer o dinheiro trabalhar para nós, e não o contrário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, nos exemplos do artigo anterior, em que alguns profissionais “trabalham” além do expediente normal, presumo que estão fazendo coisas que gostam de fazer, mais por prazer do que por necessidade. E que, naturalmente, são remunerados por isso, utilizando o ganho extra para o aumento de seus patrimônios, de maneira inteligente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você conhece alguém que não faz nada? Sempre estamos ocupados. E é muito bom quando nos ocupamos com coisas que gostamos de fazer e que de sobra ainda nos traz dinheiro. Fazer do lazer o ganha-pão ou transformar trabalho em lazer não é exatamente o que aprendemos nas escolas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se isso vai trazer “muito” dinheiro para você, eu não sei. Pois, tudo dependerá daquilo que falei antes: quanto é “muito” para você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu sei é que conheço gente que está ganhando “muito” dinheiro porque está fazendo a coisa certa. Sabe o que fazer com o dinheiro que ganha; sabe como ganhar mais dinheiro; e sabe aproveitar a vida enquanto faz tudo isso ao mesmo tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, eu também acho bom. &lt;br /&gt;Jornal de Hoje&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8394439237091951557?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8394439237091951557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8394439237091951557' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8394439237091951557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8394439237091951557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/como-ganhar-dinheiro.html' title='&lt;strong&gt;COMO GANHAR DINHEIRO&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sos_KbpkCXI/AAAAAAAAAVk/8P1f0EK4GAg/s72-c/dicas-de-como-ganhar-muito-dinheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-4730692739938909144</id><published>2009-08-16T08:59:00.000-07:00</published><updated>2009-08-16T09:00:08.607-07:00</updated><title type='text'>ONIOMANIA : COMPRAR ACIMA DO PEMITIDO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/SogqPxBRIiI/AAAAAAAACH4/r1GFTuPIGeM/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 298px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/SogqPxBRIiI/AAAAAAAACH4/r1GFTuPIGeM/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370589005984375330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Transtornos da modernidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Emanuelle Bezerra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda metade do século XX foi marcada por muitas transformações na sociedade. Junto com todas as novidades tecnológicas, desenvolvimento econômico de muitos países e, por consequência disso, melhoria na qualidade de vida, surgiram novos problemas também. Alguns transtornos mentais anteriormente nunca documentados começaram a surgir em meio à criação de meios de comunicação que difundiram conceitos que muitas vezes não podem ser adotados por todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O incentivo ao consumo é um bom exemplo disso. A vontade de comprar desordenada tornou-se uma doença que já atinge 2% da população mundial. A oniomania – como é chamado este transtorno – pode demorar a ser diagnosticada, já que a prática do consumo é bem vista pela maioria da sociedade e pelo fato de muitos desejarem o status do poder de compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oniomania é caracterizada pela deliberação que o desejo por determinado produto provoca no paciente. Não é apenas o consumo, o objeto, mas a satisfação ao concretizar a vontade crescente de compra que gera ansiedade e planejamento, tomando grande parte do tempo da pessoa. O Dr. Antônio Luciano, que trabalha em um programa da Associação Brasileira de Psiquiatria de desmistificação de transtornos e é coordenador científico da Interconsulta Psiquiatra Hospitalar, diz que existem pessoas com uma predisposição para a oniomania, mas que o problema é acentuado com a exposição à publicidade e à propaganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o especialista, apesar de muitos psiquiatras acreditarem que a oniomania seja um fenômeno da pós-modernidade, não há como se ter certeza, pois não existem artigos científicos que comprovem essa tese. O fato é que este e outros transtornos — como a síndrome do pânico, transtornos alimentares e compulsivos — começaram a ser identificados após os anos de 1950.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, o primeiro grupo de apoio para os dependentes de compras surgiu já na década seguinte ao início da identificação da doença, em 1968. Os Devedores Anônimos só chegaram ao Brasil em 1997, com reuniões em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná. Os encontros semanais fazem parte do tratamento, que inclui ainda medicamentos e psicoterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, é necessário dar fim a todas as formas de crédito do paciente, como cheques e cartões de crédito. Uma outra pessoa precisa assumir o controle financeiro da vida do paciente e ajudá-lo a se reorganizar. O Dr. Leandro diz que, apesar de a doença não ter cura, existem pessoas que conseguem recuperar o controle e deixar de tomar os medicamentos. Outras precisam do acompanhamento de remédios para sempre. “A pessoa cria estratégias internas que a ajudam a sofrer menos desta dependência”. Ele lembra também que esta compulsão é comum em pessoas portadoras de outros transtornos mentais, como o bipolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H. Vidal sofre de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e apresentou a oniomania durante o tratamento. “Foi um efeito colateral do antidepressivo. Eu tive uma virada maníaca e gastei R$ 40 mil em livros e DVDs em dois meses”. O que diferencia o paciente que sofre de outra doença e apresenta a compulsão do portador de oniomania é justamente o imediatismo da compra. O Dr. Luciano explica que a pessoa compulsiva por compras delibera um tempo muito grande pensando na compra. “O processo da compra é o que caracteriza a oniomania. A pessoa passa horas ansiosa por satisfazer o desejo de ter algo e assim que o satisfaz já coloca outro no lugar. Ela não se importa com as dívidas, ou com o comprometimento de seus bens e renda. É de fato um vício. Diferente dos outros transtornos em que a pessoa olha, gosta e compra sem pensar como irá pagar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psiquiatra também lembra que a oniomania, assim como os transtornos alimentares, atinge muito mais a população feminina. A média é de um homem para cada quatro mulheres afetadas pela doença. “No homem isto é menos característico ou menos divulgado por eles. Pode ser por uma questão cultural, o homem pode sentir vergonha desta exposição, ou mesmo pelos hábitos de compras serem diferentes entre os gêneros”. R. Soares, por exemplo, gastou toda a sua herança em carros. “Sempre que ficava para baixo comprava um carro ou uma caminhonete nova para as duas fazendas que meu pai deixou. Enchi os mais de 21 mil hectares de veículos e fiquei sem chão, sem ter onde morar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como todo dependente, os consumidores compulsivos demoram a admitir seu vício. R. Soares diz que só admitiu quando viu sua mulher e filhos irem para a casa da sogra. “Minha mulher tentou me alertar, mas como dinheiro não era o problema eu dizia que ela não queria que eu gastasse muito em um carro para ela poder gastar tudo com blusinhas”. O Dr. Leandro alerta também para a questão financeira. Muitas pessoas com o poder de compra menor têm um menor grau de dependência e ao adquirir posições maiores a compulsão também cresce. O início da doença coincide com o fim da adolescência, mas o comportamento só se torna problemático cerca de dez anos mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas mulheres, o transtorno se apresenta na quantidade de coisas adquiridas. T. Moura frequenta o D.A. há um ano e meio diz que conseguiu encontrar o equilíbrio,apesar de ainda sentir muita vontade de “torrar todo o pagamento de uma vez”. Ela precisou ser afastada do trabalho pela falta de produtividade, pois passava muitas horas planejando uma compra. “No inverno de 2007, quando o quadriculado voltou à moda, eu quis tanto uma calça nesse estilo que comprei umas cinco, mas apesar de gostar de todas, eu não encontrava a perfeita. Fiquei tão apreensiva de nunca encontrar que simplesmente só pensava nisso. Em que loja eu poderia procurar, que formatos de bolso, enfim, foi loucura, já se passaram dois anos e elas ainda estão com a etiqueta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moura também contraiu uma dívida mensal quatro vezes maior do que sua renda. Ela explica que, como sempre comprou muito, em alguns lugares ficou conhecida e com crédito. Porém, na ocasião de seu afastamento, o volume de compras aumentou e ela paga por estas dívidas até hoje. “O segredo é não fazer o primeiro débito”, conclui.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PUBLICADO EM OPINIÃO E NOTÍCIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opiniaoenoticia.com.br/vida/comportamento/oniomania-compras-acima-do-permitido/?optin"&gt;http://opiniaoenoticia.com.br/vida/comportamento/oniomania-compras-acima-do-permitido/?optin&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-4730692739938909144?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/4730692739938909144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=4730692739938909144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4730692739938909144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4730692739938909144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/oniomania-comprar-acima-do-pemitido.html' title='&lt;strong&gt;ONIOMANIA : COMPRAR ACIMA DO PEMITIDO.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/SogqPxBRIiI/AAAAAAAACH4/r1GFTuPIGeM/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-4169118792293989009</id><published>2009-08-15T10:34:00.000-07:00</published><updated>2009-08-15T10:38:58.340-07:00</updated><title type='text'>GARANTIA BANCÁRIA.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SobyM1DUbgI/AAAAAAAAAVc/EjG8GmJdL_8/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 188px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SobyM1DUbgI/AAAAAAAAAVc/EjG8GmJdL_8/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370245907899248130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parmesão é garantia bancária na Itália&lt;br /&gt;Do UOL Tabloide&lt;br /&gt;Em São Paulo&lt;br /&gt;Dinheiro não é tudo na vida. Há também o queijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Emilia Romana, centro da Itália e pátria do parmesão, os empréstimos bancários concedidos aos agricultores são garantidos por fornadas do delicioso queijo, depositado nos bancos enquanto alcança o ponto ideal.&lt;br /&gt;Este sistema único no mundo nasceu nos anos 50 e no século 21 ainda é utilizado por quatro bancos desta região da Itália: o Banco Agrícola Mantovana (MPS), o Popolare di Verona, o Popolare dell'Emilia Romagna e o Credem (Crédito Emiliano), que abrigam mais de 400.000 fôrmas de parmesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fôrma de parmesão, que pesa 40 quilos e vale 300 euros, amadurece após dois anos da fabricação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Durante os dois anos, os produtores devem enfrentar os diversos gastos e continuar pagando os fornecedores. Para permitir o acesso ao financiamento necessários, os bancos da região de vocação agrícola decidiram criar depósitos para parmesão", explica William Bizzarri, diretor geral da Magazzini Generali delle Tagliate (MGT), uma empresa fundada pelo Credem em 1953.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os depósitos servem ao mesmo tempo de garantia para os créditos. Se o cliente não pagar o crédito, o banco recupera o valor vendendo o queijo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA : &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2009/08/14/ult1594u1690.jhtm"&gt;http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2009/08/14/ult1594u1690.jhtm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14/08/2009 - 07h39&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-4169118792293989009?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/4169118792293989009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=4169118792293989009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4169118792293989009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4169118792293989009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/garantia-bancaria.html' title='&lt;strong&gt;GARANTIA BANCÁRIA.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SobyM1DUbgI/AAAAAAAAAVc/EjG8GmJdL_8/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-6036063216921829325</id><published>2009-08-15T10:13:00.000-07:00</published><updated>2009-08-15T10:15:25.935-07:00</updated><title type='text'>VEÍCULOS : FINANCIAMENTO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SobtJzVqhhI/AAAAAAAAAVU/S5c93oiUj7s/s1600-h/10756.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 181px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SobtJzVqhhI/AAAAAAAAAVU/S5c93oiUj7s/s400/10756.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370240358341576210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;13/08/2009 - 10h37 &lt;br /&gt;MERCADO  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maioria da frota brasileira é de carros financiados &lt;br /&gt;Para estudo, 56% dos 24,4 milhões de veículos em circulação têm financiamento &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;da Redação &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se você sempre ouve aquele discurso de que o melhor é comprar à vista, mas adquiriu um veículo por meio de financiamento, saiba que não está sozinho. A maioria (56%) da frota estimada de 24,4 milhões de veículos e comerciais leves com 15 anos de vida em circulação no Brasil tem financiamento ativo. O dado foi divulgado pela Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), referente ao primeiro semestre deste ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse volume equivale a cerca de 14 milhões de consumidores, sendo que 38,6% têm alienação fiduciária gerada por operações de CDC (crédito direto ao consumidor) ou consórcio, 14,4% têm arrendamento mercantil e 3% têm algum outro tipo de financiamento (penhor mercantil, reserva de domínio etc). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saldo total das carteiras de leasing e CDC para a aquisição de veículos pelas pessoas físicas teve alta de 14,7%, saltando de R$ 129,4 bilhões em junho do ano passado para R$ 148,5 bilhões no mês de 2009. Se analisadas separadamente, a carteira de leasing cresceu 43,1%, passando de R$ 45,5 bilhões em junho de 2008 para R$ 65,1 bilhões em junho deste ano. Já o saldo da carteira de CDC teve uma retração de 0,6%, saindo de R$ 83,9 bilhões para R$ 83,4 bilhões, comparando o mesmo período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saldo acumulado do crédito das carteiras de Leasing e CDC corresponde a 5,1% do PIB (Produto Interno Bruto, conjunto das riquezas produzidas no país), contra 4,4% em relação ao mesmo período de 2008. Esse montante também passa a representar 34,2% do total do crédito destinado no mercado para as pessoas físicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As taxas de juros em junho de 2009 seguem em tendência de queda. Nos primeiros seis meses do ano, a taxa média de juros praticada pelas associadas à Anef chegou ao patamar de 1,49% ao mês, enquanto no mesmo período do ano passado, a média mensal ficou em 1,65%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano máximo de financiamento apresentou pequena elevação em comparação ao mesmo período do ano passado, saltando de 72 meses para 80 meses. Em relação aos planos médios, estão em 41 meses, igualando-se ao patamar do primeiro semestre de 2008. Já a inadimplência acima de 90 dias encerrou o período com índice de 5,5% na carteira de CDC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Neste primeiro semestre de 2009, o setor apresentou uma boa evolução, com o quadro de queda das taxas de juros e sensível alongamento dos planos de financiamento, porém com estabilidade nos planos médios", afirma Luiz Montenegro, presidente da Anef. "Esses fatos apontam para um sinal positivo de reação do segmento em relação aos impactos da crise internacional, mostrando que a confiança do consumidor vem sendo retomada."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros seis meses de 2009, 58% das vendas de automóveis e comerciais leves foram a prazo. Desse total, 27% ocorreram por meio de leasing, 26% foram por CDC e 5% por consórcio. Em relação às vendas de veículos comerciais (caminhões e ônibus), 54% foram por Finame, 22% por leasing, inclusive Finame leasing, 12% por CDC e 2% por meio de Consórcio. No setor de motocicletas, 42% das vendas ocorreram por meio de CDC, 32% por Consórcio e 3% por meio de leasing.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-6036063216921829325?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/6036063216921829325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=6036063216921829325' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6036063216921829325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6036063216921829325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/veiculos-financiamento.html' title='&lt;strong&gt;VEÍCULOS : FINANCIAMENTO.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SobtJzVqhhI/AAAAAAAAAVU/S5c93oiUj7s/s72-c/10756.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-6176937170635324001</id><published>2009-08-14T16:32:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T16:36:13.909-07:00</updated><title type='text'>RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS COM A UNIÃO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoX06CSAkhI/AAAAAAAAAVM/bpHXE8DU6VM/s1600-h/6cebitc.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 90px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoX06CSAkhI/AAAAAAAAAVM/bpHXE8DU6VM/s400/6cebitc.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369967408591180306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contribuintes podem renegociar dívidas com a União a partir de segunda-feira&lt;br /&gt;Da Agência Brasil&lt;br /&gt;A partir de segunda-feira (17), os contribuintes que têm dívidas com a União e não foram beneficiados pelo perdão de débitos de até R$ 10 mil poderão negociar o parcelamento. O prazo acaba às 20h de 30 de novembro. A renegociação também abrange os exportadores que passaram a dever ao governo por causa da extinção do crédito-prêmio do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), decidida ontem (13) pelo Supremo Tribunal Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os requerimentos de adesão ao parcelamento deverão ser protocolados exclusivamente nas páginas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou da Receita Federal na internet, nos endereços www.pgfn.fazenda.gov.br ou www.receita.fazenda.gov.br. O contribuinte precisará de certificação digital ou de código de acesso, que pode ser obtido no site da Receita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dívidas vencidas até 30 de novembro do ano passado poderão ser parceladas em até 180 meses (15 anos). O benefício também abrange contribuintes que já tinham aderido a outros programas de renegociação, como o Programa de Recuperação Fiscal (Refis), o Parcelamento Especial (Paes) e o Parcelamento Excepcional (Paex). A renegociação, no entanto, não abrange os débitos relativos ao Simples Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os débitos relativos aos créditos do IPI cobrado sobre matérias-primas também poderão ser parcelados. Até 2007, havia indústrias que não pagavam IPI sobre insumos, mas conseguiam na Justiça descontar os créditos tributários (como se tivessem pagado o imposto). O Supremo deu ganho de causa ao governo e essas empresas passaram a ser devedoras. O total da dívida é estimado em R$ 60 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PGFN esclareceu ainda que as dívidas da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) das sociedades civis de prestação de serviços também estão incluídas no parcelamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor de cada prestação será corrigido pela variação da taxa Selic entre o mês seguinte ao que a dívida foi consolidada até o mês anterior ao pagamento, além de sofrer acréscimo de 1% para o mês em que a parcela for quitada. As prestações vencerão no último dia útil de cada mês e a primeira parcela deverá ser paga no mês de formalização do pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todos os casos, haverá redução de multas, juros de mora e encargos legais, mas quem optar pelo pagamento à vista terá maiores descontos. Será excluído do programa quem tiver pelo menos três prestações com mais de 30 dias de atraso ou quem deixar de pagar uma parcela, estando pagas as demais. De acordo com a PGFN e a Receita, parcelas pagas com até 30 dias de atraso não acarretarão inadimplência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para débitos não incluídos em outros programas de parcelamento, a prestação mínima será de R$ 50 para pessoa física e R$ 100 para pessoa jurídica. No caso do crédito do IPI sobre matérias-primas e do crédito-prêmio, as parcelas não poderão ser menores que R$ 2 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incluído pelo Congresso na Medida Provisória (MP) 449, editada em dezembro do ano passado e aprovada em maio, o parcelamento ainda não tinha entrado em vigor porque não estava regulamentado. A MP 449 é a mesma que perdoou as dívidas de até R$ 10 mil com a União vencidas até 31 de dezembro de 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei também determinou que as dívidas de até R$ 10 mil vencidas de 1º de janeiro de 2003 a 31 de dezembro de 2005 fossem objeto de outro parcelamento, anunciado em março. As dívidas abaixo desse valor vencidas entre 1º de janeiro de 2006 e 30 de novembro de 2008 foram incluídas na nova renegociação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : UOL ONLINE -  14/08/09.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA MATÉRIA : &lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/08/14/ult4294u2846.jhtm"&gt;http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/08/14/ult4294u2846.jhtm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-6176937170635324001?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/6176937170635324001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=6176937170635324001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6176937170635324001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6176937170635324001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/renegociacao-de-dividas-com-uniao.html' title='&lt;strong&gt;RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS COM A UNIÃO.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoX06CSAkhI/AAAAAAAAAVM/bpHXE8DU6VM/s72-c/6cebitc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1347206277042162061</id><published>2009-08-14T04:23:00.001-07:00</published><updated>2009-08-14T04:31:22.843-07:00</updated><title type='text'>BANCOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoVJm8yGOKI/AAAAAAAAAVE/VlEoW5CO_RA/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 166px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoVJm8yGOKI/AAAAAAAAAVE/VlEoW5CO_RA/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369779064209291426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BB e Bradesco são os mais rentáveis na AL e EUA.&lt;br /&gt;Bancos brasileiros apresentam rentabilidade de, respectivamente, 12,9% e 11,2%; Itaú Unibanco fica em 3º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo. O Banco do Brasil (BB) e o Bradesco foram as instituições mais rentáveis na América Latina e nos Estados Unidos no primeiro semestre do ano, aponta estudo da Economática. Os bancos apresentaram Rentabilidade sobre o Patrimônio de, respectivamente, 12,9% e 11,2%. O Itaú Unibanco aparece em terceiro lugar no ranking da consultoria, com 10,1% de rentabilidade, e o Santander Brasil fica em 15º, com 2,1%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo, somente 20 bancos na América Latina e nos EUA possuem ativos superiores a US$ 100 bilhões, sendo o primeiro o Bank of América, com US$ 2,254 trilhões. A instituição latino-americana melhor posicionada é o BB, na 7ª posição, com US$ 306,8 bilhões de ativos em junho de 2009. O Itaú Unibanco vem em seguida, com US$ 305,6 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o resultado do segundo trimestre, o banco público retomou a posição de maior banco brasileiro em ativos, perdida em novembro passado com a fusão entre Itaú e Unibanco. No relatório que acompanha o balanço trimestral, o banco estatal atribui o crescimento dos ativos ao aumento das captações e à expansão da carteira de crédito, que avançou 32,8% nos últimos 12 meses e 4,4% no trimestre, para R$ 252,485 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bank of América também ocupa o topo da lista de bancos com maior lucro liquido no primeiro semestre de 2009 na região pesquisada. A instituição norte-americana fechou o semestre com US$ 7,471 bilhões de lucro. O Itaú Unibanco aparece em 6º, com US$ 2,349 bilhões, seguindo do Bradesco (US$ 2,060 bilhões) e do Banco do Brasil (2,056 bilhões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA NA ÍNTEGRA : AMERICAONLINE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.americaeconomia.com.br/319964-BB-e-Bradesco-sao-os-mais-rentaveis-na-AL-e-EUA.note.aspx"&gt;http://www.americaeconomia.com.br/319964-BB-e-Bradesco-sao-os-mais-rentaveis-na-AL-e-EUA.note.aspx&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1347206277042162061?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1347206277042162061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1347206277042162061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1347206277042162061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1347206277042162061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/bancos.html' title='&lt;strong&gt;BANCOS&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoVJm8yGOKI/AAAAAAAAAVE/VlEoW5CO_RA/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-4417962397365852651</id><published>2009-08-13T14:46:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T14:48:38.526-07:00</updated><title type='text'>DIVIDAS ?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoSKLybHClI/AAAAAAAAAU8/SsVnhjPk4WA/s1600-h/03uoltabloa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 108px; height: 80px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoSKLybHClI/AAAAAAAAAU8/SsVnhjPk4WA/s400/03uoltabloa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369568590851148370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Endividamento x inadimplência:&lt;br /&gt;você sabe a diferença entre os termos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - Muitos não sabem - e, por isso, usam os termos de maneira incorreta -, mas existe diferença entre endividamento e inadimplência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra endividamento se refere ao fato de uma pessoa pegar emprestado recursos financeiros de que necessita. Em termos de economia, isso é bastante positivo, uma vez que possibilita que as pessoas possuam o que demorariam muito a adquirir se precisassem juntar dinheiro. O problema é que, para ter o dinheiro agora, pagam-se juros, que podem ser exorbitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um fator que complica ainda mais essa situação é que muitas pessoas não analisam sua necessidade antes de se endividar. A "regra de ouro" é evitar que as parcelas dos empréstimos tomados ultrapassem 25% da renda mensal familiar ou, então, o tomador do empréstimo terá dificuldades em arcar com as despesas básicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado do endividamento em excesso pode ser a inadimplência, que nada mais é do que o não pagamento de um compromisso financeiro até a data de vencimento, quando feita negociação de prazos entre as partes, para aquisição de bem durável ou não-durável, bem como para a prestação de um serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao atrasar uma dívida, o consumidor corre o risco de ter seu nome incluído em cadastro de inadimplentes, que pode ser o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) ou a Serasa. Empresas e instituições financeiras podem fazer isso após um dia de atraso de pagamento da dívida que foi tomada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para o Banco Central, que divulga dados sobre a inadimplência mensalmente, dívidas com atraso entre 15 e 90 dias são consideradas apenas "em atraso", enquanto inadimplência mesmo é quando o não pagamento ultrapassa esse período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Últimos dados do BC, do mês de junho, mostraram que a inadimplência dos consumidores atingiu 8,6% das operações de crédito, mesmo patamar registrado em maio. No mesmo período, as dívidas vencidas de 15 a 90 dias representaram 6,8% das movimentações, mantendo o mesmo percentual do mês anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadastro positivo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SCPC, por exemplo, é um cadastro negativo de crédito, pois contém informações de consumidores que estão inadimplentes ou em atraso com suas obrigações financeiras. Porém, o que se estuda no Brasil é implantar um cadastro que contenha informações de endividamento dos consumidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cadastro positivo foi aprovado no dia 20 de maio pela Câmara dos Deputados. Ele prevê que informações de endividamento sejam reunidas, entre elas, quantas dívidas a pessoa possui e de qual tipo de produto ou serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os defensores da ideia dizem que o cadastro poderá diminuir as taxas de juros ao consumidor, além de melhorar a qualidade do crédito no Brasil. Já os críticos, como entidades de defesa do consumidor, dizem que muitas informações sobre a tomada de crédito são abusivas e tiram a privacidade do consumidor. Elas também argumentam que pode haver discriminação em relação ao cidadão que não está no cadastro. &lt;br /&gt;13/08/2009 - 08h00 INFOMONEY&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-4417962397365852651?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/4417962397365852651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=4417962397365852651' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4417962397365852651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4417962397365852651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/dividas.html' title='&lt;strong&gt;DIVIDAS ?&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SoSKLybHClI/AAAAAAAAAU8/SsVnhjPk4WA/s72-c/03uoltabloa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-2700750046344643717</id><published>2009-08-11T03:33:00.001-07:00</published><updated>2009-08-11T03:33:49.620-07:00</updated><title type='text'>VIDA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/SoDhKX4fblI/AAAAAAAACFw/EzQ_fwllUFA/s1600-h/cbxmas-766361.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 290px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/SoDhKX4fblI/AAAAAAAACFw/EzQ_fwllUFA/s400/cbxmas-766361.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368538324151529042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“A felicidade não está em viver,&lt;br /&gt;mas em saber viver.&lt;br /&gt;Não vive mais o que&lt;br /&gt;mais vive,&lt;br /&gt;mas o que melhor vive.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Mahatma Gandhi) &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-2700750046344643717?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/2700750046344643717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=2700750046344643717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2700750046344643717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2700750046344643717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/vida.html' title='&lt;strong&gt;VIDA&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/SoDhKX4fblI/AAAAAAAACFw/EzQ_fwllUFA/s72-c/cbxmas-766361.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7145414856044598897</id><published>2009-08-08T10:42:00.000-07:00</published><updated>2009-08-09T06:49:35.454-07:00</updated><title type='text'>DOMINGO : DIA  DOS  PAIS.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/Sn2yWLktUzI/AAAAAAAACFY/D31ZFO5B-a4/s1600-h/18olhop.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 230px; height: 170px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/Sn2yWLktUzI/AAAAAAAACFY/D31ZFO5B-a4/s400/18olhop.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367642425029120818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Semanário da Zona Norte &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.semanariozonanorte.com.br/"&gt;http://www.semanariozonanorte.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida. Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos. A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros países &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Itália por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes. Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de “o dia do defensor da pátria” (Den Zaschitnika Otetchestva). Independente do seu lado comercial, é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples “Obrigado Papai” ! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser pai &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser pai é acima de tudo, não esperar recompensas, mas ficar feliz. É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão, é aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros. Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois. Mas jamais falar no momento preciso é ter a coragem de ir adiante, tanto para a vida quanto para a morte. É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar. Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esperar. É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo. Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos. Ser pai é saber e calar, fazer e guardar, dizer e não insistir, falar e dizer, dosar e controlar-se, dirigir sem demonstrar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói. Ser pai é ser bom sem ser fraco, é jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão. Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar, é compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida. Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão, mas ir às lágrimas quando chegam. Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição. É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho, é saber brincar e zangar-se, é formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber. Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação. Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio, o máximo de convivência no máximo de solidão. É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver. É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FABIO JR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=paz0gomOEgc"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=paz0gomOEgc&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-7145414856044598897?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/7145414856044598897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=7145414856044598897' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7145414856044598897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7145414856044598897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/domingo-dia-dos-pais.html' title='DOMINGO : DIA  DOS  PAIS.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ElWkpD7v8PI/Sn2yWLktUzI/AAAAAAAACFY/D31ZFO5B-a4/s72-c/18olhop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1334029139477119096</id><published>2009-08-05T19:31:00.001-07:00</published><updated>2009-08-05T19:31:56.353-07:00</updated><title type='text'>FAMILIA MALUF</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WWyQU_m-o2s/Sno_1bXbJ6I/AAAAAAAAAKQ/dwywjpceLpk/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 196px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WWyQU_m-o2s/Sno_1bXbJ6I/AAAAAAAAAKQ/dwywjpceLpk/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366672093076989858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Justiça de SP bloqueia bens de filhos de Paulo Maluf; Eucatex escapa&lt;br /&gt;Da Redação - UOL ONLINE -05/08/2009 - 19h10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio dos bens de dois filhos do deputado federal e ex-prefeito da Capital Paulo Maluf (PP). Além de Otávio Maluf e Lina Maluf, também estão indisponíveis os bens de duas empresas da família (Kildare Finance Limitec e Macdoel Investment Limited) e de um jordaniano acusado de participar do esquema de envio ilegal de recursos para o exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão liminar do juiz Aléssio Martins Gonçalves, da 4ª Vara da Fazenda Pública, atendeu parcialmente a pedido do Ministério Público, que na última segunda-feira (3/8) propôs ação civil pública contra Maluf, pedindo a devolução de mais de R$ 300 milhões supostamente desviados de obras públicas durante a gestão do ex-prefeito (1992-1996). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aléssio Gonçalves, no entanto, rejeitou o congelamento dos bens da Eucatex, principal empresa de Maluf e apontada pela Promotoria como maior beneficiária do repasse de dinheiro proveniente de contas secretas no exterior. O magistrado entendeu que a medida poderia levar à falência da empresa, que já se encontra em processo de recuperação judicial, o que poderia prejudicar o ressarcimento dos cofres públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maluf, a esposa dele, Sylvia, e o filho Flávio já estão com os bens bloqueados por decisão judicial desde 2004. Em setembro de 2005, o ex-prefeito chegou a ser preso por 40 dias na carceragem da Polícia Federal em São Paulo, em virtude de outro processo que corre no STF (Supremo Tribunal Federal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de terem elogiado a decisão do juiz, os promotores Silvio Antonio Marques e Saad Mazloum, responsáveis pelo processo contra Maluf, disseram que vão recorrer ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) para que a liminar alcance também os bens da Eucatex. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os promotores, a empresa tem condições de continuar suas atividades mesmo com o bloqueio parcial de bens requerido pelo MP. Além disso, consideram que, se os bens da Eucatex não forem bloqueados pela Justiça brasileira, corre-se o risco de os tribunais da Suíça, de Jersey, da França e de Luxemburgo reverem o bloqueio de bens já determinado naqueles países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esquema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o MP, entre 1993 e 1998, Maluf desviou cerca de US$ 160 milhões dos cofres públicos municipais, por meio de superfaturamento de preços das obras da Avenida Água Espraiada (hoje Avenida Jornalista Roberto Marinho) e do Túnel Ayrton Senna. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-prefeito teria recebido recursos indevidamente até dois anos depois de ter deixado o cargo. O dinheiro teria sido remetido ilegalmente para contas secretas no exterior —bancos dos Estados Unidos, Suíça, Inglaterra, Ilhas Jersey, França e Luxemburgo— por meio de empresas offshore controladas por familiares de Maluf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte desse dinheiro retornou ao Brasil, entre 1997 e 1998, por meio da compra de ações da Eucatex, intermediada por fundos de investimento controlados pela família Maluf. Outra parte foi repatriada por meio de empréstimo, compra de valores mobiliários e pagamento de adiantamento a contrato de exportação, todos favorecendo a Eucatex. Essa operação movimentou mais de US$ 165 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As investigações do MP sobre um suposto esquema de corrupção envolvendo o ex-prefeito começaram em 2001. As apurações resultaram em seis ações cautelares, por meio da qual foi obtida a quebra do sigilo fiscal e bancário de Maluf e de seus familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, o Ministério Público moveu uma ação de improbidade que resultou no bloqueio judicial dos bens da família Maluf. Essa decião, segundo o MP, foi mantida pelo Tribunal de Justiça, pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e pelo STF (Supremo Tribunal de Justiça).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-prefeito também foi indiciado, juntamente com o filho Flávio e outras três pessoas, pela Promotoria de Nova York, que conseguiu na Justiça norte-americana a decretação da prisão de todos eles, ainda em vigor. Maluf e familiares também tiveram dinheiro bloqueado nas Ilhas Jersey, onde foram indiciados.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1334029139477119096?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1334029139477119096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1334029139477119096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1334029139477119096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1334029139477119096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/familia-maluf.html' title='&lt;strong&gt;FAMILIA MALUF&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WWyQU_m-o2s/Sno_1bXbJ6I/AAAAAAAAAKQ/dwywjpceLpk/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-3074604286908896992</id><published>2009-08-04T17:56:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T17:57:16.073-07:00</updated><title type='text'>UM RACHA NAS CASAS BAHIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SnjXgcnkAHI/AAAAAAAABWw/2Bp-pfExbVU/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 216px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SnjXgcnkAHI/AAAAAAAABWw/2Bp-pfExbVU/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366275908449861746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois de anos de conflito, Saul Klein vende sua participação na empresa para o irmão Michael.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Marcelo Onaga | 04.08.2009 | 17h00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Casas Bahia, maior rede de varejo de móveis e eletrodomésticos do país com faturamento anual de aproximadamente 14 bilhões de reais e 60 000 funcionários, acaba de realizar a mais importante mudança de estrutura societária de sua história. Saul Klein, filho do fundador Samuel e irmão mais novo de Michael Klein, presidente da empresa, está fora da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsável pela área comercial das Casas Bahia e dono de um terço das ações da companhia, Saul vendeu sua parte para o irmão, que detinha também um terço. O terço restante continua nas mãos de Eva, irmã de Saul e Michael que vive nos Estados Unidos e não participa da administração da empresa. No mercado comenta-se que Michael recorreu a bancos e fundos estrangeiros para levantar os recursos. A empresa não comenta, mas estima-se que a parte de Saul valeria cerca de 4 bilhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal motivo para saída de Saul teria sido a série de desentendimentos com o irmão sobre a condução dos negócios e também a decisão do pai de entregar o comando da empresa a Michael, o primogênito, como manda a tradição judaica. Saul é tido como um grande negociador. É ele quem conseguia preços e prazos junto aos fornecedores em condições mais vantajosas do que a concorrência. "O mercado confia nele e já sabe seu jeito de negociar. Vai ser difícil encontrar um substituto à altura", afirma uma pessoa que trabalhou com a família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída de Saul ocorre em um momento em que o relacionamento das Casas Bahia com os fornecedores tende a ficar mais difícil. A compra do Ponto Frio pelo Pão de Açúcar criou, pela primeira vez, um concorrente com poder para ameaçar a liderança da família Klein no varejo de eletrônicos. "Até agora os fornecedores eram obrigados a aceitar as imposições das Casas Bahia, que eram líderes incontestáveis do mercado", diz um concorrente. "O fortalecimento do Ponto Frio cria um canal que torna menor a dependência dos fabricantes em relação às Casas Bahia.".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a saída de Saul elimina um foco de conflito dentro da empresa e abre espaço para que Michael busque um investidor de peso para a rede. O irmão mais novo sempre foi um crítico da sanha expansiva de Michael. A compra de lojas no Sul do país e o fechamento das mesmas poucos meses depois foi um dos pontos de atrito. "A briga entre os dois dividia a equipe e tornava inviável a entrada de um novo sócio", diz um executivo do setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento das Casas Bahia não é dos melhores. Ainda que seu faturamento seja praticamente o dobro das operações de eletroeletrônicos do Pão de Açúcar somadas ao Ponto Frio, os resultados financeiros do grupo da família Klein estariam em queda nos últimos meses. A empresa é fechada e não divulga seus resultados, mas uma pessoa com acesso aos dados da rede diz que houve uma grande queda de receita financeira nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande vilão da história seriam os cartões de crédito. Até 2004, as Casas Bahia não aceitavam pagamentos com cartões. O forte da rede era sua venda com carnês, com financiamento próprio. Cerca de 80% de sua receita seria proveniente da área financeira. Apenas 20% viriam do resultado da venda dos produtos. Com a disseminação dos cartões, que bancam vendas em até dez vezes sem juros, a rede passou a aceitar o pagamento com dinheiro de plástico. De 5% do total de pagamentos realizados em 2006, os cartões passaram a representar 40% das compras. E os ganhos financeiros não param de cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o destino de Saul Klein é incerto. O empresário não gosta de se expor, raramente é fotografado e ainda não anunciou o que vai fazer com os bilhões recebidos. Comenta-se que o caçula dos Klein poderia comprar uma concorrente menor das Casas Bahia e levar com ele boa parte da equipe de vendas da empresa fundada por seu pai. "O Saul conhece o mercado como poucos e tem muita credibilidade com os fornecedores. Dificilmente vai ficar parado", diz um executivo que trabalhou com os Klein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTAL EXAME&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.uol.com.br/negocios/racha-comando-casas-bahia-489711.html?page=1"&gt;http://portalexame.abril.uol.com.br/negocios/racha-comando-casas-bahia-489711.html?page=1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-3074604286908896992?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/3074604286908896992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=3074604286908896992' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3074604286908896992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3074604286908896992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/um-racha-nas-casas-bahia.html' title='&lt;strong&gt;UM RACHA NAS CASAS BAHIA&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SnjXgcnkAHI/AAAAAAAABWw/2Bp-pfExbVU/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-9176125763588063776</id><published>2009-08-03T19:21:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T19:27:54.342-07:00</updated><title type='text'>Special Management Program - John Percival</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sneb9DMy5vI/AAAAAAAAAU0/vbYfglCxkT0/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 170px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sneb9DMy5vI/AAAAAAAAAU0/vbYfglCxkT0/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365928954168534770" /&gt;&lt;/a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com o dinheiro dos outros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de criar valor, a FedEx destruía valor, erodindo o investimento dos acionistas. Confira como o professor John Percival chega a essa conclusão. &lt;br /&gt;No que tange ao giro de capital (Giro de capital = receitas/capital total), outro indicador importante, que expressa a receita que geramos para cada dólar investido, tanto uma quanto outra empresa tiveram declínio, mas a UPS apresentou situação mais confortável. “Se o giro de capital diminui, enquanto a receita cresceu, provavelmente houve, por parte da FedEx, investimentos consideráveis em lindos aviões, logística e tecnologia de ponta”, explica Percival que, a respeito de Fred Smith, comenta “O edifício sede da FedEx é suntuoso. Ele adora investir o dinheiro dos outros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consequência direta é um abalo no ROIC (ROIC = NOPAT/capital), que mede o retorno sobre o capital investido. Para a FedEx, o ROIC foi se tornando menor do que o custo de capital (Custo do capital = (passivo/capital)+ (patrimônio líquido/capital)), ainda que o custo de capital fosse baixando. “Mas o custo de capital ia baixando, porque os juros estavam caindo, não porque a gestão era boa. O ROIC caiu ainda mais; isso significa que Fred Smith destruiu o valor do capital da FedEx”, avalia o professor. Isso não acontecia com a UPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo de capital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Capital tem custo! Qual o custo da dívida?”, provoca Percival. Ele explica que o custo médio ponderado do capital é a soma do custo do passivo com o custo do patrimônio líquido. O palestrante alerta para os equívocos de apostar nos juros dedutíveis de impostos: “Os juros são dedutíveis do imposto, mas só interessam quando se está lucrando”. Nos Estados Unidos, as empresas tomam dinheiro emprestado e deduzem os juros dos 25% de impostos. Isso contribui para a superalavancagem de empresas no mundo todo. “Vamos, então, colocar os juros após a tributação”, conclama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acrescenta que o custo de capital é a medida do que deveríamos ter ganhado. O retorno é o que ganhamos de fato. A criação de valor, portanto, começa com o custo de capital. “Se você não está criando valor, está destruindo, e isso é inaceitável. Invista em alguém que sabe o que está fazendo!”, recomenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EVA e MVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O EVA (EVA = lucro econômico = (retorno do capital total – custo do capital) x capital) é uma medida, em unidades monetárias, do valor econômico agregado. “O que você investiu será um número positivo. Dada a definição do EVA, a condição necessária para valor econômico agregado positivo é que a taxa de retorno seja maior do que o custo de capital”. Isso era exatamente o que não acontecia na FedEx. Mas acontecia na UPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MVA (MVA = valor de mercado do capital – valor contábil do capital), por sua vez, é o valor agregado segundo o mercado. É uma medida que se obtém considerando o preço da ação, que é o valor de mercado do capital, e subtraindo-se o valor contábil do capital. Na FedEx, o MVA era de US$1,9 bilhões em 1985; dez anos depois, era US$ 600 milhões de dólares menor, ou seja, US$ 1,3 bilhões. “A maré crescente não fez esse barco flutuar, ele estava afundando, mas Fred Smith estava usando cada vez mais o dinheiro dos outros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a UPS mais do que dobrou seu MVA nos mesmos dez anos, saindo de US$3,5 bilhões e atingindo US$9 bilhões em 1994. Em outras palavras, ela aumentou o valor do dinheiro que o investidor colocou na empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão a que se chega, diante desse quadro comparativo entre duas empresas aparentemente semelhantes, é que a UPS –ainda que “marrom” e conservadora– adotou um padrão de excelência para a execução da estratégia e a gestão financeira muito superior ao da FedEx, tendo sido muito mais competente da criação de valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimentos de mercado e excelência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não apenas à grandiosidade de seu fundador se pode atribuir a ingerência financeira da FedEx. Percival não se furtou a comentar uma mudança fundamental no mercado: já não é tão importante que as entregas cheguem em 24 horas ao seu destino, o que é a promessa da FedEx e foi seu grande diferencial por muito tempo. As mensagens chegam praticamente em tempo real por e-mail e, em relação às compras efetuadas pela internet, o consumidor parece aceitar com facilidade um prazo de três dias para entrega. Nesse sentido, a FedEx vê desbotar um dos seus diferenciais e aproximar-se da UPS na mente dos clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percival conta que, ao longo dos anos e até os dias atuais, a FedEx realizou um trabalho de buscar a excelência em finanças, enquanto a UPS realizou o benchmarking das operações da FedEx. As duas, portanto, vêm desenvolvendo seu aprendizado. O MVA da FedEx atingiu US$11,5 bilhões em 2007. O da UPS, até hoje se mantém em patamares superiores: US$53,8 bilhões.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HSM Online&lt;br /&gt;03/08/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-9176125763588063776?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/9176125763588063776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=9176125763588063776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/9176125763588063776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/9176125763588063776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/special-management-program-john.html' title='&lt;strong&gt;Special Management Program - John Percival&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sneb9DMy5vI/AAAAAAAAAU0/vbYfglCxkT0/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8928640827448092033</id><published>2009-08-03T04:00:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T19:54:14.982-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Portal Transporta Brasil - Notícias em transporte e logística.'/><title type='text'>IMPOSTÔMETRO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SnbEL3lEBII/AAAAAAAAAUs/-wlQK05wHYI/s1600-h/10756.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 181px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SnbEL3lEBII/AAAAAAAAAUs/-wlQK05wHYI/s400/10756.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365691714235532418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impostômetro registra R$ 600 bilhões em tributos arrecadados &lt;br /&gt;Painel eletrônico contabiliza ligeira queda no volume de tributos pagos pelos brasileiros em 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31/7/2009  - 20h49 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;R$ 600 bilhões. Esse é o valor que o painel eletrônico Impostômetro irá atingir às 9h, na segunda-feira, 3 de agosto. Em 2008, esse número foi atingido em 29 de julho, o que representa uma queda na arrecadação de 1,37% em termos nominais, ou seja, sem apresentar o desconto da inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da baixa no recolhimento de impostos se comparado ao início de 2009, houve uma recuperação no total de tributos arrecadados, conta Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Instituto de Planejamento Tributário (IBPT). Dessa forma, ao fim de agosto, a arrecadação de 2009 será igual à de 2008, em termos nominais. “Sendo assim, neste ano já está garantida uma arrecadação superior a R$ 1 trilhão, podendo a mesma se igualar ou até mesmo ultrapassar a de 2008 que foi de R$ 1,05 trilhão”, explica Amaral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Bruno Martins - Redação Portal Transporta Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais notícias sobre o Impostômetros e o IBPT:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialista em tributos nos transportes comenta carga tributária do setor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governo atingiu R$ 500 bilhões em arrecadação de tributos em 30 de julho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasileiro pagou R$ 5.572,00 em tributos em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPORTANTISÍMO !!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03/08/2009 - 22h06&lt;br /&gt;CNJ lança "Processômetro" para divulgar e acompanhar trabalho dos tribunais&lt;br /&gt;Marco Antonio Soalheiro&lt;br /&gt;Da Agência Brasil&lt;br /&gt;Em Brasília&lt;br /&gt;O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) passará a adotar um sistema intitulado "Processômetro", um contador de processos relacionados à chamada Meta 2, de nivelamento do Poder Judiciário, para identificação e julgamento este ano de todos processos protocolados até 31 de dezembro de 2005. O mecanismo estará acessível na página de abertura do portal do CNJ, na internet.Leia também&lt;br /&gt;O presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, acredita que o instrumento incentivará a eficiência dos tribunais. "Cada tribunal informa de onde está partindo para cumprir a Meta 2 e quanto processos conseguiu eliminar. Há uma concorrência sadia agora. Estamos percebendo por tribunais de todas regiões um esforço com os mutirões, cancelando férias de juiz, um esforço como nunca se tinha visto no Brasil", disse Mendes após a cerimônia de posse de 12 novos conselheiros do CNJ, para o próximo biênio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mendes quis falar sobre a denúncia protocolada hoje (3) no CNJ pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), contra o desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Dácio Vieira, que proferiu liminar proibindo o jornal O Estado de S. Paulo de publicar informações relativas à família Sarney presentes na Operação Boi Barrica, da Polícia Federal. Segundo Virgílio, a decisão do desembargador afrontou a liberdade de imprensa, considerada um dos princípios basilares do Estado Democrático de Direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os senhores entendem que talvez tenhamos que julgar esta questão e portanto me permitam [não comentar] para que não digam que eu sou suspeito [para participar do julgamento]", alegou Mendes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Processômetro será atualizado mensalmente e os 91 tribunais brasileiros informarão, entre os dias 1º e 10 de cada mês, a quantidade de processos julgados no mês anterior incluídos na Meta 2. Os números poderão ser acompanhados pelo público externo a partir do momento de sua inserção no sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã (4), o CNJ irá firmar três termos de cooperação técnica acelerar a resolução de processos - um com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e as procuradorias-gerais dos estados, um com os bancos e outro com as empresas de telefonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram empossados hoje como conselheiros do CNJ o ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho; os desembargadores Nelson Tomaz Braga, Leomar Barros Amorim de Sousa e Milton Augusto de Brito Nobre; a juíza do trabalho Morgana de Almeida Richa; o juiz de direito Paulo de Tarso Tamburini Souza; o juiz federal Walter Nunes da Silva Filho; os advogados Jorge Hélio Chaves de Oliveira, Jefferson Luiz Kravchychyn e Marcelo Neves; o promotor de justiça Felipe Locke Cavalcanti; e o procurador José Adônis Callou de Araújo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mendes pediu aos novos conselheiros que dêem continuidade aos trabalhos dos mutirões carcerários e nas Varas de Infância e Juventude dos estados realizados nos últimos meses. O ministro da Justiça, Tarso Genro, representou o presidente Lula na cerimônia mas deixou o local sem falar com a imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Portal Transporta Brasil - Notícias em transporte e logística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.transportabrasil.com.br/2009/07/impostometro-registra-r-600-bilhoes-em-tributos-arrecadados/"&gt;http://www.transportabrasil.com.br/2009/07/impostometro-registra-r-600-bilhoes-em-tributos-arrecadados/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8928640827448092033?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8928640827448092033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8928640827448092033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8928640827448092033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8928640827448092033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/08/impostometro.html' title='IMPOSTÔMETRO.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SnbEL3lEBII/AAAAAAAAAUs/-wlQK05wHYI/s72-c/10756.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1197916308263904931</id><published>2009-07-30T18:02:00.001-07:00</published><updated>2009-07-30T18:03:58.048-07:00</updated><title type='text'>LIDERANÇA.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SnJC9vmdHuI/AAAAAAAAAUk/ebblit9gFr8/s1600-h/060308divertido.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 358px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SnJC9vmdHuI/AAAAAAAAAUk/ebblit9gFr8/s400/060308divertido.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364423734668893922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALMEJAR A LIDERANÇA DA AMÉRICA LATINA  CUSTA CARO !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pretensões ambiciosas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de inserir o Brasil como líder na América Latina e, ganhar mais visibilidade para almejar um futuro cargo num organismo internacional, após encerrar seu atual mandato, está custando caro para o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o pretexto de manter boas relações internacionais com alguns países vizinhos problemáticos, nosso presidente tem, em alguns momentos, descuidado do relevante interesse nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o episódio do impasse no fornecimento do gás e das apropriações indevidas das refinarias da Petrobrás ocorridas na Bolívia, comandada pelo “muy” amigo presidente Evo Morales, alguns países do continente, começam a colocar as mangas de fora, desafiando o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebendo a ausência de uma atitude firme e postura de verdadeira liderança brasileira, o governo do Equador resolveu ignorar as obrigações contratuais com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e ameaçou de expulsão uma construtora brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo o mesmo caminho, até o Paraguai tomou coragem e o recém eleito presidente Fernando Longo exigiu alterações no Tratado da Hidroelétrica de Itaipu, para obter maiores vantagens comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento diplomático dispensado para esses países, que são considerados pelo Presidente Lula como irmãos mais pobres, tem sido de conceder vantagens mais favoráveis, em detrimento de nossos maiores interesses, o que significa que o Brasil acaba arcando com substanciais prejuízos econômicos e financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cerne da questão não é simplesmente ajudá-los, mas sim, o perigo de comprometer aspectos estratégicos, como o enfraquecimento da nossa matriz energética. Essa situação acontece tanto no caso do gás boliviano, do qual temos uma dependência excessiva e um longo prazo para revertê-la, enquanto não operacionalizarmos as recentes descobertas, quanto no fornecimento de energia da Usina Hidroelétrica de Itaipu, responsável por 20% do abastecimento do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, também, de imposições para alterarem acordos e tratados firmados com essas nações. No recente caso com o governo paraguaio, além do aumento que ocorrerá nas tarifas, onerando mais o denominado mercado cativo da Eletrobrás, poderá desorganizar o atual esquema de leilões para compra de energia e demandar maior coordenação dos agentes econômicos envolvidos, com a autorização para a venda direta de energia excedente à indústria e grandes consumidores brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da necessidade futura de equalizar o diferencial de custo, o governo já admite que parte da conta, que passará dos atuais US$ 120 milhões para US$ 360 milhões anuais (ou seja três vezes maior), se não for debitada para a Eletrobrás, vai ser subsidiada com recursos do Tesouro Nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abre-se também, uma precedência fundamental, para reivindicações futuras por parte do Paraguai, para fornecimento de sua geração de energia excedente de Itaipu para outros países, seu antigo e verdadeiro  desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O argumento de auxiliar os menos favorecidos não se aplica aos “nuestros hermanos argentinos“, os quais impõem sérias restrições para as nossas exportações, ao mesmo tempo em que privilegiam a importação de produtos vindos da China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo brasileiro tem sido muito tolerante e até displicente em enfrentar o protecionismo da Argentina, nosso principal rival econômico, político e desportivo, praticamente abandonando os empresários nacionais nas difíceis negociações comerciais com o país platino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo procedimento, no entanto, não foi adotado pelo Brasil quando a balança comercial foi superavitária para os argentinos, por longo tempo. Ou seja, a mão só funciona numa única direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fracasso do Mercosul (Mercado Comum do Sul), no estabelecimento de tarifas comuns e de maximização de vantagens comparativas entre seus membros, deve ser melhor avaliado e o Brasil, como seu principal parceiro, deve-se impor ou então partir para a priorização dos acordos bi-laterais, como vem fazendo o Chile, com relativo sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não existe uma cooperação expressiva entre os sócios do Mercosul e o que se deslumbra são mais desacordos do que acordos. Parece que cada país  dá preferência para  melar as iniciativas do outro, sugerindo que a denominação do bloco  deveria mudar para  “ Melosul “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não se pode aceitar, é que o Brasil, com tantos problemas econômicos internos agravados pela atual crise econômica internacional e apresentando ainda um elevado déficit social, principalmente nas áreas menos desenvolvidas do norte e nordeste, fique brincando de país rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já comentamos em artigos anteriores, o governo tem que privilegiar o mercado interno, investir em infraestrutura e logística e atender as demandas sociais de saúde e educação, para alcançar um desenvolvimento econômico sustentável e justo, e, quando se tornar uma potência mundial possa ter melhores condições para amparar as nações reconhecidamente mais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto aquela fase desejada não chegar, já dizia o velho ditado, “Matheus, primeiro os teus “.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva, economista graduado pela Universidade                                                  de São Paulo (USP), consultor e assessor empresarial, especializado na                                                 recuperação e expansão de empresas em dificuldades financeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1197916308263904931?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1197916308263904931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1197916308263904931' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1197916308263904931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1197916308263904931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/lideranca.html' title='&lt;strong&gt;LIDERANÇA.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SnJC9vmdHuI/AAAAAAAAAUk/ebblit9gFr8/s72-c/060308divertido.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1406438433985182360</id><published>2009-07-28T06:12:00.001-07:00</published><updated>2009-07-28T06:12:49.713-07:00</updated><title type='text'>REFORMA NO BRADESCO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/Sm5H-BakrFI/AAAAAAAABUo/SU6sn4neRgQ/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/Sm5H-BakrFI/AAAAAAAABUo/SU6sn4neRgQ/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363303337102191698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reforma na Cidade de Deus&lt;br /&gt;Com discrição -- mas rapidamente --, Luiz Carlos Trabuco dá início à transformação do Bradesco quatro meses após assumir a presidência&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por Giuliana Napolitano | 23.07.2009 | 00h01 &lt;br /&gt;Revista EXAME - &lt;br /&gt;O Bradesco é um grupo sui generis. Dos 16 membros da diretoria executiva, seis nunca pisaram numa universidade, poucos falam bem inglês e metade começou a trabalhar no banco muito jovem -- alguns antes dos 20 anos. A contratação de consultorias externas, há anos uma prática comum no mercado financeiro, continua a ser uma raridade na Cidade de Deus, a colossal sede do Bradesco, em Osasco, na Grande São Paulo. Lá, as teorias forjadas nas escolas de negócios sempre foram vistas com uma dose de discreto ceticismo. Políticas corriqueiras na maioria das empresas, como os programas de remuneração variável, são algumas das novidades permitidas. Esse jeito de ser molda a cultura do Bradesco. Aparentemente em dissonância com os novos tempos, essa cultura se provou eficaz e manteve o Bradesco na liderança entre os bancos privados brasileiros por mais de cinco décadas. E isso faz com que os quase 80 000 funcionários do banco continuem a acreditar nela e a trabalhar segundo seus preceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;|Veja também &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;A cultura do Bradesco só mudará se seus comandantes assim desejarem. Mas os movimentos do mercado independem de vontades -- como ficou provado com as profundas transformações vividas pelo setor nos últimos meses. Há menos de um ano, Itaú e Unibanco se uniram para formar um novo líder. E, entre os estrangeiros, um se sobressai pela agressividade, o espanhol Santander. Diante disso, a grande pergunta feita na Cidade de Deus é como adaptar o Bradesco a essa nova realidade sem abandonar sua essência. Ou, mais especificamente, como aproveitar a força de sua cultura para reagir ao novo momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarefa de encontrar respostas para essas questões não é trivial e está nas mãos do executivo Luiz Carlos Trabuco. Quatro meses após sua posse como novo presidente do Bradesco, ele começa a executar suas estratégias para resolver a questão: deixar o clima interno menos militar -- aumentando a comunicação entre os níveis hierárquicos --, tornar mais rápido o processo de implantação das decisões e melhorar os instrumentos que medem o desempenho. Embora ninguém na Cidade de Deus coloque as coisas desta maneira, é como se o Bradesco quisesse ser, daqui para a frente, apenas parte do que já foi. "Nosso objetivo é ter uma estrutura de comando mais ágil e uma gestão mais centrada nos resultados", diz Trabuco. O processo começou com uma mudança na diretoria executiva, o segundo escalão do banco. O novo organograma, anunciado em 14 de julho e obtido com exclusividade por EXAME, mostra uma reviravolta. Três diretores deixaram o banco e dois foram promovidos. Todas as áreas foram reagrupadas e o segundo escalão passou a se reportar diretamente a Trabuco -- antes, havia diretores executivos que não tinham acesso à presidência e ficavam subordinados a outros diretores executivos. "Era um modelo rígido que não fazia o menor sentido", diz um ex-funcionário do banco. Com a medida, Trabuco quis tornar a cobrança por resultados mais eficiente e acabar com a duplicidade de funções. Além disso, fez quase todo mundo mudar de ares. A maior parte dos membros do segundo escalão trocou de área. José Luiz Acar Pedro, por exemplo, que cuidava do banco de investimento (e até o ano passado era um dos cotados a assumir a presidência do banco), responde agora por gestão de pessoas e de processos. Ademir Cossiello, que era responsável por crédito, ficou com marketing e produtos (veja o organograma, com os nomes de quem saiu ou foi promovido, no Portal EXAME).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto crucial na formação de executivos são os cursos de especialização, e também nessa área o Bradesco quer romper com a tradição. Nos seus 66 anos de história, o banco nunca teve um programa de treinamento no exterior. Até o final de agosto, essa lacuna será parte do passado. Oito diretores vão estudar em algumas das principais universidades dos Estados Unidos e do Canadá, como Harvard, Columbia e Pensilvânia (onde fica a escola de negócios Wharton). Eles ficarão fora de seis a nove meses fazendo pós-graduação em administração e em áreas específicas de negócios -- quando voltarem, outros profissionais farão o mesmo circuito. No curto prazo, essa medida pode ajudar a resolver um problema interno de sucessão. Dos 16 executivos do segundo escalão do banco, cinco terão de se aposentar até 2012 e outros três até 2014. O motivo é a idade-limite de 65 anos prevista no estatuto. "Para um banco de carreira fechada que quer se renovar, iniciar um programa de treinamento é uma maneira de encontrar profissionais para ser promovidos", diz um experiente consultor de recursos humanos. Embora Trabuco negue, é possível que essa movimentação seja o embrião da aguardada internacionalização do banco. "Não há outra saída para um banco que quer ser relevante no futuro", diz Antonio Bento Mendonça Neto, vice-presidente sênior da consultoria francesa Solving Efeso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabuco é tido internamente como um líder carismático e que faz o que pode para tomar decisões por consenso. Mas, com discrição, como manda a tradição desde Amador Aguiar, ele não tem hesitado em ser impopular quando julga necessário. Durante seus seis anos como presidente da Bradesco Seguros, Trabuco conduziu um programa de reformas que envolveu demissões e reestruturações internas -- e, no final, tornou a empresa mais eficiente e rentável (hoje, mais de um terço do lucro do Bradesco vem da seguradora). Dado seu histórico e as primeiras mudanças já anunciadas, a expectativa nos corredores do banco é que elas continuem -- mas ninguém sabe exatamente o que está na mira do novo presidente. Por isso, o clima é de incerteza. "Ele ouve muito e fala pouco sobre projetos concretos, o que tem deixado muitas pessoas inseguras", diz um executivo que prefere se manter no anonimato. Um exemplo disso foi o que ocorreu antes da compra do banco Ibi, ligado à rede de varejo C&amp;A, anunciada no início de junho. O negócio estava sendo discutido desde a gestão anterior, de Márcio Cypriano, mas Trabuco não deixou claro a ninguém se, de fato, concordava com a compra. "Ele questionou tudo, o preço, o objetivo da transação, e não deixou transparecer o que achava. No final, a compra só foi fechada quando toda a diretoria entrou em acordo", diz um dos presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescer, algo que sempre esteve no DNA do Bradesco, ganhou uma importância ainda maior depois da perda da liderança do mercado bancário privado para o Itaú Unibanco. A aquisição do Ibi não foi barata -- saiu por 1,4 bilhão de reais, um preço que, comparativamente, é cerca de duas vezes o valor de mercado dos bancos de médio porte listados na Bovespa, segundo um relatório da corretora Link Investimentos. Ainda assim, é precipitado dizer que a compra foi um mau negócio. Com a aquisição, o Bradesco torna-se líder no segmento de cartões ao incorporar a base de 31 milhões de plásticos do Ibi -- boa parte deles mantida por clientes de baixa renda, o alvo declarado do banco. A compra também parece fazer parte de uma estratégia de crescer pelas beiradas e buscar a liderança em segmentos específicos do mercado financeiro. "Já que diminuir a distância que o separa do Itaú Unibanco por meio de uma grande aquisição se mostra cada vez mais complicado, porque o mercado já está bem concentrado, o Bradesco partiu para compras menores, mas importantes", diz Federico Rey-Marino, analista da corretora Raymond James. Além do Ibi, o Bradesco mantém conversas para adquirir uma participação na seguradora Porto Seguro, que domina o mercado de apólices de automóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como costuma acontecer em processos de mudanças como o que vive o Bradesco, Trabuco não está só. Aos 83 anos, Lázaro Brandão, sucessor direto de Amador Aguiar e hoje presidente do conselho de administração, dá expediente diário na Cidade de Deus e participa de todas as decisões estratégicas. Na compra do Ibi, por exemplo, Brandão e Trabuco passaram várias horas no escritório do banco na noite anterior ao anúncio do negócio para acertar os últimos detalhes. Entre março e abril, os dois, juntos, visitaram cerca de 7 000 gerentes em 34 cidades do país. Quando as mudanças imaginadas por Trabuco saírem do papel, é provável que a nova diretoria executiva fique recheada de profissionais fluentes em inglês e conhecedores das mais modernas técnicas de gestão. Talvez o novo Bradesco seja, de fato, um pouco diferente do tradicional. Mas dificilmente os novos membros do alto escalão deixarão de lado várias práticas instituídas na gênese do banco. Entre elas a de queimar sola de sapato pelos quatro cantos do país. E a de fazer isso com o máximo silêncio possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova diretoria do Bradesco&lt;br /&gt;Por Giuliana Napolitano | 23.07.2009 | 10h42 &lt;br /&gt;Portal EXAME - &lt;br /&gt;O Bradesco reorganizou a diretoria executiva, que é o segundo escalão do banco, em julho, quatro meses depois da posse do novo presidente, Luiz Carlos Trabuco. Veja abaixo o novo organograma, obtido com exclusividade por EXAME, e os executivos promovidos e demitidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organograma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arnaldo Alves Vieira (cartões e financeira)&lt;br /&gt;Domingos de Abreu (controladoria)&lt;br /&gt;José Luiz Acar Pedro (gestão de pessoas, organização e métodos)&lt;br /&gt;Julio Carvalho de Araújo (tesouraria)&lt;br /&gt;Laércio Albino Cezar (tecnologia)&lt;br /&gt;Norberto Barbedo (banco de investimento, área internacional e private bank)&lt;br /&gt;Sérgio Socha (crédito e financiamento)&lt;br /&gt;Ademir Cossiello (marketing e produtos)&lt;br /&gt;Candido Leonelli (canais de atendimento)&lt;br /&gt;José Alcides Munhoz (suporte e consórcios)&lt;br /&gt;José Guilherme Lembi de Faria (gestão de recursos)&lt;br /&gt;Odair Afonso Rebelato (rede de atendimento)&lt;br /&gt;Sérgio Alexandre Clemente (empresas)&lt;br /&gt;Milton Matsumoto (gestão corporativa)&lt;br /&gt;Aurélio Boni (infra-estrutura de tecnologia)&lt;br /&gt;Maurício Minas (sistemas e inovação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Executivos demitidos&lt;br /&gt;Paulo Isola (cartões e financeira)&lt;br /&gt;Armando Trivelato Filho (canais eletrônicos) &lt;br /&gt;Luiz Pasteur Machado (compras)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Executivos promovidos&lt;br /&gt;Candido Leonelli, presidente da Scopus, empresa de tecnologia controlada pelo Bradesco&lt;br /&gt;Mauricio Minas, fundador da CPM Braxis, empresa de tecnologia que tem o Bradesco como um de seus principais acionistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1406438433985182360?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1406438433985182360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1406438433985182360' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1406438433985182360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1406438433985182360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/reforma-no-bradesco.html' title='&lt;strong&gt;REFORMA NO BRADESCO.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/Sm5H-BakrFI/AAAAAAAABUo/SU6sn4neRgQ/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7760266022727467610</id><published>2009-07-28T04:37:00.000-07:00</published><updated>2009-07-28T04:39:29.647-07:00</updated><title type='text'>INADIMPLÊNCIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sm7jaRfbILI/AAAAAAAAAUc/BhdNcN1mRKk/s1600-h/0b827ee6-ab59-493d-95cf-d50febe5ad67.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 166px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sm7jaRfbILI/AAAAAAAAAUc/BhdNcN1mRKk/s400/0b827ee6-ab59-493d-95cf-d50febe5ad67.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363474246756147378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inadimplência cresce após crédito fácil e disputa de bancos no pré-crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da Folha Online &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inadimplência cresceu nos meses de maio e junho como consequência do crédito fácil, de longo prazo e da acirrada disputa dos bancos por clientes no período anterior ao agravamento da crise internacional, no final do ano passado. O desenho deste cenário faz parte da pesquisa da TeleCheque, empresa especializada na concessão de crédito ao varejo, divulgada nesta segunda-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, o principal motivo do endividamento foi o descontrole financeiro (74,65% das respostas). "Isto reforça que o agravamento da inadimplência foi resultado do acesso a um crédito excessivo antes da crise e do alto comprometimento de longo prazo, que não pode ser cumprido devido às mudanças nos ganhos salariais", afirmou o vice-presidente da Telecheque, José Antonio Praxedes Neto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gasto de brasileiro no exterior soma US$ 1 bi, maior desde setembro&lt;br /&gt;Leia a cobertura completa da crise financeira global&lt;br /&gt;Veja as medidas anticrise já anunciadas no Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa, a crise ainda impacta consumidores com renda acima de quatro salários mínimos. "Este cenário, que havia sido anunciado na pesquisa do bimestre anterior (março/abril), foi reforçado nos dois últimos meses, comprovando que a situação se agravou." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inadimplência que entre pessoas com renda acima de quatro salários ficou em 50% no terceiro bimestre deste ano, contra 49,2% no bimestre anterior (variação de 1,6%) e 39,1% no mesmo trimestre de 2008 (diferença de 28%). Ao todo, 1.294 consumidores foram entrevistados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o estudo, estes consumidores também são vítimas da "concorrência agressiva" entre as instituições financeira, que "estão liberando limites de crédito ao consumidor de forma independente, sem analisar os acessos ao crédito já concedidos, estimulando o descontrole financeiro". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, o estudo destacou ainda que houve um aumento no número de graduados inadimplentes, de 20,30% no terceiro trimestre do ano passado para 35,78% neste ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perfil dos endividados, no entanto, se manteve semelhante ao de 12 meses atrás, conforme o estudo, com destaque para as mulheres (55,95% no terceiro bimestre deste ano ante 52,29% na mesma época do ano anterior), com idade entre 21 e 40 anos (58,27% contra 68,49%), casadas (46,21% ante 47,51%), com segundo grau (44,59% contra 54,27%) e com renda entre R$ 1.246 a R$ 2.490 (61,43% contra 59,44%). &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-7760266022727467610?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/7760266022727467610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=7760266022727467610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7760266022727467610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7760266022727467610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/inadimplencia.html' title='&lt;strong&gt;INADIMPLÊNCIA&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sm7jaRfbILI/AAAAAAAAAUc/BhdNcN1mRKk/s72-c/0b827ee6-ab59-493d-95cf-d50febe5ad67.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-4779377645710188954</id><published>2009-07-27T03:48:00.000-07:00</published><updated>2009-07-27T03:51:44.637-07:00</updated><title type='text'>MERCADO INTERNO ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sm2GiallbQI/AAAAAAAAAUU/O9oKMCux7Q0/s1600-h/12mouse.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 94px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sm2GiallbQI/AAAAAAAAAUU/O9oKMCux7Q0/s400/12mouse.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363090657078766850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRIORIZAR O MERCADO INTERNO  E  AGILIZAR O PAC                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;                                                                          psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução continua sendo o mercado interno e melhorar a gestão do PAC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após participar recentemente da reunião do G8, na Itália, o presidente Lula não deve mais ter dúvidas: está no crescimento do nosso mercado interno a solução para o Brasil demover os seus principais obstáculos derivados da atual crise econômica internacional.&lt;br /&gt;Ouviu diretamente de dois dos representantes das maiores economias do planeta que o crescimento do mercado global, nos próximos anos, não vai ser suficiente para a superação da crise mundial.&lt;br /&gt;O presidente Barack Obama deixou bem claro que os EUA não recuperarão os níveis de consumo do passado e Kazuo Kodama, porta-voz do ministério das relações exteriores do Japão, afirmou que mesmo que a crise seja debelada, os países mais desenvolvidos não retornarão aos patamares de crescimento observados até o primeiro semestre de 2008.&lt;br /&gt;Em artigos anteriores, sempre enaltecemos a importância do nosso mercado interno, como mola propulsora para sairmos da crise. O Brasil possui um vigoroso mercado local e um empresariado competente e acostumado a enfrentar desafios.&lt;br /&gt;Falta ao governo federal fazer sua lição de casa, adotando medidas eficazes de política econômica para que a aceleração do crescimento interno seja efetivamente alcançada.&lt;br /&gt;Não se pode deixar de reconhecer que o governo tomou algumas providências para  destravar a economia, mas foram ações pontuais, oriundas de pressões de setores econômicos mais poderosos e sem a devida coordenação macroeconômica  e perdeu  inúmeras oportunidades de crescimento, com a manutenção, por longo período de tempo, de elevadas taxas de juros.&lt;br /&gt;A ineficácia da gestão nos programas de investimentos, conforme foi explicitado na edição do DCI, de 08/05/09, impediu a conclusão de vários projetos de infraestrutura e obras de interesse econômico e social.&lt;br /&gt;A letargia e ineficiência na tomada de decisões também prejudicaram uma ação mais efetiva do governo, como papel de indutor do crescimento econômico, resultando na perda de arrecadação dos impostos e na diminuição da margem de manobra para incentivar o setor produtivo, apesar de ainda manter um alto nível de reservas, que  poderá ser utilizado para reverter o fraco desempenho da economia.&lt;br /&gt;A redução do IPI, para alguns setores como os automóveis, linha branca e materiais de construção, demonstrou que a nossa carga fiscal é muito elevada, bastando reduzi-la para que o consumo responda satisfatoriamente e que se tivéssemos implantado a reforma tributária, a economia estaria num plano bem superior.&lt;br /&gt;Deve-se ponderar que os nossos concorrentes participantes do BRIC também possuem enormes mercados internos e com exceção da Rússia, vêm apresentando nesta fase de crise, taxas de crescimento superiores às do Brasil.&lt;br /&gt;Como também já comentamos em outras ocasiões, o Brasil deveria aproveitar esta fase em que o mercado internacional está menos atraente e os nossos principais concorrentes estão preocupados em sanear seu sistema financeiro, para investir pesadamente em infraestrutura e logística, reduzir a carga tributária, os encargos trabalhistas e o custo-Brasil, para que, quando o mercado internacional retomar o seu ritmo de crescimento, o País possa apresentar vantagens comparativas e aumentar nossa participação nas exportações mundiais.&lt;br /&gt;Infelizmente, o PAC – Programa para Aceleração do Crescimento, nosso principal programa de investimentos continua no mesmo marasmo. &lt;br /&gt;Até que enfim um representante do governo reconheceu que o desempenho dos projetos está baixíssimo. Em entrevista ao jornal “O Estado de São Paulo”, edição de 05/07/09, o diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura  de Transporte (DNIT), Luiz Antonio Pagot, admitiu que o governo não estava preparado para o PAC e que há carência de pessoal qualificado e entraves burocráticos que impedem a agilização do programa.&lt;br /&gt;Curioso, é que a equipe econômica está propondo que os gastos com o PAC sejam abatidos do superávit primário previsto para o próximo exercício fiscal, desconhecendo o seu inexpressivo nível de execução financeira.&lt;br /&gt;Já não bastava o Presidente Lula ter justificado a escolha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para candidata à presidência, nas próximas eleições, pela sua competência na gestão daquele programa, considerando-a como “a mãe do PAC”.&lt;br /&gt;Se o PAC é tão importante assim, e de fato não se discute a sua relevância, este programa tem que ter prioridade total.&lt;br /&gt;Que tal o Presidente Lula exigir de sua equipe de governo maior dedicação e competência para o PAC, e, cobrar mais empenho e resultado da Ministra Dilma, em vez dela continuar sonhando com a presidência e “ficar arrastando seu sari no mercado”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva é economista graduado pela                 Universidade de São Paulo (USP), consultor e assessor empresarial,           especializado na recuperação e expansão de empresas em                               dificuldades financeiras.&lt;br /&gt;www.paulosergioxavier.zip.net&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-4779377645710188954?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/4779377645710188954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=4779377645710188954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4779377645710188954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4779377645710188954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/mercado-interno.html' title='&lt;strong&gt;MERCADO INTERNO ...&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sm2GiallbQI/AAAAAAAAAUU/O9oKMCux7Q0/s72-c/12mouse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-917005948503534034</id><published>2009-07-26T16:38:00.000-07:00</published><updated>2009-07-26T17:31:47.695-07:00</updated><title type='text'>EDUCAÇÃO </title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SmzsHiG_cxI/AAAAAAAAAUM/t327Q6Yiq5M/s1600-h/09042009olho_i.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 100px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SmzsHiG_cxI/AAAAAAAAAUM/t327Q6Yiq5M/s400/09042009olho_i.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362920870450787090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você quer ficar rico como professor? A Coréia do Sul pode ser um bom exemplo de como a educação é levado a sério. Lá eles têm uma filosofia que nos parece evidente: "A melhor herança que os pais podem deixar aos filhos é a educação". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Coreia do Sul conseguiu deixar de ser um país miserável e destruído pela guerra,  passando a fazer parte do rol de países desenvolvidos, em grande parte, graças aos investimentos maciços em educação básica. Foi uma revolução pela educação. O que pode ser  questinável é a rígida disciplina imposta aos estudantes, vindo depois aos trabalhadores. Veja um comentário a respeito neste link com o título "Minhas escapulidas no esquema coreano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista ao vídeo no link abaixo e tire suas conclusões sobre a valorização do professor.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tvig.ig.com.br/136224/professores-milionarios-na-coreia-do-sul.htm "&gt;http://tvig.ig.com.br/136224/professores-milionarios-na-coreia-do-sul.htm &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curitiba é a capital do país com melhor &lt;br /&gt;ensino público do país nas séries iniciais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Amanda Cieglinski, repórter da Agência Brasil &lt;br /&gt;20 junho, 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília - Das 27 capitais avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC) em 2007, 15 apresentaram resultados abaixo da média nacional (4,2) no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), considerando os anos iniciais (1ª a 4ª série) do ensino fundamental. Curitiba obteve o melhor resultado: 5,1. Na avaliação dos anos finais do ensino fundamental, ou seja, 5ª a 8ª série, o melhor desempenho foi do Rio de Janeiro, com 4,2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capital paranaense já atingiu em 2007 a meta de qualidade para 2009 nos anos iniciais e finais do ensino fundamental. A secretária municipal de educação, Eleonora Bonato Fruet, conta que em 2005 foi realizado um amplo diagnóstico sobre a realidade das escolas, levando em conta fatores socioeconômicos das regiões, a escolaridade dos pais, a formação dos professores e a infra-estrutura das unidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você tem que entender essa realidade, que às vezes é tão dura, para desenvolver práticas metodológicas que dêem conta dessa situação”, acredita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eleonora aponta como outro fator de sucesso o fato de a cidade ser a capital com a menor taxa de analfabetismo. “A participação da família é determinante, a escolaridade da mãe é um dos fatores fundamentais para o bom rendimento dos alunos”, defende. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para estimular a interação com a família, 66 das 172 escolas municipais abrem para atividades no fim de semana. Os professores também recebem cursos de especialização e parte deles é dispensada para fazer mestrado e doutorado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas séries iniciais do ensino fundamental, Belém (PA) foi a capital com menor índice: 3,2. O indicador manteve-se estável de 2005 para 2007, resultado já previsto no plano de  metas do MEC. Nos anos finais do ensino fundamental, ou seja, 8ª série, o resultado foi pior: caiu de 3,1 para 2,9. A meta para 2007 era que o índice se mantivesse em 3,1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma capital registrou queda nas notas iniciais no Ideb em comparação a 2005. Campo Grande (MS) registrou o maior crescimento, passando de 4,0 em 2005 para 4,9 em 2007, ultrapassando a meta prevista para 2011. Salvador aumentou 0,7 pontos na nota, passando de 2,8 para 3,5. O Ideb de Florianópolis subiu de 4,0 para 4,6. Manaus e Cuiabá também registram melhora, com crescimento de 0,5 pontos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desempenho das capitais no Ideb &lt;br /&gt;- séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª série) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: Ranking baseado em dados do Instituto Nacional de Estudos&lt;br /&gt;e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC).&lt;br /&gt;Município           Ideb 2005         Ideb 2007&lt;br /&gt;Curitiba (PR)          4,7               5,1&lt;br /&gt;Campo Grande (MS)      4,0               4,9&lt;br /&gt;Brasília (DF)          4,5               4,8&lt;br /&gt;Belo Horizonte (MG)    4,6               4,8&lt;br /&gt;Rio de Janeiro (RJ)    4,3               4,6&lt;br /&gt;Florianópolis (SC)     4,0               4,6&lt;br /&gt;Palmas (TO)            4,1               4,4&lt;br /&gt;São Paulo (SP)         4,3               4,4&lt;br /&gt;Boa Vista (RR)         3,9               4,3&lt;br /&gt;Rio Branco (AC)        3,9               4,2&lt;br /&gt;Vitória (ES)           4,0               4,2&lt;br /&gt;Goiânia (GO)           3,9               4,2&lt;br /&gt;Porto Alegre (RS)      3,8               4,1&lt;br /&gt;Cuiabá (MT)            3,6               4,1&lt;br /&gt;São Luís (MA)          3,8               4,0&lt;br /&gt;Teresina ( PI)         3,8               4,0&lt;br /&gt;Porto Velho (RO)       3,6               3,9&lt;br /&gt;Recife (PE)            3,3               3,8&lt;br /&gt;Manaus (AM)            3,6               3,7&lt;br /&gt;Maceió (AL)            3,1               3,5&lt;br /&gt;Macapá (AP)            3,4               3,5&lt;br /&gt;Salvador (BA)          2,8               3,5&lt;br /&gt;João Pessoa (PB)       3,1               3,5&lt;br /&gt;Fortaleza (CE)         3,3               3,5&lt;br /&gt;Natal (RN)             3,1               3,4&lt;br /&gt;Aracaju (SE)           3,2               3,4&lt;br /&gt;Belém (PA)             3,2               3,2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.jornaldosamigos.com.br &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-917005948503534034?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/917005948503534034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=917005948503534034' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/917005948503534034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/917005948503534034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/educacao.html' title='&lt;strong&gt;EDUCAÇÃO &lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SmzsHiG_cxI/AAAAAAAAAUM/t327Q6Yiq5M/s72-c/09042009olho_i.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-2515941707245076494</id><published>2009-07-17T15:35:00.000-07:00</published><updated>2009-07-17T15:40:21.910-07:00</updated><title type='text'>TREM BALA - SÃO PAULO RIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SmD9zEUDqjI/AAAAAAAAAUE/LCoD_hwmYMk/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 146px; height: 109px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SmD9zEUDqjI/AAAAAAAAAUE/LCoD_hwmYMk/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359562610343914034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estudo aponta custo de R$ 34,6 bi para trem-bala Rio-SP&lt;br /&gt;sexta-feira, 17 de julho de 2009&lt;br /&gt;O valor é 57,4% superior à previsão inicial do Programa de Aceleração do Crescimento(PAC), de aproximadamente R$ 22 bilhões&lt;br /&gt;Por: Agência Estado&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O trem-bala Campinas/São Paulo/Rio de Janeiro custará, para ficar pronto, R$ 34,626 bilhões. O valor consta de estudo encomendado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e divulgado hoje pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O valor é 57,4% superior à previsão inicial do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de US$ 11 bilhões (aproximadamente R$ 22 bilhões). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente as obras civis custarão R$ 24,583 bilhões ou 71% do total estimado. As desapropriações e medidas socioambientais que terão de ser tomadas por conta da obra responderão por 11,3% dos custos, ou R$ 3,894 bilhões. A aquisição dos sistemas e equipamentos representará R$ 3,409 bilhões (9,8%) e o material rodante, mais R$ 2,739 bilhões ou 7,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, disse à Agência Estado que o que faz os custos do trem-bala serem elevados são principalmente fatores relacionados ao seu trajeto. "É o fato de ter muito túnel e a subida da Serra das Araras. Nesse trajeto, ele tem condições especiais, que levam ao custo mais alto do que se o terreno fosse plano", disse. "Quando se fez o PAC, não havia projeto ou estudos traçados. Só o que se fez foi uma estimativa preliminar. Aquilo era apenas uma referência", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor, entretanto, ressalta que, apesar do alto custo, o projeto é viável. Segundo ele, é preciso agora analisar qual será o suporte que terá que ser dado pelo Estado para a construção. Figueiredo já disse em outras ocasiões que o projeto trem-bala não deveria ser feito apenas com recursos privados. Segundo ele, em cerca de 10 dias, será completada a avaliação econômica e financeira do projeto na qual constará qual deverá ser a fatia de participação do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fluxo de passageiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo divulgado pela ANTT mostra que, se o trem-bala já existisse em 2008, ele absorveria cerca da metade do fluxo de passageiros que fazem o trajeto Rio-São Paulo. Segundo o estudo, em 2008, 7,3 milhões de pessoas fizeram a viagem entre as duas cidades. Deste total, 3,5 milhões teriam usado o trem-bala, de acordo com o levantamento, e 2,3 milhões teriam feito de avião. O restante teria feito a viagem em automóveis ou ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho calcula ainda que, em seu primeiro ano de funcionamento, previsto para 2014, o trem-bala deverá gerar uma receita total de R$ 2,3 bilhões, incluindo os serviços expressos de São Paulo ao Rio e do Rio a Campinas e os regionais como, por exemplo, do Rio de Janeiro a São José dos Campos ou de Volta Redonda a Campinas. Em 2024, a receita anual estimada pularia para R$ 3,5 bilhões e, em 2044, a receita por ano seria de R$ 5,7 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento também estima que, no primeiro ano de atividades, em 2014, o serviço contaria com 42 trens operando, sendo que 14 fariam viagens expressas e 25 operariam os trajetos regionais. Outros três ficariam na reserva. Em 2024, a quantidade de composições saltaria para 84, sendo 28 no serviço expresso, 50 nos regionais e seis na reserva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANTT também calcula que, nos horários de pico, ou seja, no início da manhã e no final da tarde, os serviços expressos contariam com três trens por hora na mesma direção. Com isso, o intervalo de saída entre uma composição e outra seria de 20 minutos. Fora do horário de pico, esse intervalo aumentaria para 40 minutos. Os trens teriam 458 assentos no serviço expresso e 600 assentos no serviço regional. O serviço expresso sairia de São Paulo no Campo de Marte, na zona norte, e chegaria ao Rio na Barão de Mauá. O tempo da viagem é estimado em uma hora e 33 minutos, a uma velocidade de aproximadamente 280 quilômetros por hora.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-2515941707245076494?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/2515941707245076494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=2515941707245076494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2515941707245076494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2515941707245076494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/trem-bala-sao-paulo-rio.html' title='TREM BALA - SÃO PAULO RIO'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SmD9zEUDqjI/AAAAAAAAAUE/LCoD_hwmYMk/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-5130680750649379089</id><published>2009-07-15T20:02:00.000-07:00</published><updated>2009-07-15T20:03:13.713-07:00</updated><title type='text'>ABILIO DINIZ</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/Sl6XttzrxtI/AAAAAAAABTA/3pa3u-fstS8/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 190px; height: 305px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/Sl6XttzrxtI/AAAAAAAABTA/3pa3u-fstS8/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358887418263750354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O estilo de gestão de Abilio Diniz&lt;br /&gt;Historicamente um centralizador, Abilio decidiu deixar de apitar no Pão de Açúcar durante quatro anos - e se arrependeu. Agora ele fica na mesma sala da diretoria, que só toma decisões estratégicas se lhe convencer dos benefícios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXAME - &lt;br /&gt;Quando assumiu o controle do Pão de Açúcar, no início da década de 90, o empresário Abilio Diniz adotou um estilo centralizador de gestão. "Eu era o presidente, o superintendente e o cara que estava com a mão na massa", admite. Entre 2003 e 2007, Abilio alterou radicalmente sua postura. Passou a presidir o conselho do maior grupo de varejo do país e, mesmo quando achava que seus diretores estavam errados, deixava que eles tomassem as decisões para que aprendessem com seus erros. Com os resultados fracos apresentados pela empresa, Abilio resolveu mudar novamente. Em entrevista à gestora de recursos Rio Bravo, que investe em ações do Pão de Açúcar, ele revela que encontrou um meio-termo. Abilio Diniz voltou a trabalhar na mesma sala que os diretores e as decisões estratégicas só são tomadas se ele e o conselho estiverem convencidos dos benefícios. No entanto, o dia-a-dia da empresa ficou a cargo da diretoria. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissionalização: Quando tomei as rédeas da empresa nos anos 90 eu centralizei tudo comigo. Eu era o presidente, o superintendente e o cara que estava com a mão na massa. De 2003 para cá, decidi que essa empresa não poderia viver tão dependente de mim. E aí decidi pela profissionalização, com uma diretoria sem nenhum Diniz como executivo. Todos nós fomos para o conselho, presidido por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jogada mais ousada de Abilio &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Essa transição de uma empresa liderada por uma única pessoa durante muito tempo, para uma diretoria profissional não foi fácil. Nós tivemos cinco anos que passamos andando de lado (de 2003 a 2007). Felizmente no final de 2007, fizemos uma mudança, reestruturamos a diretoria executiva e, hoje, o crescimento da companhia, do início de 2008 pra cá, tem sido sensacional. Tudo aquilo que conseguimos é resultado deste clima, principalmente agora com um time altamente identificado. Temos um ambiente hoje que é realmente fantástico. Eu trabalho na mesma sala que eles, à disposição deles para o que precisarem. Agora o dia-a-dia é com eles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estilo de gestão: De 2003 e 2007, deixei que a diretoria fizesse praticamente aquilo que quisesse e aprendesse através de seus erros. No início desta nova gestão, no final de 2007, declarei que não faria mais isso. Se houvesse alguma coisa que eu estivesse vendo acontecer com a qual eu não estivesse de acordo, a diretoria teria que me convencer. Se não me convencesse eu levaria para o conselho. Se não convencesse nem a mim nem ao conselho, não iriam fazer. Essa foi uma mudança. Só que com a diretoria que temos hoje não tivemos nenhum caso deste. Tem-se um ambiente diferente, de consulta, de respeito, de diálogo e de consenso. É claro que como tudo na vida há divergências, mas o importante é sabedoria para trabalhá-las, é tirar dali, senão um consenso, pelo menos um acordo de adesão que permita seguir em frente com o comprometimento de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compra do Ponto Frio: A compra da Globex [controladora do Ponto Frio] foi considerada estratégica pelo conselho do Pão de Açúcar. Há cinco anos na elaboração do planejamento estratégico, que é atualizado anualmente, definimos que teríamos que crescer e sermos muito fortes em não-alimentos. Temos os hipermercados que representam cerca de 50% das nossas vendas. Esse tipo de loja só se sustenta nos dias de hoje se for realmente muito eficiente no não-alimento. Lá você encontra toda a gama de não-alimentos: vestuário, eletroeletrônicos, artigos de informática, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, os hipermercados têm que ser um canal de distribuição muito forte em não-alimentos, segundo o que acreditamos. Na questão dos eletroeletrônicos, é necessário escala e nós, com a venda somente nos supermercados e uma pequena rede de magazine, não tínhamos dimensão e escala suficiente para podermos oferecer uma opção de compra muito boa para o consumidor. Somos os primeiros e os maiores vendedores de informática no Brasil, mas no restante da linha nunca fomos tão fortes, embora tenhamos condições de financiamento melhores do que nos chamados especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, para que tenhamos escala, achamos que deveríamos fazer, nesse momento, uma aquisição que fosse oportuna, que nos desse uma outra dimensão e que desse um impulso na parte de eletroeletrônicos e móveis. Enfim, toda essa área vai crescer muito com a aquisição do Ponto Frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a virada do Ponto Frio: Se eles tivessem uma geração de caixa adequada, provavelmente não teriam vendido e nós não teríamos comprado nem teríamos muito o que fazer lá. A geração de caixa deles é baixa, há enormes oportunidades para uma gestão eficiente, que tenho certeza que vamos colocar e é isso que estamos visualizando pela frente. Estamos muito satisfeitos com a aquisição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a compra do Assai: Desde o fim de 2007, estamos com o formato Assai, uma empresa em que inicialmente adquirimos uma participação de 60% porque não éramos detentores do know how para trabalhar no “atacarejo” [lojas especializadas em atender pequenos negócios, como restaurantes e pizzarias]. O formato “atacarejo” está sendo um sucesso em nossas mãos, estamos aumentando o número de lojas e vamos continuar fazendo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extra Perto: As lojas de vizinhança estão tendo mais sucesso principalmente pelas dificuldades de locomoção nas grandes cidades. É natural que quando a pessoa precisa de pequenas compras, dê preferência para as lojas de conveniência, muitas vezes muito próximos de suas residências. Lá o consumidor pode com facilidade adquirir os produtos que deseja sem ter que usar o carro. Vamos continuar nosso projeto, devemos abrir cerca de 50 lojas neste ano no formato Extra Fácil, que é o formato das lojas de conveniência. Da mesma forma que vamos continuar abrindo hipermercados, "atacarejos" Assai e supermercados, principalmente o Pão de Açúcar, onde são realmente as lojas que têm a nossa cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abertura de capital: O caminho que eu mais gosto é de uma empresa aberta. O compromisso que você obtém em uma empresa aberta entre todos os gestores é enorme, pela visibilidade que uma empresa aberta precisa ter. Teoricamente não pode errar, não pode falhar - tem que estar sempre fazendo o seu papel e da melhor forma possível porque você está sendo constantemente vigiado. Eu gosto muito de empresas de capital aberto. Meu sócio francês [o Casino] é uma companhia de capital aberto. Não mudou nada com a entrada deles aqui. Somos uma empresa hoje com dois sócios controladores e o mercado. Acho extremamente importante a participação do mercado. Na realidade, um dos nossos membros do conselho (nós temos quatro membros independentes) é representante dos acionistas minoritários e ele é hoje um grande conselheiro para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é controlar um grupo gigante como o Pão de Açúcar: Sou uma pessoa com visão de futuro sem perder a realidade do momento atual. Gosto de projetar metas, de ter planos B se as coisas não correrem como eu pensava. Em 1993 e 1994, quando eu adquiri o controle da companhia, eu já pensava em abrir seu capital para fortalecê-la. Vou fazer isso de forma ampla e vou buscar um sócio estratégico que me traga capital e que, se possível, me traga mais conhecimento e mais força. Segui por esse caminho e acho que tivemos sucesso. Não me incomodo em nada de compartilhar decisões, de discutir coisas com sócios. Acho que o importante é fazer as coisas mostrando aos outros que é o melhor caminho e não fazer simplesmente porque você tem o comando. Evidentemente trabalhar com o mercado às vezes não é tão fácil. Às vezes é difícil mostrar para o mercado exatamente o trabalho que você está fazendo, mas é o que tem que ser feito. Com relação aos meus sócios, por que nos damos tão bem? Porque todas as coisas que eu quero fazer, desde que eu tenha direito de fazer, eu digo a eles que quero fazer por esse e aquele motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relação com funcionários: Eu não quero sacrifícios. Eu quero funcionários com comprometimento e garra, mas com férias, com divertimento, cuidando das suas famílias e de si e que sejam felizes. Aquilo que faço para mim, eu prego para as pessoas que trabalham aqui dentro. O Abílio quer que a empresa continue crescendo com novos desafios. Mas aproveito muito e quero continuar aproveitando. Quero continuar aceitando os desafios, fazendo essa empresa crescer. Quero que ela gere empregos para o país. O problema do Brasil ainda é geração de empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planos futuros: Estamos praticamente em todos os formatos conhecidos do varejo, o que não quer dizer que não se invente outros. Tudo aquilo que existe de interessante na parte de distribuição e nós achamos que é adequado, estamos estudando. Estamos desenvolvendo fortemente o comércio eletrônico, a área de internet vai crescer muito mais com a integração do Ponto Frio que é bastante forte, praticamente do tamanho do Extra.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-5130680750649379089?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/5130680750649379089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=5130680750649379089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5130680750649379089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5130680750649379089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/abilio-diniz.html' title='&lt;strong&gt;ABILIO DINIZ&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/Sl6XttzrxtI/AAAAAAAABTA/3pa3u-fstS8/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-2586243786588817990</id><published>2009-07-12T15:14:00.000-07:00</published><updated>2009-07-14T16:29:54.721-07:00</updated><title type='text'>PROGRAMA MINHA CASA-MINHA  VIDA=Lei 11977.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Slpi1SB0wiI/AAAAAAAAAT8/roDi6kX2IXA/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 124px; height: 109px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Slpi1SB0wiI/AAAAAAAAAT8/roDi6kX2IXA/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357703374222705186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEIA EM PRIMEIRA MÃO E VEJA  COMO  IRÁ INFLUENCIAR  SUA VIDA !!&lt;br /&gt;PROF. DUTRA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei n°. 11977 de 07 de julho de 2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversão da Medida Provisória nº. 459 de 25 de março de 2009 na Lei n°. 11977 de 7 de julho de 2009. Dispõe sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida - PMCMV e a regularização fundiária de assentamentos localizados em áreas urbanas; altera o Decreto-Lei no 3.365, de 21 de junho de 1941, as Leis nos 4.380, de 21 de agosto de 1964, 6.015, de 31 de dezembro de 1973, 8.036, de 11 de maio de 1990, e 10.257, de 10 de julho de 2001, e a Medida Provisória no 2.197-43, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TABELA PRICE E A CAPITALIZAÇÃO DE JUROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei nº 11977 de 7 de julho de 2009, que permite a capitalização de juros de juros e aprova a utilização da Tabela Price, é uma prova inconteste do desconhecimento  generalizado dos conceitos fundamentais da matemática financeira e dos critérios utilizados no mundo para cálculo de operações de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras.  Em pleno século XXI, o nosso Brasil, que  faz parte de um grupo seleto de países denominado G-20, e frequentemente convidado para participar de um grupo ainda mais especial, o G-8,   ainda tem a necessidade de uma Lei para permitir que se faça o óbvio. A proibição de se capitalizar juros bate de frente com tudo que se faz no mundo real, não só no que se refere às práticas internacionais no mercado financeiro e de capitais, como também em tudo que se ensina nas universidades e nos textos dos livros de finanças dos autores mais conceituados. Pode-se assegurar que a quase totalidade das operações financeiras realizadas no mundo, bem como todos os estudos de viabilidade econômico-financeira, são efetivados com base no critério de juros compostos, ou capitalização composta. Proibir a capitalização dos juros implica em colocar na marginalidade os fundamentos de uma ciência matemática respeitada, aplicada e reconhecida no mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que é a Tabela Price? Nada mais do que uma fórmula matemática utilizada para o cálculo do valor das prestações iguais, normalmente mensais, para amortização de empréstimos ou financiamentos, de uso generalizado no mundo, e que apenas no Brasil é chamada de Price. Essa fórmula é deduzida com base na teoria de juros compostos, como também são todos os outros  planos conhecidos e utilizados no Brasil, como o SAC (Sistema de Amortização Constante), o SAM (Sistema de Amortização Misto) e o SACRE (Sistema de Amortização Crescente). Essa observação é importante visto que, em quase tudo que tenho lido e ouvido sobre sistemas de amortização, fica quase sempre implícito que o SAC é um sistema de amortização calculado com base no critério de juros simples. É possível provar, sem apelar para demonstrações matemáticas complexas, que esse plano também é calculado com base na teoria de juros compostos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A observação de fatos diretamente relacionados com os sistemas SAC e PRICE tem provocado afirmações totalmente equivocadas por parte de peritos, juristas, especialistas (com aspas e sem aspas), e principalmente pelos profissionais da imprensa. Em matérias publicadas pelos principais jornais e revistas deste país é quase unânime a conclusão de que o SAC é melhor que o PRICE porque a soma das prestações do primeiro  é menor. Nada mais falso! Pode-se também comprovar, matematicamente, que esses dois planos, do ponto de vista econômico-financeiro, são  equivalentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo acompanhamento que faço, sei que os artigos e parágrafos dessa Lei, que permitem a capitalização de juros e a utilização da Tabela Price, foram aprovados graças ao empenho de alguns técnicos e políticos comprometidos com a racionalidade e transparência.  Não tenho dúvidas que a aprovação dessa Lei trará grandes benefícios para a sociedade brasileira, particularmente nos campos social, financeiro e do ensino. Ela deve ser comemorada principalmente como uma vitória das ciências matemática, financeira  e jurídica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Dutra Vieira Sobrinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integra da Lei :  LEI DIRETO&lt;br /&gt;www.leidireto.com.br&lt;br /&gt;Acesse : &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.leidireto.com.br/lei-11977.html"&gt;http://www.leidireto.com.br/lei-11977.html&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-2586243786588817990?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/2586243786588817990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=2586243786588817990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2586243786588817990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2586243786588817990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/programa-minha-casa-minha-vida-lei.html' title='&lt;strong&gt;PROGRAMA MINHA CASA-MINHA  VIDA=Lei 11977.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Slpi1SB0wiI/AAAAAAAAAT8/roDi6kX2IXA/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-60623070410333056</id><published>2009-07-10T16:29:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T16:45:34.475-07:00</updated><title type='text'>HOPI  HARI.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlfPZo_B8CI/AAAAAAAAAT0/NVCX-xaJnpo/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 204px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlfPZo_B8CI/AAAAAAAAAT0/NVCX-xaJnpo/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356978321185959970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vai ser difícil consertar&lt;br /&gt;Inspirado na Disney World, o Hopi Hari se tornou um mico para a GP e os quatro fundos de pensão que o controlavam. Por que seus novos donos acreditam que podem transformá-lo num reino de fantasia e de lucros&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Epitacio pessoa/AE Hopi Hari: modelo de negócios de parque para as classes A e B no país da classe C Por Denise Carvalho | 09.07.2009 | 00h01 &lt;br /&gt; Revista EXAME - &lt;br /&gt;O Hopi Hari, maior parque de diversões do Brasil, foi inaugurado em 1999 com o objetivo de reproduzir a fórmula de sucesso do Magic Kingdom, a unidade mais famosa do complexo da Walt Disney Company, em Orlando, na Flórida. O projeto foi fundamentado em um cenário econômico de mundo da fantasia: inflação controlada, real valendo mais que o dólar, aumento de renda da população e economia em expansão. Apenas em sua construção, o Hopi Hari consumiu 200 milhões de dólares, num investimento conjunto da GP, maior gestora de fundos do país, e de quatro fundos de pensão - Previ, Funcef, Petros e Sistel. A expectativa era que pelo menos parte dos 300 000 brasileiros que viajavam todos os anos para os parques da Disney em Orlando passasse a frequentar também o complexo de entretenimento erguido em Vinhedo, no interior de São Paulo. Parte dos pilares que sustentavam o plano de negócios, no entanto, desmoronou antes mesmo de o parque abrir as portas. No início de 1999, o real sofreu uma brutal desvalorização. Logo depois, a economia brasileira iniciou um período de quase estagnação. Mesmo com a volta do crescimento, as projeções de atrair 3 milhões de visitantes e alcançar um faturamento de 200 milhões de reais por ano jamais se concretizaram. Em 2008, o melhor ano de toda a história do parque, o Hopi Hari recebeu 1,8 milhão de turistas e faturou 70 milhões de reais. Cansados de prejuízos e acuados por uma dívida estimada em 500 milhões de reais, os controladores do negócio venderam no mês passado o parque aos sócios da consultoria Íntegra Associados, especializada em reestruturação de empresas. A consultoria assumiu o Hopi Hari com o objetivo de fazer o parque dar lucro em 18 meses - algo que a GP e os fundos nunca conseguiram em quase uma década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTRATÉGIA.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Os planos da Íntegra para tirar o Hopi Hari do limbo concentram-se em duas frentes. A primeira é pagar a parte da dívida que ainda restou com o BNDES depois de concluído o acordo de aquisição, equivalente a 180 milhões de reais. Em meio às negociações de compra, a Íntegra conseguiu estender o prazo de pagamento de dez para 30 anos, o que deu maior fôlego à operação. A segunda frente diz respeito à estratégia. De imediato, a Íntegra realizou um aporte de 10 milhões de reais no caixa do Hopi Hari, que devem custear as próximas promoções com o objetivo de aumentar o número de visitantes. A primeira delas é uma série de eventos especiais durante o mês de julho, período de férias escolares. Pode parecer banal, mas essa é a primeira vez que o Hopi Hari desenvolve um evento desse tipo em julho. A nova administração também planeja aumentar os investimentos em publicidade. A previsão é que em 2009 sejam aplicados 9 milhões de reais na divulgação do parque, o dobro do valor aplicado anualmente desde 2006. Mas a verdadeira marca da virada, segundo os executivos do Hopi Hari, será visível no segundo semestre do ano que vem. Trata-se da instalação de uma nova montanha-russa, avaliada em 12 milhões de reais. É o primeiro investimento realizado no parque desde a inauguração. "A ideia é estimular os visitantes a vir ao parque com mais frequência", diz Armando Pereira Filho, diretor-presidente do Hopi Hari. "Nosso visitante costuma voltar ao parque em média a cada dez meses. Queremos que esse intervalo passe a ser de sete meses."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desafios de recuperação do Hopi Hari, contudo, vão além do aumento de verba de marketing e da renovação de atrações. Os novos controladores terão de resolver problemas estruturais. O Hopi Hari foi concebido como um parque temático de padrão internacional, voltado para um público de alta renda. No entanto, o afluxo desse tipo de visitante se mostrou insuficiente para manter a operação. A média do preço dos bilhetes foi então reduzida, com promoções agressivas, para se adequar ao bolso dos visitantes com menor poder aquisitivo, o que prejudicou tanto a rentabilidade quanto os investimentos capazes de manter o padrão internacional - a previsão inicial era que os ingressos custassem o equivalente a 40 dólares. O preço atual é de cerca de 25 dólares. "O Hopi Hari é como um avião projetado para voar apenas com classe executiva operando em um mercado em que as pessoas só têm dinheiro para viajar em classe econômica", diz um consultor especializado no setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os solavancos da economia e as peculiaridades do mercado brasileiro transformaram o Hopi Hari quase numa antítese do Magic Kingdom, parque que o inspirou. Construído à beira da rodovia dos Bandeirantes, a 70 quilômetros de São Paulo, o Hopi Hari fica no meio do nada. Longe da capital, seu principal polo gerador de visitantes, o empreendimento registra uma lotação desmedida nos fins de semana (o que, às vezes, torna o passeio um martírio), enquanto passa os outros dias da semana com público abaixo da média. A localização nos arredores do Aeroporto de Viracopos, o que seria uma vantagem, é hoje mera curiosidade, uma vez que apenas 19% dos visitantes vêm de outros estados - um número ínfimo para um parque de sua dimensão. Concorrentes nacionais menores, como o Beto Carrero World, em Santa Catarina, recebem cerca de 50% dos visitantes de outros estados e de países como Argentina, Chile e Uruguai. "Para ter um fluxo contínuo de visitantes, os grandes parques precisam estar dentro do mapa turístico. Sem essa condição, tornam-se inviáveis", diz Luiz Mauro, vice-presidente da US Travel Association, que representa no Brasil as operadoras de turismo americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acontece com outros setores da economia mundial, a indústria global de entretenimento e parques de diversões vive um momento particularmente difícil. Apenas nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo para esse tipo de negócio, o volume de visitantes dos 500 parques instalados caiu 10% em 2008. A previsão é que neste ano o setor registre queda de 15% em relação ao faturamento de 15 bilhões de dólares no ano passado. Parques como Disney, Universal Studios e Busch Gardens têm oferecido pacotes promocionais, com descontos de até 20%, para voltar a atrair público. O grupo americano Six Flags não resistiu à crise e pediu concordata, vergado por uma dívida de 2,4 bilhões de dólares. No Brasil, o cenário é mais otimista e a expectativa é que o setor cresça até 15% - estima-se que o faturamento dos 15 maiores parques em 2009 seja de 600 milhões de dólares. Não deixa de ser um alento para os executivos da Íntegra, cujo trabalho para levantar o Hopi Hari deve ser tão emocionante daqui para a frente quanto um mergulho na montanha-russa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-60623070410333056?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/60623070410333056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=60623070410333056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/60623070410333056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/60623070410333056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/hopi-hari.html' title='&lt;strong&gt;HOPI  HARI.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlfPZo_B8CI/AAAAAAAAAT0/NVCX-xaJnpo/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-4752905914601255545</id><published>2009-07-09T04:35:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T04:38:09.739-07:00</updated><title type='text'>O SILENCIO DO SENADOR EDUARDO SUPLICY.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlXWlU0WH8I/AAAAAAAAATs/gFdSBc_0Qo0/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlXWlU0WH8I/AAAAAAAAATs/gFdSBc_0Qo0/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356423268558839746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outro dia, conversando com um amigo, descobri que ele era fã do Eduardo Suplicy. Meu amigo fez rasgados elogios ao eterno senador. Discordei na hora, e argumentei que poderia dar mais de uma dezena de razões para não admirá-lo como político. Aliás, como pessoa comum, eu o elegeria um dos homens mais puros da terra.&lt;br /&gt;Alinhavei as razões das minhas ressalvas:&lt;br /&gt;Vamos lá:&lt;br /&gt;Suplicy é tão ingênuo que acha que sabe de tudo o que acontece no congresso.&lt;br /&gt;Não sabe.&lt;br /&gt;Quando querem tramar alguma barbaridade, os políticos sempre procuram esconder do Suplicy o que estão aprontando.&lt;br /&gt;Quando querem dar um ar nobre a uma idéia estapafúrdia qualquer - dessas que nascem ao borbotões em Brasília - os políticos dizem: peguem o apoio do Suplicy e vocês ganham a mídia e a opinião pública.&lt;br /&gt;Suplicy acha que todo pobre é um anjo disfarçado e a pobreza é a reserva moral da humanidade.&lt;br /&gt;Uma crença dessa só é possível para quem nunca foi pobre como é o seu caso.&lt;br /&gt;Ele não conhece trabalho duro e por isso tem imensa dó de quem trabalha.&lt;br /&gt;No entanto nunca demonstrou dó de quem é obrigado a dar quase a metade do salário ao governo na forma de impostos de todo tipo.&lt;br /&gt;Aliás Suplicy adora dar esmola aos pobre; quase chora quando fala da sua monomaníaca “renda mínima”. Acredito que nem sabe o que é renda. Renda é o que rende do trabalho de alguém. Dar dinheiro para pobre - mesmo que pela nobre razão de matar-lhe a fome - não é distribuir renda, é dar esmola ou dar presente. É dar esmola com o bolso alheio, ainda por cima.&lt;br /&gt;Outra coisa, o senador é uma espécie de bobo da corte em Brasília. Gostam de ouvi-lo quando precisam acalmar as consciências pesadas e dão bordoadas nele quando se empolga e começa a exagerar em suas cantilenas.&lt;br /&gt;Essa pureza ingênua acaba criando um ar menos fétido à classe política e isso não é bom para o povo. Sem querer, Suplicy transformou-se numa espécie de reserva moral dessa classe e isso é um absurdo.&lt;br /&gt;Por fim, embora seja honesto e sincero como pouca criatura nesta terra, Suplicy não é um radical, nunca quis ser um São Francisco que abriu mão de todo conforto, de todo luxo e foi viver com os mendigos e experienciar a vida dos que não possuem absolutamente nada. Pelo contrario, cultiva com carinho a boa e confortável vida que herdou dos pais.&lt;br /&gt;Uma coisa positiva nele é que jamais segue rigorosamente a cartilha do PT. Nunca foi confiável à cúpula do mesmo. Embora seja um ícone luminoso da história da esquerda brasileira, não participa do núcleo de poder do partido; seus dirigentes preferem ostentá-lo como figura imaculada e exemplar da atividade parlamentar, uma figura decorativa apenas.&lt;br /&gt;Suplicy tem consciência, segue suas convicções acima de tudo e de todos, uma coisa raríssima nesse mundo de personagens gelatinosas e fugidias. Todo mundo sabe o que pensa o senador, todo mundo sabe que será bem tratado por ele. Respeita tanto parceiros de militância quanto adversários ideológicos.&lt;br /&gt;Não sei se convenci meu amigo, mas percebi que ele ficou quieto e pensativo por algum tempo e depois mudou de conversa. Nunca mais tocou no assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não falar agora nunca mais será ouvido pelo Brasil que presta&lt;br /&gt;22 de junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O suspeitíssimo silêncio dos oposicionistas, sublinhado pelo sumiço dos éticos, foi quebrado no domingo pelo pernambucano Sérgio Guerra. ”No cargo de diretor-geral, Agaciel Maia foi o operador de um grupo de senadores”, disse o presidente nacional do PSDB. ”O que o grupo queria, ele resolvia, e por isso ficou tanto tempo. Agora continua intimidando todo mundo, com a mesma cara e a mesma autoridade”. Parecia um bom começo. Mas era tudo o que Guerra tinha a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os brasileiros decentes exigem que Guerra complete e traduza com clareza e coragem o falatório cifrado. Quem faz parte do grupo que teve Agaciel como operador? O que é que o grupo quis e o diretor-geral resolveu? Quantos e quais senadores compõem esse “todo mundo” que o delinquente federal anda intimidando? De quais segredos Agaciel se apoderou para virar extorsionário? Sérgio Guerra é senador faz tempo. Conhece suficientemente o clube dos pais da pátria para saber quem é quem. Se não contar o que cada sócio fez ou deixou de fazer, será apenas outro cúmplice por omissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta segunda-feira, também renunciou à mudez o senador Artur Virgílio. As declarações e o discurso na tribuna melhoraram o ânimo dos homens honestos, mas imploram por mais capítulos. O tucano amazonense passou ao largo do coração das trevas que Sérgio Guerra apenas tangenciou. Só confirmou a desconfiança nacional: entre os chantageados por Agaciel Maia figuram remanescentes da diminuta bancada dos aparentemente honrados . Mas nenhum deles, presume-se, está no “grupo” a quem Agaciel serviu como operador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Ele acoelhou o Pedro Simon, o Eduardo Suplicy, o Cristovam Buarque”, exemplificou o tucano amazonense. Cristovam entrou em recesso por achar que deve ao superfuncionário do Senado o emprego da mulher no Congresso. Simon e Suplicy, para não terem de penitenciar-se de viagens ao Exterior ─ um com a mulher, outro com a namorada. ”É por isso que, quando a gente fala do Agaciel, eles fogem do plenário”, disse Virgilio. “Nenhum deles fez nada de grave, mas, infelizmente, a imprensa criminalizou esses episódios”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os contrange o envolvimento em episódios menores, o que esperam todos para se curarem de vez da afasia oportunista e vocalizarem a indignação aprisionada na garganta dos eleitores honestos? Se estão fora do bando mencionado por Sérgio Guerra, por que não desmascaram os senadores homiziados nas catacumbas atulhadas de atos secretos e espertezas ultrajantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E onde andam os outros? Por que Jarbas Vasconcelos deixou de incomodar-se com o mau cheiro que até recentemente o nauseava? O que impede Álvaro Dias de tratar José Sarney como um pecador comum? Por que o próprio Artur Virgílio não escancara com a habitual veemência o que fizeram, fazem e farão os renans, jucás, idelis e outras abjeções vizinhas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom que os senadores sem vínculos com a quadrilha recuperem a voz de imediato. Que falem agora ou se calem para sempre, o mais silenciosamente possível. Porque nunca mais conseguirão ser ouvidos pelo Brasil que presta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, o Senado Federal reage e toma medidas com vistas a corrigir os sérios problemas que foram constatados nas últimas semanas. Terça-feira, a Mesa Diretora anunciou a instalação do Portal da Transparência no sítio eletrônico do Senado. Nele constarão informações relativas à execução orçamentária e financeira; licitações e contratos; verbas indenizatórias; contratos de mão de obra; boletins suplementares e a relação dos funcionários do Senado Federal com a respectiva lotação e o cargo. Atendendo a requerimento que apresentei, a Mesa Diretora anulou, a partir desta semana, os efeitos do Ato, de 2000, que concedia auxílio médico vitalício ao Diretor-Geral e ao Secretário-Geral da Mesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É praticamente certa a aprovação do projeto de resolução do Senador Arthur Virgílio, também assinado pelo Presidente José Sarney, que prescreve que o novo Diretor-Geral deverá ser aprovado pelo Plenário; e seu mandato, deverá ser de dois anos, renovável só por mais dois, conforme projeto do Senador Aloísio Mercadante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de divulgar o relatório da Comissão, que investigou os atos assinados de 1995 a 2009 e não publicados, foram anunciadas outras medidas: auditoria do Tribunal de Contas da União na folha de pagamento e nos contratos; e eliminação das folhas suplementares de pagamento. Uma Comissão Especial de Sindicância identificará os beneficiários desses atos, por que foram mantidos secretos e quem determinou que não fossem publicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Senadores Pedro Simon, José Nery e eu recebemos do Presidente do Sindicato dos Servidores do Senado Federal, Sindilegis, Magno Lessa, suas preocupações com respeito ao Projeto de Resolução que apresentei, o qual dispõe que o Senado Federal deverá publicar, no seu sítio eletrônico, o nome de todos os seus servidores, função, lotação – que já está no Portal da Transparência – e a remuneração. Ele argumenta que a proposição fere o princípio da privacidade, além de instar o seqüestro dos servidores. Ponderamos que deve prevalecer o princípio da publicidade, previsto no Artigo 37 da Constituição. Conforme os Professores Gofredo Silva Telles e José Affonso da Silva asseguraram em pareceres elaborados, quando fui Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, e providenciei a publicação de todas as remunerações: é direito do povo que os paga saber o quanto recebem os servidores. A remuneração de senadores é de R$ 16.500,00 e não nos torna mais sujeitos a sermos assaltados do que os demais cidadãos. Privacidade de fato refere-se a como se gasta o salário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senador Antonio Carlos Jr. foi designado relator deste projeto na Comissão de Constituição e Justiça. Disse que vai ouvir a todos os lados, inclusive o Prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo, que tornou pública a folha salarial dos servidores municipais, para saber dos efeitos dessa medida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que a transparência completa em muito contribuirá para coibir as irregularidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Eduardo Suplicy // 01/07/2009 - 16:56 &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-4752905914601255545?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/4752905914601255545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=4752905914601255545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4752905914601255545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4752905914601255545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/o-silencio-do-senador-eduardo-suplicy.html' title='&lt;strong&gt;O SILENCIO DO SENADOR EDUARDO SUPLICY.&lt;/strong&gt;'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlXWlU0WH8I/AAAAAAAAATs/gFdSBc_0Qo0/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8559617120985541173</id><published>2009-07-09T04:32:00.001-07:00</published><updated>2009-07-09T04:32:26.094-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8559617120985541173?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8559617120985541173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8559617120985541173' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8559617120985541173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8559617120985541173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/href.html' title=''/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7602085142987463450</id><published>2009-07-09T03:25:00.001-07:00</published><updated>2009-07-09T03:27:47.117-07:00</updated><title type='text'>9 DE JULHO ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlXF4LiYcYI/AAAAAAAAATk/3pk3xg3IgHc/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356404900787417474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 92px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlXF4LiYcYI/AAAAAAAAATk/3pk3xg3IgHc/s400/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quinta-feira, 9 de Julho de 2009&lt;br /&gt;&lt;a name="8991180791000674638"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://marquesi-newsletter.blogspot.com/2009/07/9-dejulho-feriado.html"&gt;9 DE JULHO ... &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SlXET20ogfI/AAAAAAAABSA/3wFLlEcwJ5U/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Uma data que não pode ser esquecida&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Luiz Gonzaga Bertelli *, Jornal do Brasil RIO -&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A proximidade da data de 9 de julho evoca os acontecimentos que mobilizaram os paulistas, em 1932, em torno de uma causa nobre: a constitucionalização do país. Mas poucos sabem, nos dias de hoje, o que significou esse movimento para os que o vivenciaram de perto, nas frentes de combate ou na retaguarda. Nas primeiras décadas republicanas, havia a famosa “política do café com leite”, em que paulistas e mineiros se revezavam no poder central, cada qual simbolizado pela força de suas atividades econômicas mais importantes: a lavoura cafeeira e o gado leiteiro. As demais unidades da federação ficavam, em geral, com a vice-presidência da República. O mandato do presidente Washington Luís, iniciado em 1926, não foi tranquilo. A crise mundial de 1929 afetava amplos setores da vida brasileira, atingindo em cheio o alicerce de nossa economia, assentada na monocultura cafeeira, e provocando índices alarmantes de desemprego. Num clima de natural insatisfação, os opositores do governo sentiram-se indignados quando Washington Luís propôs Júlio Prestes, governador paulista, como candidato à sucessão presidencial. Afinal, dentro do acordo tácito que a “política do café com leite” impunha, era a vez de Antônio Carlos, governador de Minas Gerais. Inconformado com a situação, Antônio Carlos lançou a candidatura do governador gaúcho, Getúlio Vargas, para presidente, tendo como vice o governador da Paraíba, João Pessoa. As eleições, em março de 1930, deram a vitória a Júlio Prestes, mas foram contestadas por Vargas em violento manifesto. O assassinato de João Pessoa, em julho, serviu de pretexto para maior mobilização dos opositores. Iniciou-se um movimento militar, liderado por Getúlio Vargas, contra o governo federal, e a 3 de outubro, faltando apenas um mês para o término de seu mandato, Washington Luís foi deposto. A Revolução de 1930, como ficou conhecido o episódio, levou Getúlio Vargas a assumir a chefia do governo provisório. Embora tivesse prometido a realização de eleições e a elaboração de nova carta constitucional, Vargas assumiu atitudes ditatoriais: suspendeu a Constituição de 1891, dissolveu o Congresso Nacional, substituiu todos os governadores e prefeitos. A insatisfação dos paulistas com tal estado de coisas aumentava gradativamente, alimentada por inúmeros manifestos e comícios. Em 25 de janeiro de 1932, no Largo da Sé, uma verdadeira multidão protestou contra os desmandos políticos de Getúlio Vargas. Pouco tempo depois, em 17 de fevereiro, foi criada a Frente Única, união de todos os partidos para lutar “pela autonomia de São Paulo e pela constitucionalização do Brasil”. As atividades conspiratórias não tardaram a acontecer, e organizou-se uma comissão, com militares e civis, para planejar a luta armada, vista agora como única solução possível. A vinda a São Paulo do ministro da Fazenda, Osvaldo Aranha, serviu de pretexto para uma série de manifestações de repúdio ao governo federal. No dia 22 de maio, pequenos comícios realizados em vários pontos da cidade assumiam tom cada vez mais inflamado. O clima de revolta continuou no dia seguinte, a ponto de os comerciantes fecharem as portas de seus estabelecimentos e liberarem os empregados para as manifestações que tomaram conta do centro. Houve também vários choques entre os revoltosos e os adeptos de Vargas, num ambiente de verdadeira guerra civil. Um grupo exaltado disparou tiros contra a sede do jornal Correio da Tarde, defensor do governo federal, e depredou as instalações de A Razão, periódico que pertencia à família de Osvaldo Aranha. Ao tentar fazer o mesmo no edifício onde funcionava o Partido Popular Paulista, na Rua Barão de Itapetininga, os revoltosos foram recebidos por gente fortemente armada. As primeiras vítimas do movimento tombaram então na Praça da República: Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia e Antônio Américo de Camargo Andrade. Gravemente ferido na mesma ocasião, o menino Dráusio Marcondes de Sousa, de 14 anos, viria a falecer na tarde de 27 de maio. A partir desta data, os revolucionários passaram a chamar o movimento de MMDC, sigla das iniciais dos nomes das vítimas (Miragaia, Martins, Dráusio e Camargo). A perspectiva de um levante levou o MMDC a reunir voluntários de todos os setores da sociedade. Era preciso formar pelotões, prepará-los para a ocupação de pontos estratégicos, angariar recursos, produzir fardas, distribuir armas e munições, além de manter mobilizada a população via propaganda. Os acontecimentos foram precipitados por pronunciamento do general Bertoldo Klinger, comandante das tropas federais em Mato Grosso e aliado dos paulistas, em protesto contra a nomeação do ministro da Guerra. Na noite do dia 9 de julho, sob o comando do general Isidoro Dias Lopes e do coronel Euclides Figueiredo, chefes do Estado Maior Revolucionário, eclodiu, finalmente, a revolução paulista.Militares da Força Pública e das guarnições do Exército sediadas no Estado de São Paulo juntaram-se aos batalhões de voluntários arregimentados pelo MMDC para pôr em prática o plano: com soldados vindos do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais, que então se posicionavam como aliados dos paulistas, avançariam até o Rio de Janeiro para depor Getúlio Vargas, formar um governo provisório, convocar eleições e promulgar nova Constituição. Obteriam também o apoio de Klinger, que viria de Mato Grosso com 5.000 homens. As tropas paulistas pararam em São José do Barreiro, à espera do reforço prometido. Estavam próximas de Bananal, a última cidade paulista ao longo da estrada que ligava São Paulo ao Rio. Mas os soldados tiveram que lutar sozinhos, pois as promessas de ajuda não se cumpriram. Os combates ocorreram em várias frentes, sobretudo nas divisas de SP com Rio e Minas Gerais. Apoiados por uma retaguarda admirável de voluntários no atendimento médico, na enfermagem, na alimentação, na costura, envolvendo gente de todas as idades e classes sociais, os soldados paulistas resistiram por três meses em absoluta desigualdade: tinham só 7 aviões e 44 canhões, contra os 24 aviões e 250 canhões das forças de Vargas. Com a notícia de que a Força Pública havia assinado a rendição, no dia 2 de outubro, os voluntários não tinham mais condições de sustentar a luta, e as últimas trincheiras foram abandonadas. O coronel Euclides Figueiredo, seu comandante, negou-se a assinar o acordo, pois o considerou humilhante. Vale lembrar, a esse respeito, o emocionado discurso feito em praça pública por Ibraim Nobre: “A Revolução não deveria terminar assim. Depois que fossem os filhos, iriam os pais, depois que eles morressem, iriam as irmãs, as noivas. Todos morreriam. Mais tarde, quando alguém passasse por aqui, neste São Paulo deserto, sem pedra sobre pedra, levantando os olhos para o céu, haveria de ler, no epitáfio das estrelas, a história de um povo que não quis ser escravo.” Os livros de história costumam dizer que, apesar de derrotados militarmente, os paulistas saíram vitoriosos da Revolução de 32, pois o Brasil ganhou uma Constituição em 1934. É difícil avaliar o passado nesses termos. O saldo imediato do movimento computou 830 mortos em combate e 104 exilados (entre oficiais do Exército, da Força Pública e civis), além dos que ficaram encarcerados na Ilha Anchieta. A luta foi das mais cruentas, e fica difícil reconhecer nela algo positivo. Mais do que a Constituição – de vida tão efêmera, pois enterrada com o golpe do Estado Novo, em 1937 – talvez fosse mais apropriado evocar aqui o tipo inédito de mobilização que São Paulo conheceu em 1932, mandando cerca de 120 mil homens para o front. Além disso, civis, militares, crianças, velhos, mulheres, índios, comerciantes, professores, grandes industriais, todos se puseram a serviço da causa; as fábricas não paravam de trabalhar, pois do parque industrial paulista era preciso tirar munições, armas, carros blindados, fardas, alimentos; e a intensa propaganda feita pela rádio mantinha elevadíssimo o ânimo da população, que se despojou de alianças e outras jóias para cobrir as despesas de guerra. Foi, acima de tudo, um exemplo ímpar e memorável de união e de força, que talvez não mais se reproduza entre nós. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;* Luiz Gonzaga Bertelli é presidente Executivo do CIEE&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-7602085142987463450?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/7602085142987463450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=7602085142987463450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7602085142987463450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7602085142987463450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/9-de-julho.html' title='9 DE JULHO ...'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlXF4LiYcYI/AAAAAAAAATk/3pk3xg3IgHc/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-4856097647382751161</id><published>2009-07-07T17:44:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T17:48:10.892-07:00</updated><title type='text'>EMENDA NA MP 460.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlPsxH_xh3I/AAAAAAAAATc/IkFvtakpur8/s1600-h/20080613090147manto203.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355884710577932146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 203px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlPsxH_xh3I/AAAAAAAAATc/IkFvtakpur8/s400/20080613090147manto203.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Senado aprova cobrança diferenciada para compras com cartão de crédito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Claudia Andrade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Do UOL Notícias - Brasília&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (7) a cobrança de preços diferentes para compras realizadas com cartão de crédito e à vista. A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor, acrescentando a determinação de que não será considerada abusiva a fixação de preço diferenciado "na venda de bens ou na prestação de serviços pagos com cartão de crédito em relação ao preço à vista, desde que o consumidor seja inequívoca e ostensivamente informado pelo fornecedor a esse respeito".&lt;br /&gt;Assunto foi &lt;/span&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/10/14/ult5772u1068.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;aprovado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt; pela Comissão Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado (CMA), em outubro do ano passado. Contudo, encaminhado à Câmara dos Deputados, foi arquivado em março deste ano. Um acordo entre os senadores permitiu a inclusão da emenda na MP 460, que tratava originalmente da concessão de benefícios fiscais para as construtoras no âmbito do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. Por conta das emendas, a matéria voltará a ser analisada pela Câmara dos Deputados.Em relação às construtoras, a MP estabelece que os projetos para construção imóveis residenciais no valor comercial de até R$ 60 mil pagarão alíquota unificada de tributos correspondente a 1% da receita mensal recebida. O benefício vale para projetos de obras já iniciadas ou contratadas a partir do dia 31 de março de 2009, no âmbito do programa Minha Casa,&lt;/span&gt; Minha Vida. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-4856097647382751161?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/4856097647382751161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=4856097647382751161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4856097647382751161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/4856097647382751161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/emenda-na-mp-460.html' title='EMENDA NA MP 460.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlPsxH_xh3I/AAAAAAAAATc/IkFvtakpur8/s72-c/20080613090147manto203.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-2155176583801726183</id><published>2009-07-07T03:43:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T03:46:19.247-07:00</updated><title type='text'>BIFURCAÇÃO DA HUMANIDADE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlMnb2OIF2I/AAAAAAAAATU/mN_1vSLSlkU/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355667741238368098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlMnb2OIF2I/AAAAAAAAATU/mN_1vSLSlkU/s400/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Leonardo Boff*Nos inícios do ano os vinte paises mais ricos do mundo (G-20) se reuniram em Londres para encontrar saidas à crise econômico-financeira mundial. A decisão de base foi continuar no mesmo caminho anterior à crise mas com controles e regulações a partir de uma presença maior do Estado na economia. Os controles seriam pelo tempo necessário à superação da crise, a fim de evitar o colapso global e as regulações para restaurar o crescimento e a prosperidade com a mesma lógica que vigorou antes.Esta opção implica continuar com a exploração dos recursos naturais que devastam os ecossistemas e fazem aumentar o aquecimento global e o fosso social entre ricos e pobres. Se isso prosperar dentro de pouco enfrentaremos crise da mesma natureza, pois as causas não foram eliminadas. Acresce ainda o fato de que os restantes 172 paises (ao todo são 192) sequer foram ouvidos e consultados. Pensou-se em ajudá-las mas com migalhas. Efetivamente, toda a Africa, o continente mais vulnerável, seria socorrida com menos fundos que o governo dos EUA aplicou para salvar a General Motor.O impacto perverso da crise sobre os paises de baixo ingresso apresenta-se aterrador. Estima-se que, enquanto durar a crise, mais de 100 milhões de pessoas caiam cada ano na extrema pobreza e um milhão de postos de trabalho se perderão por mes. Tal fato fez com que o Presidente da ONU, Miguel d’Escoto Brokmann, imbuido de alto sentido humanitário e ético, convocasse uma reunião de alto nivel que reunisse os 192 representantes dos povos para juntos discutirem entre si a crise e buscarem soluções includentes. Isso ocorreu nos dias 24-26 de junho do corrente ano nos espaços da ONU. Todos falaram. Era impactante ouvir o clamor que vinha das entranhas da Humanidade: os ricos lamentando os trilhões em perdas de seus negócios e os pobres denunciando o aumento da miséria de seu povo.Muitas vozes soaram claras: não bastam controles e regulações que acabam beneficiando os que provocaram a crise. Faz-se urgente um novo paradigma que redefina a relação para com a natureza com seus recursos escassos, o propósito do crescimento e o tipo de civilização planetária que queremos. Importa elaborar uma Declaração do Bem Comum da Humanidade e da Terra que oriente etica e espiritualmente o sentido da vida neste pequeno planeta.Depois de um intenso trabalho previamente feito por uma comissão da expertos, presidida pelo Nobel de economia Joseph Stiglitz e com as colaborações vindas de quatro mesas redondas e da Assembléia Geral concertou-se um documento detalhado que ganhou o consenso dos 192 represenantes dos povos. O perigo coletivo facilitou uma convergência coletiva, uma raridade na história da ONU.O documento prevê medidas imeditas especialmente para salvar os mais vulneráveis sob coordenação de várias instituições internacionais, articuladas entre si. Mas o mais importante é a apresentação de um programa de reformas sistêmicas que prevê um sistema mundial de reservas com direitos especiais de giro, reformas de gestão do FMI e do Banco Mundial, regulações internacionais dos mercados financeiros e do comércio de derivados e principalmente a criação de um Conselho de Coordenação Econômica Mundial equivalente ao Conselho de Segurança. Desta forma se presume garantir um desenvolvimento estável e sustentável.O fato desta cúpula mundial é gerador de esperança, pois a humanidade começa a olhar para si como um todo e com um destino comum. Mas todas as soluções se orientam ainda sob o signdo do desenvolvimento, o fator principal gerador da crise do sistema-Terra. Ele tem que ser trocado por um “modo sustentado geral de viver”, caso contrário assistiremos à bifurcação da humanidade, entre os que desfrutam do desenvolvimento e os que são vítimas dele. Não chegamos ainda ao novo paradigma de convivência Terra-Humanidade, forjador de uma nova esperança.O próximo futuro, dizia o Presidente da Assembléia, será pela utopia necessária que precisamos constuir para permanecermos juntos na mesma Casa Comum.* Leonardo Boff é do corpo de assessores do Presidente da Assembléia da ONU e com este título participou dos trabalhos ai realizados.(Envolverde/O autor)&lt;br /&gt;Postado por MARQUESI - NEWSLETTER &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-2155176583801726183?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/2155176583801726183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=2155176583801726183' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2155176583801726183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/2155176583801726183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/bifurcacao-da-humanidade.html' title='BIFURCAÇÃO DA HUMANIDADE'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlMnb2OIF2I/AAAAAAAAATU/mN_1vSLSlkU/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7527926147409377120</id><published>2009-07-06T04:11:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T04:12:41.124-07:00</updated><title type='text'>TRIBUTOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHcI7EfzII/AAAAAAAAATM/DdbA2zoj0Mo/s1600-h/03uoltabloa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355303477773847682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 108px; CURSOR: hand; HEIGHT: 80px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHcI7EfzII/AAAAAAAAATM/DdbA2zoj0Mo/s400/03uoltabloa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a title="Governo atingiu R$ 500 bilhões em arrecadação de tributos em 30 de julho" href="http://www.transportabrasil.com.br/2009/07/governo-atingiu-r-500-bilhoes-em-arrecadacao-de-tributos-em-30-de-julho/"&gt;Governo atingiu R$ 500 bilhões em arrecadação de tributos em 30 de julho &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Número é do Impostômetro, painel eletrônico instalado no Centro de São Paulo e alimentado com dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT)&lt;br /&gt;02/7/2009&lt;br /&gt;14h19&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Impostômetro, painel eletrônico que calcula quanto o brasileiro pagou de tributos para os para os governos Federal, Estaduais e Municipais, atingiu a marca de R$ 500 bilhões, no dia 30 de junho, por volta das 15h20. Os cálculos são de acordo com estimativas feitas pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT.&lt;br /&gt;Localizado no prédio da Associação Comercial de São Paulo – ACSP, no Centro da cidade, o Impostômetro alcançou essa mesma marca, em 2008, cinco dias antes, no dia 25 de junho, apresentando uma redução de 2,07%. “Mesmo com a leve queda de arrecadação em 2009 e com a redução do IPI prorrogada pelo Governo, prevemos que novamente o valor de R$ 1 trilhão será ultrapassado, chegando a R$ 1.030 trilhão até o fim de 2009”, comenta o presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-7527926147409377120?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/7527926147409377120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=7527926147409377120' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7527926147409377120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7527926147409377120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/tributos.html' title='TRIBUTOS'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHcI7EfzII/AAAAAAAAATM/DdbA2zoj0Mo/s72-c/03uoltabloa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-5403858041478700047</id><published>2009-07-06T03:38:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T03:45:12.310-07:00</updated><title type='text'>TELESENA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHViM2qsDI/AAAAAAAAATE/sUrMq4m4_go/s1600-h/2C743F2E73B18FA5B1FDD10E01E22.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355296215463014450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHViM2qsDI/AAAAAAAAATE/sUrMq4m4_go/s400/2C743F2E73B18FA5B1FDD10E01E22.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Fácil de ganhar? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;A pedido de Contigo!, José Dutra Vieira Sobrinho, economista e professor de matemática financeira, calculou as chances de ganhar na Tele Sena em comparação à Loteria Federal : &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;1 em 525 vezes é a probabilidade de ganhar em qualquer prêmio na Tele Sena .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;1 em 5 vezes é a chance na Loteria Federal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;105 vezes mais fácil ganhar um prêmio na Loteria Federal do que na Tele Sena &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;1 em 3,5 milhões de vezes é a possibilidade de ganhar sozinho um dos prêmios de 500 mil reais da Tele Sena&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;1 em 75 mil vezes é a chance de levar sozinho a bolada da Loteria Federal &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;47 vezes mais fácil ganhar sozinho o primeiro prêmio da Loteria Federal do que na Tele Sena &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-5403858041478700047?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/5403858041478700047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=5403858041478700047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5403858041478700047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5403858041478700047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/telesena.html' title='TELESENA'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHViM2qsDI/AAAAAAAAATE/sUrMq4m4_go/s72-c/2C743F2E73B18FA5B1FDD10E01E22.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-6176276396431379343</id><published>2009-07-06T03:08:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T03:12:00.668-07:00</updated><title type='text'>OS PERIGOS DA DESMORALIZAÇÃO ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHN65D6VZI/AAAAAAAAAS8/fGGyHCEDLFg/s1600-h/bola_de_cristal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355287843553564050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 123px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHN65D6VZI/AAAAAAAAAS8/fGGyHCEDLFg/s400/bola_de_cristal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;OS PERIGOS DA DESMORALIZAÇÃO DA CLASSE POLÍTICA E DA FUNÇÃO PÚBLICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado no DCI, edição de 30/06/09&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A sucessão de escândalos parece infindável. Toda semana surgem mais novidades escabrosas e os nossos poderes constituídos revezam-se nas manchetes dos jornais, ora o executivo, ora o legislativo e, em menor escala, até o judiciário.&lt;br /&gt;Os maus políticos e executivos corruptos da alta administração governamental confundem cada vez mais a sua vida particular com a vida pública.&lt;br /&gt;Utilizam-se da Praça dos Três Poderes, para Poder desviar e se apropriar do dinheiro público, para Poder ganhar sem precisar trabalhar e para Poder ignorar e se lixar para a opinião pública.&lt;br /&gt;A sociedade brasileira já está cansada de tanta patifaria, tanto que até já se acostumou com essas notícias e parece desanimada, o que é um sério perigo.&lt;br /&gt;A situação está ficando insuportável e a desmoralização pode se generalizar, colocando, no mesmo saco de gatos, bons e maus servidores, sérios e picaretas políticos.&lt;br /&gt;Devemos evitar, a todo custo, que as nossas instituições sejam abaladas, antes que apareça um grupo reacionário de plantão e se aproveite de um agravamento do quadro político, pois o regime democrático, que às vezes pode parecer inoperante e injusto, é , sem dúvida, o melhor regime de governo existente no nosso planeta.&lt;br /&gt;Neste triste cenário, configura-se a necessidade da ocorrência de uma verdadeira revolução moral e ética, por parte de toda nossa sociedade, induzida e convocada principalmente pelos segmentos mais esclarecidos e formadores de opinião, como os meios de comunicação, empresários, sindicatos de trabalhadores e associações de classe, professores, religiosos, bons funcionários públicos e políticos sérios.&lt;br /&gt;Estes dois últimos, mais interessados e afetados por aquela mancha moral, deveriam sair na frente, protestando de forma veemente, demonstrando que não fazem parte daquela corja e denunciando os bandidos e todos seus atos escusos, que sejam de seu conhecimento.&lt;br /&gt;Aliás, o servidor público comum é, via de regra, honesto, trabalhador, bem intencionado e mal remunerado, com exceção de alguns cargos, particularmente os de comissão.&lt;br /&gt;Observa-se uma melhoria gradativa do nível dos funcionários, com o ingresso na carreira pública, de pessoal mais qualificado, admitido através de concursos públicos cada vez mais concorridos e com provas cada vez mais complexas.&lt;br /&gt;Desde recém formados de nossas universidades até profissionais mais experientes e categorizados estão sendo atraídos pela vantagem da estabilidade, em função das dúvidas sobre o futuro da economia e das ameaças do desemprego.&lt;br /&gt;No entanto, o nível de qualidade do serviço público poderia ser melhor, e contar com mais e melhores funcionários, se os objetivos primordiais para a sua admissão fossem o interesse em servir o bem comum e orgulho de pertencer a uma classe respeitada e admirada por toda a população.&lt;br /&gt;Além do mais, funções típicas do Estado, como saúde, educação, segurança e justiça deveriam ser mais valorizadas e receber maior atenção e recursos financeiros do governo.&lt;br /&gt;É evidente que temos na classe política, representantes que merecem nossa consideração, que são honestos e bem intencionados, mas que precisam se unir, criar coragem e expurgar os seus péssimos pares do Congresso Nacional.&lt;br /&gt;Os partidos políticos deveriam também fazer uma verdadeira faxina moral, selecionando melhor seus afiliados e candidatos, atraindo cidadãos idôneos e comprometidos com o bem-estar público. Só assim teríamos a verdadeira reforma política.&lt;br /&gt;Retomemos aos maus servidores, locados em sua quase-totalidade no alto escalão, e os políticos sem escrúpulos, que apresentam como grande atributo, a cara de pau, lustrada com óleo de peroba.&lt;br /&gt;Tomemos alguns exemplos, desde o mais antigo, como de um famoso professor, “candidato ao Prêmio Nobel de Economia e Mestre em Finanças“, ao nos ensinar que não havia caixa dois no episódio do famigerado mensalão e sim, movimentação financeira não contabilizada.&lt;br /&gt;Outros mais, que vêm constantemente ocorrendo, como afirmar com convicção: “não sei de nada do que aconteceu”, apesar de tudo ter ocorrido na minha sala ou na sala vizinha, “não se pode sair acusando ninguém sem provas“, mesmo tendo todas evidências e várias provas, “por aquele companheiro, eu ponho a minha mão no fogo“, desde que o fogão esteja desligado e sem gás, “vamos apurar todas essas denúncias”, mas vai ser praticamente impossível superar todos os obstáculos que iremos colocar, “o tempo dirá que tenho razão“, pois o brasileiro tem memória curta e na certa vou me reeleger tranquilamente na próxima eleição.&lt;br /&gt;Um dos mais recentes, “parentes e amigos façam turismo e viajem á vontade, que tudo fica por minha conta”, digo das contas públicas, e, o último, “nesta casa tem muita transparência”, só os vidros da janela, porque o resto está debaixo dos tapetes e relacionado nos atos secretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esta situação continuara se deteriorar, a Praça dos Três Poderes poderá ficar mais conhecida como a Praça dos “Três Podreres“, e muitos políticos e administradores públicos vão ter que ouvir, contrariados, o povo cantar aquele antigo samba, com o famoso refrão: “ Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão“.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;Economista graduado pela USP, consultor e assessor empresarial, especializado na recuperação e expansão de empresas em dificuldades financeiras.&lt;br /&gt;www.paulosergioxavier.zip.net&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-6176276396431379343?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/6176276396431379343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=6176276396431379343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6176276396431379343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/6176276396431379343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/os-perigos-da-desmoralizacao.html' title='OS PERIGOS DA DESMORALIZAÇÃO ...'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SlHN65D6VZI/AAAAAAAAAS8/fGGyHCEDLFg/s72-c/bola_de_cristal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1206017621847138993</id><published>2009-07-04T06:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-04T06:17:39.717-07:00</updated><title type='text'>O MELHOR ESTÁ PARA VIR.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sk9Ve-VuIwI/AAAAAAAAAS0/LGNg07U2u3E/s1600-h/10dicaspara1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354592472585347842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 314px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sk9Ve-VuIwI/AAAAAAAAAS0/LGNg07U2u3E/s400/10dicaspara1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Entrevista: Carlota Pérez&lt;br /&gt;Revista VEJA.&lt;br /&gt;O melhor está por vir&lt;br /&gt;A economista de Cambridge vira estrela acadêmica com a tese de que uma era de ouro impulsionada pela tecnologia da informação espera o mundo depois da crise.&lt;br /&gt;Diogo Schelp&lt;br /&gt;Tommy Clancy&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Depois da recessão virá um período de bonança, com o capital produtivo dirigindo os investimentos"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Economistas com visão histórica e capazes de fazer análises consistentes de longo prazo parecem ser uma espécie em extinção. A esse grupo pertence a venezuelana Carlota Pérez, de 70 anos, professora da Universidade Cambridge, na Inglaterra. Seu Revoluções Tecnológicas e Capital Financeiro, de 2002, adquiriu a dimensão de clássico ao colocar o atual momento econômico no contexto das grandes reviravoltas no campo da técnica que ocorrem a cada cinquenta anos, em média. Para Carlota, estamos em plena era da informação, iniciada em 1971 com a produção em série dos chips de computador e sua quase universalização nas três décadas subsequentes, que ela chama de "fase de instalação". Na etapa seguinte, que o mundo começa a viver em breve e pode durar de vinte a trinta anos, as novas tecnologias vão, enfim, produzir o grande salto na qualidade de vida da maioria da população mundial. A esse período Carlota dá o nome de "fase de desdobramento". A crise atual seria, para ela, apenas uma transição dolorosa entre essas duas fases. De seu escritório em Cambridge, ela deu a seguinte entrevista a VEJA. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A crise atual não assusta tanto?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A economia de mercado é naturalmente instável. Quando está no auge, peca pelos excessos; quando está em baixa, autocorrige-se. No entanto, esta crise, em conjunto com o estouro da bolha da internet em 2000, é de uma natureza distinta. Estamos presenciando hoje um colapso de envergadura muito maior que a usual. O atual fenômeno equivale ao pânico provocado pelos investimentos em massa nas estradas de ferro, em meados do século XIX, na Inglaterra, ou à quebra da Bolsa de Nova York, em 1929. Colapsos como esses só ocorrem a cada meio século, no meio do caminho de grandes revoluções tecnológicas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é a relação entre o recente colapso financeiro e o estouro da bolha da internet, no início da década? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O colapso atual representa a continuação da queda da Nasdaq, a bolsa eletrônica de Nova York, mas com outro foco. A bolha da internet baseava-se na inovação tecnológica; a que estourou agora, na inovação financeira. Enquanto o inchaço financeiro foi induzido pela existência de crédito abundante e fácil, o da internet atraía investimentos pela fé no poder das novas tecnologias de proporcionar lucros extraordinários. Em 1929, tudo entrou em colapso ao mesmo tempo. Desta vez, isso aconteceu em dois capítulos. Eu esperava que, depois do estouro da bolha da internet, viessem a regulação financeira e as políticas a favor da expansão produtiva. No meu livro, de 2002, eu já expressava grande preocupação com a continuidade do cassino financeiro. Mas as autoridades não prestaram a mesma atenção. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que virá depois da atual crise?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente um período de bonança, em que o estado voltará a ser um ator mais presente na economia e o capital produtivo vai direcionar os investimentos, tomando o lugar do capital financeiro, como até pouco tempo atrás. Antes de chegar a essa fase, é claro, será preciso superar a recessão que sempre sucede aos desastres. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quanto tempo pode durar a recessão mundial?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Tudo depende da interpretação que os governos dos países mais ricos darão à natureza dessa crise. Se eles acreditarem que se trata apenas de um problema de falta de confiança do mercado financeiro, vão se empenhar em aplicar políticas superficiais e injetar dinheiro no sistema, para reavivar os mercados de valores e imobiliário. Nesse caso, há duas opções: ou a recessão vai ser muito longa ou surgirá uma nova bolha seguida de um colapso ainda maior. A história mostra que um período recessivo pode durar apenas dois anos, como ocorreu em meados do século XIX, ou quinze anos, como no caso de 1929. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que políticas parecem mais adequadas neste momento?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para começar, é preciso reconhecer que não se trata de regressar ao estágio em que estávamos antes do colapso, e sim de dar um passo adiante. Os governos terão de criar um mecanismo regulatório global para as finanças. Dentro dos países, deve-se reformular o mercado financeiro por meio de um conjunto de políticas fiscais e de controle. Os gastos públicos devem ser direcionados para favorecer os investimentos produtivos e inovadores. Os maiores lucros dos investidores têm de passar a vir da produção real. Os lucros fáceis com especulação devem ser contidos com impostos mais altos. Deve-se deixar para trás a máxima "Não trabalhe por dinheiro, deixe que o dinheiro trabalhe para você". Será preciso criar mais e melhores empregos que produzam e distribuam a riqueza segundo outro critério: o esforço empreendedor e de trabalho. O mundo financeiro terá de ser reorientado para criar formas de investir no setor produtivo. O essencial é favorecer a expansão e a inovação na produção. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As bolhas são evitáveis ou são males necessários?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A legitimidade do capitalismo está em fazer da busca pelo enriquecimento individual um benefício para toda a sociedade. Nas bolhas, isso se perde e ocorre uma forte concentração da renda. Os períodos de bonança tendem a reverter esse processo, e por isso mesmo costumam ser chamados de "eras de ouro". Mas as bolhas têm o mérito de construir infraestruturas que ampliam os mercados a custo muito baixo e estabelecem novos paradigmas tecnológicos. Esse período de instalação permite modernizar a indústria e colocá-la em condições de inovar e crescer ainda mais velozmente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De que forma isso ocorreu nas revoluções tecnológicas do passado?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala da Revolução Industrial do fim do século XVIII, na Inglaterra, sempre se pensa na introdução das máquinas têxteis e no enorme salto de produtividade que isso acarretou, mas poucas vezes se menciona a rede de canais de distribuição que permitiu carregar o algodão, o carvão e os produtos por todo o país, passando de um rio a outro e dali para o mar. Essa foi a internet daquele período. Já a revolução tecnológica seguinte, a da máquina a vapor, no século XIX, levou à criação de ferrovias, do telégrafo e do sistema de correio padronizado. Nos anos 1920, começou a substituição dos trens, das carruagens a cavalo e dos vapores pelo automóvel e pelo avião, que necessitavam de uma vasta rede de estradas e aeroportos. Essas novas tecnologias, assim como o rádio, foram objeto de intensa especulação e também contribuíram para o colapso de 1929. As redes de distribuição da primeira Revolução Industrial, as ferrovias do século XIX e as estradas do início do século XX são exemplos de redes de infraestrutura que só se conseguiu construir porque havia grandes investidores dispostos a gastar seu dinheiro em algo que demorou muito para dar lucros operacionais. São investimentos baseados no tudo ou nada: ou há uma cobertura quase completa ou não se obtêm as vantagens prometidas. A disposição ao risco é alimentada pelo entusiasmo que as novas tecnologias despertam e pela expectativa de conseguir gordos lucros. Sempre há algum Bill Gates que se tornou milionário para dar o exemplo. Quando chega o colapso, muita gente perde grandes somas de dinheiro, mas a infraestrutura fica para todos. Portanto, em essência, a grande bolha e seu colapso são uma forma brutal de conseguir o investimento necessário para instalar o novo e destruir o velho. É o que ocorre com a atual revolução, baseada na tecnologia da informação. Ela embute um enorme potencial de criação de riqueza. Se as forças políticas e econômicas entenderem esse processo e estabelecerem as condições sociais adequadas, o que virá em seguida beneficiará a todos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A senhora pode dar um exemplo?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No ciclo tecnológico anterior, que estabeleceu a produção em massa, a criação do estado de bem-estar social nos países desenvolvidos elevou o salário dos trabalhadores a um nível tal que lhes permitiu ter um lar confortável, cheio de eletrodomésticos, e um carro na porta. Isso, somado à construção em massa de casas a baixo custo, aos bancos de crédito ao consumidor e ao seguro-desemprego, possibilitou décadas de mercados dinâmicos e crescentes que beneficiaram tanto o mundo dos negócios quanto a população como um todo. Um enriquecimento semelhante pode parecer impossível agora, mas as coisas sempre parecem inviáveis quando se está a meio caminho entre uma fase e outra de uma revolução tecnológica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que países se sairão melhor da crise atual, os emergentes ou os ricos?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os anos de bolha financeira permitiram intensificar a globalização, e a alta dos preços das matérias-primas deu fôlego a muitos países emergentes. Há o risco de a contração da demanda golpear mais duramente os países exportadores, mas os ganhos dos últimos anos permitiram a eles colocar-se em uma posição melhor para enfrentar os reveses. Nos países desenvolvidos, porém, a profundidade da tragédia financeira pode ser um fardo demasiado grande para a economia real e, portanto, para a população. Tudo vai depender, como disse, do desenho de políticas adequadas, assim como da determinação política para pôr na linha o mundo financeiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que a América Latina pode fazer para aproveitar melhor a nova fase de ouro da economia que a senhora prenuncia?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para aproveitar a próxima etapa, é preciso encontrar um espaço tecnológico próprio. A Ásia, em geral, transformou-se na grande linha de montagem do planeta. Esse continente, com mão de obra abundante e recursos naturais escassos, tem vantagens insuperáveis no setor manufatureiro, que cobre de produtos eletrônicos a têxteis. A América Latina, por sua vez, é um subcontinente muito rico em recursos naturais e com pequena densidade populacional. As indústrias de processamento, da agroindústria à metalurgia e química, são um espaço de especialização e inovação repleto de oportunidades. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não é um papel menor?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os recursos naturais, em um mundo globalizado, jamais serão baratos. Ainda que seus preços caiam com a recessão, os limites da oferta sempre serão uma barreira contra prejuízos. Além disso, o mundo das commodities já não se limita às matérias-primas tradicionais. Basta entrar em um supermercado moderno para verificar como a combinação de recursos naturais com tecnologia o ampliou. Ao mesmo tempo, podemos esperar que o processo de globalização, que hoje favorece a Ásia, sofra uma inversão à medida que o custo das matérias-primas e da energia suba. Gradualmente, o gasto com transporte de matérias-primas até aquele continente, e depois dos produtos lá fabricados até os mercados consumidores dos Estados Unidos e da Europa, se tornará relevante em comparação com o custo da mão de obra. Não é improvável, ainda, que o mundo imponha impostos à emissão de gás carbônico – o que encarecerá a produção asiática. Tudo isso vai redesenhar o processo de globalização. Com a estratégia correta, os países latino-americanos podem complementar-se, aproveitando a disponibilidade de recursos de cada um. As nações do subcontinente deveriam, assim, adotar uma estratégia conjunta para aproveitar suas características específicas. A especialização em ciências da vida e de materiais nos colocaria em posição vantajosa para a próxima revolução tecnológica, baseada em biotecnologia, bioeletrônica e nanotecnologia. O Brasil tem ótimas condições para assumir a liderança desse processo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por quê?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O tamanho da economia e o potencial do mercado interno, a diversificação da indústria, a capacidade tecnológica e o fato de muitas empresas brasileiras terem vocação global fazem com que o país se destaque no conjunto latino-americano. O Brasil reúne todas as condições necessárias para ter êxito em muitas frentes. Para aproveitar todo esse potencial, o país precisa ainda ampliar suas já extraordinárias conquistas obtidas nos setores de petróleo, química, metalurgia, agropecuária e biotecnologia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Postado por Marcelo Gostinski&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://mgostinski.blogspot.com/"&gt;http://mgostinski.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1206017621847138993?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1206017621847138993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1206017621847138993' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1206017621847138993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1206017621847138993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/o-melhor-esta-para-vir.html' title='O MELHOR ESTÁ PARA VIR.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sk9Ve-VuIwI/AAAAAAAAAS0/LGNg07U2u3E/s72-c/10dicaspara1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-5999573005196361624</id><published>2009-07-04T06:02:00.000-07:00</published><updated>2009-07-04T06:04:13.020-07:00</updated><title type='text'>CONFIANÇA DO BRASILEIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sk9TRq8OMqI/AAAAAAAAASs/TPQ8_DbzqyQ/s1600-h/10442.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354590045016568482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 119px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sk9TRq8OMqI/AAAAAAAAASs/TPQ8_DbzqyQ/s400/10442.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Confiança do brasileiro supera média global&lt;br /&gt;Consumidor está menos otimista, mas nem por isso pensa em abandonar os gastos e aumentar as aplicações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;por Agência Estado&lt;br /&gt;&lt;a class="SubirT" onclick="increaseFontSize('NotaFotoH');this.blur();return false;" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="BajarT" onclick="decreaseFontSize('NotaFotoH');this.blur();return false;" href="javascript:;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Brasília. O brasileiro está menos confiante desde que a crise econômica mundial se tornou mais aguda, mas nem por isso pensa em abandonar os gastos e aumentar as aplicações. É o que mostra pesquisa global Nielsen sobre a confiança do consumidor, feita com 25.140 usuários de internet em 50 países. Em outubro do ano passado, quando foi realizado o levantamento anterior, o índice de confiança do brasileiro era de 109 e agora diminuiu para 88. Apesar da queda de 19 pontos, ainda é acima da média vista nos países da América Latina, de 82 pontos.&lt;br /&gt;A média global é de 77 (queda de sete pontos porcentuais em relação ao segundo semestre de 2008), a dos Estados Unidos é de 80 e da China, de 89 pontos. Apenas Dinamarca e Indonésia não caíram abaixo da média apontada no índice. E dos países que formam os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), só a China não teve queda de dois dígitos.&lt;br /&gt;Ao todo, 77% dos brasileiros admitem que o País está em recessão, a mesma média global. Para 65% dos entrevistados, a situação não deve mudar em 12 meses (a partir de maio, quando a pesquisa foi feita). A média latino-americana é mais baixa, 58%, e a global é de 52%. Só 18% acreditam que o Brasil sairá da recessão econômica até o primeiro semestre de 2010.&lt;br /&gt;Apesar dessa consciência de que a melhora não está tão próxima de ocorrer, 81% dos entrevistados do Brasil disseram que as perspectivas de emprego nos próximos meses são excelentes ou boas (ante 74% aferidos como média na América Latina). Talvez por esse motivo 57% afirmaram ter uma percepção excelente ou boa quanto as finanças pessoais no médio prazo (ante uma média mundial de 42%). Ou seja, a crise existe, mas as dificuldades parecem estar distantes do dia a dia do brasileiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-5999573005196361624?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/5999573005196361624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=5999573005196361624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5999573005196361624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5999573005196361624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/07/confianca-do-brasileiro.html' title='CONFIANÇA DO BRASILEIRO'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sk9TRq8OMqI/AAAAAAAAASs/TPQ8_DbzqyQ/s72-c/10442.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-9147714487256671031</id><published>2009-06-24T03:36:00.000-07:00</published><updated>2009-06-24T03:39:02.834-07:00</updated><title type='text'>FORÇA POLÍTICA  SUPERA GESTÃO INEFICAZ</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SkICOq-Xs7I/AAAAAAAAASk/CXnWXYMKOos/s1600-h/25salario.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350841758346884018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 80px; CURSOR: hand; HEIGHT: 80px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SkICOq-Xs7I/AAAAAAAAASk/CXnWXYMKOos/s400/25salario.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Artigo publicado no DCI, edição de 23/06/09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo do presidente Lula, mais se assemelha a uma máxima culinária transmitida desde o tempo de nossas avós, sobre as claras em neve, quando mais se bate, mais elas crescem.&lt;br /&gt;De fato, o nível de popularidade do nosso presidente continua crescendo, superando todos os recordes, independentemente do aumento dos escândalos ocorridos no seu governo,“nunca já mais vistos na história desse País “, da incompetência da equipe econômica para enfrentar a atual crise internacional e da ineficácia na gestão dos programas de investimentos.&lt;br /&gt;Os escândalos foram tantos, que não sobrou nenhum nome relevante do seu primeiro escalão ou do seu partido, o PT, para ser indicado como seu sucessor para as eleições presidenciais de 2010.&lt;br /&gt;A saída, foi tirar do fundo do baú, o nome da atual ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e ungi-la como candidata, mas a justificativa da escolha não foi muito feliz. Alegar a sua extrema competência administrativa e considerá-la como “mãe do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento”, foram os critérios fundamentais apregoados para a sua seleção.&lt;br /&gt;Como já comentamos em artigos anteriores, o PAC está sendo mais conhecido como Programa de Adiamento do Crescimento, e decisivamente, não deve ser considerado como garoto-propaganda da candidata.&lt;br /&gt;As obras contempladas naquele programa , em sua grande parte, estão muito atrasadas, e o nível de execução dos investimentos projetados só atinge um terço dos valores previstos.&lt;br /&gt;Se o critério for eficiência na gestão de programas de investimentos, a nossa ministra estaria reprovada. Mas, carregada pelos ombros do presidente Lula, a candidata Dilma vem subindo nas recentes pesquisas de intenção de voto e se superar, se Deus quiser, seus problemas de saúde, vai disputar, para valer, a Presidência com o tucano José Serra.&lt;br /&gt;Se a candidatura de Dilma não evoluir a contento, está no bolso do colete petista, o terceiro mandato presidencial, que seria uma excrescência constitucional.&lt;br /&gt;Aliás, se o presidente Lula tiver bom senso e se livrar dos apelos desesperados do PT, deve envidar todos os seus esforços para terminar bem seu mandato e tentar voltar ao poder em 2014, e não incorrer no erro histórico do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de buscar uma reeleição a qualquer custo.&lt;br /&gt;Voltemos à incrível resistência do presidente Lula em absorver qualquer tipo de impacto desfavorável. Mesmo com as notícias de que estamos em recessão técnica, com a segunda queda consecutiva do PIB, verificada no primeiro trimestre deste exercício, o governo suspirou aliviado, pois o estrago na economia foi menor do que o previsto e por incrível que pareça, aumentou seu índice de popularidade.&lt;br /&gt;Enfatizando que o Brasil foi o último país a entrar e vai ser o primeiro a sair da atual crise. Lula, esqueceu-se, mais uma vez, de comparar o fraco desempenho econômico brasileiro com o da China e da Índia, nossos maiores concorrentes entre os países emergentes, já que a Rússia, com a redução dos preços do petróleo, sofreu um desgaste ainda maior.&lt;br /&gt;Ocultou também a política monetária equivocada do Banco Central, que perdeu o andar do bonde da história e não aproveitou a oportunidade para sair na frente na reversão da crise, ao manter, por longo tempo, a política de juros altos.&lt;br /&gt;Só recentemente, o Banco Central resolveu reduzir, de forma mais adequada, a taxa Selic, que apesar de salutar, foi muito tarde. Será que o presidente do BC, Henrique Meirelles também foi picado pela mosca azul da popularidade, virou bonzinho e já se apresenta como futuro candidato a governador de Goiás, seu reduto eleitoral ?&lt;br /&gt;Pouco se fez para melhorar a infraestrutura, reduzindo o custo-Brasil e não se avançou nada em termos de reforma tributária, além do excessivo aumento das despesas de custeio e do quadro de pessoal, entre outras medidas, que foram relegadas para um segundo plano.&lt;br /&gt;Só foram adotadas ações pontuais, sem uma política econômica definida e consistente, mais a reboque de pressões de alguns setores mais influentes e do esquema de apagar incêndios.&lt;br /&gt;A recessão só não foi maior, pelo comportamento dos gastos de consumo das famílias e do governo, mas os investimentos representados pela formação bruta de capital fixo ficaram muito abaixo do patamar necessário.&lt;br /&gt;O desemprego continua em alta e o setor industrial, com raras exceções, vem apresentando dificuldades.&lt;br /&gt;Os empresários não estão satisfeitos, mas o que fazer, se a recente pesquisa encomendada pela própria CNI registra índices de aprovação presidencial elevados ?&lt;br /&gt;A oposição parece que já jogou a toalha e nem tem mais força para criticar o presidente Lula e vem até solicitando sua participação na celebração de acordos, mesmo que informais, nos diversos estados, para composições políticas para as próximas eleições.&lt;br /&gt;Ela reconhece que não adianta mais criticar, pois o presidente Lula parece aquele brinquedo, João Bobo, que a gente bate, bate, e ele balança , balança, mas não cai.&lt;br /&gt;Posição discordante neste contexto é a adotada pelo PMBD paulista, comandado pelo ex-governador Orestes Quércia, que apesar de seu partido apoiar o governo, em nível nacional, faz severas críticas ao governo federal, superando a atitude oposicionista de seu aliado em São Paulo e candidato à Presidência, José Serra.&lt;br /&gt;Assim, o foco dos disparos da oposição vai ter que ser direcionado diretamente à candidata do PT, mas com muito cuidado, pois ela representa a nova tendência mundial do sexo feminino no poder e vale a pena lembrar os casos recentes do Chile e da Argentina.&lt;br /&gt;Seria mais fácil brigar com o José Dirceu, Palloci ou Genuíno &amp;amp; Cia Ltda.&lt;br /&gt;É aconselhável elaborar, urgentemente, um bom programa de governo alternativo e copiar a cartilha de marketing político usada pelo Palácio da Alvorada. Vai ficar faltando o carisma popular, o jogo de cintura e os bons fluidos energéticos e de sorte, marcas registradas do nosso atual presidente.&lt;br /&gt;Quem sabe, para começar, o governador José Serra participa da gravação de um capítulo da novela global,” Caminho das Índias “ e aproveita para tomar um banho nas águas do rio Ganges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-9147714487256671031?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/9147714487256671031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=9147714487256671031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/9147714487256671031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/9147714487256671031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/06/forca-politica-supera-gestao-ineficaz.html' title='FORÇA POLÍTICA  SUPERA GESTÃO INEFICAZ'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SkICOq-Xs7I/AAAAAAAAASk/CXnWXYMKOos/s72-c/25salario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7353567980256144945</id><published>2009-06-04T06:33:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T06:35:43.660-07:00</updated><title type='text'>“ O PERIGO DE INADIMPLÊNCIA DOS EUA “</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SifNol9GkcI/AAAAAAAAASc/R9FN5u1mx8Y/s1600-h/51_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343465580165239234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 284px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SifNol9GkcI/AAAAAAAAASc/R9FN5u1mx8Y/s400/51_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer dona de casa, que administra a maior parcela dos rendimentos de sua família e aplica com muita propriedade os fundamentos econômicos básicos no seu difícil dia a dia, sabe que não pode gastar mais do que ganha, por um tempo muito prolongado.&lt;br /&gt;Em épocas de crises e dificuldades, como numa fase de desemprego, após efetuar todos cortes e ajustes de despesas necessários, pode até se utilizar de empréstimos temporários para equilibrar seu orçamento doméstico. Mas, tem consciência, de que se trata de um expediente urgente, breve e em caráter excepcional e que terá de buscar, rapidamente, outras soluções para reverter o seu déficit.&lt;br /&gt;Esse preceito deveria também ser obedecido pelas empresas e principalmente pelos governos.&lt;br /&gt;Os empresários bem sucedidos já aprenderam essa lição fundamental e só buscam empréstimos e financiamentos para investimentos produtivos e alicerçados em projetos exaustivamente analisados, que conduzam a uma taxa de retorno atrativa.&lt;br /&gt;No setor público, a adoção daquele princípio fica mais complicado, como no exemplo brasileiro, em que os gastos com o custeio da máquina administrativa são exagerados, a parcela destinada aos investimentos é mínima e, na maioria das vezes, ocorrem déficits orçamentários nominais ou primários, apesar da excessiva tributação. De qualquer maneira, a dívida pública sempre é significativa.&lt;br /&gt;Na teoria econômica, em situações especiais, particularmente em crises de desemprego é até admissível que os governos promovam déficits orçamentários com objetivo de reativar a economia, mas esses gastos adicionais devem ser prioritariamente direcionados para investimentos em infraestrutura e para setores que absorvam mão de obra intensiva e os que atendam demandas sociais carentes e, por um período de tempo determinado.&lt;br /&gt;Não é o caso que vem ocorrendo, há várias décadas, na economia americana, que incentiva um consumo exagerado para os seus cidadãos, sempre acreditando no seu potencial de crescimento econômico contínuo e nas facilidades de crédito abundantes e com menores taxas de juros.&lt;br /&gt;Os governos americanos vêm acumulando déficits públicos internos gigantescos e se não bastasse, aumentam constantemente seu desequilíbrio externo.&lt;br /&gt;Além de não tomarem medidas de ajustes fiscal, se aventuram numa política externa intervencionista e equivocada, ostentando com certa soberba, o título de maior potência do planeta, interferindo em questões internas de outros países e participando de conflitos e guerras desnecessários e muito onerosos.&lt;br /&gt;Essa situação anômala só vem sendo mantida, através da emissão maciça de títulos do tesouro americano, até algum tempo considerados de liquidez extremamente elevada, que financiam todo esse desajuste orçamentário, com juros bastante reduzidos.&lt;br /&gt;Assim sendo, para viabilizar o pagamento das despesas exageradas da maior economia mundial é exigida cada vez mais a participação de credores internacionais.&lt;br /&gt;Como consequência a dívida externa dos EUA está se tornando uma bola de neve e começa a assustar os analistas econômicos mais ponderados e alguns dos investidores daqueles títulos. A ocorrência da recente crise internacional acendeu o sinal amarelo.&lt;br /&gt;Em conversas informais com clientes e amigos, sempre expressamos nossa preocupação com aquele esquema artificial e como resposta ouvíamos que o império americano era praticamente invulnerável, pelas proporções de sua economia, grande participação no mercado internacional e enorme influência política e cultural.&lt;br /&gt;Mas, o panorama mundial mudou, com a crise econômica gerada no próprio seio americano e países como o Japão e principalmente, a China, já estão com as barbas de molho e estão iniciando um movimento de desconfiança no poder de gestão dos EUA em financiar seu déficit fiscal, desequilíbrio externo e na tomada de medidas de aperto necessárias.&lt;br /&gt;Se esse cenário se agravar, a primeira consequência será a elevação dos juros a serem pagos pelos títulos do tesouro americano e pode até chegar a uma perda acentuada de interesse em suas aquisições pelos investidores estrangeiros, derivada do crescente grau de risco envolvido.&lt;br /&gt;Teríamos a inusitada situação de acompanhar, no mercado financeiro internacional, as alterações das pontuações do risco-pais dos EUA.&lt;br /&gt;Deve-se enfatizar também que o dólar, considerado como moeda oficial de trocas internacionais, vem perdendo valor frente outros meios de pagamento e pode deteriorar ainda mais o quadro econômico e financeiro norte-americano.&lt;br /&gt;Felizmente, o novo presidente dos EUA, Barack Obama, parece estar preocupado com esta situação incômoda e, em discurso recente, abordou o grave problema do montante da dívida de seu país.&lt;br /&gt;Se esta preocupação não for traduzida em medidas urgentes e eficazes, os EUA correm o risco de se tornarem, em futuro não muito distante, a maior nação inadimplente do mundo, com sérias implicações para toda a economia global.&lt;br /&gt;Como a maior parte de nossas reservas está lastreada em dólar e aplicada em títulos do tesouro americano, seria prudente o governo brasileiro já ir tomando providências para efetivar uma maior diversificação dos nossos ativos financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;Economista graduado pela USP, consultor e assessor empresarial especializado&lt;br /&gt;Na recuperação de empresas em dificuldades financeiras.&lt;br /&gt;www.paulosergioxavier.zip.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-7353567980256144945?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/7353567980256144945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=7353567980256144945' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7353567980256144945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/7353567980256144945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/06/o-perigo-de-inadimplencia-dos-eua.html' title='“ O PERIGO DE INADIMPLÊNCIA DOS EUA “'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SifNol9GkcI/AAAAAAAAASc/R9FN5u1mx8Y/s72-c/51_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-573753024704194815</id><published>2009-05-28T14:25:00.000-07:00</published><updated>2009-05-28T14:38:28.387-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diz OIT'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desemprego no mundo atingirá 239 milhões em 2009'/><title type='text'>DESEMPREGO NO MUNDO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sh8DkzPdYgI/AAAAAAAAASU/CCKBhHrkaOI/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sh8C4OdRPmI/AAAAAAAAASM/JUIWCRhQg_c/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Desemprego no mundo atingirá 239 milhões em 2009, diz OIT&lt;br /&gt;A Organização Internacional do Trabalho (OIT) disse que, neste ano, a contração no mercado de trabalho vai ser maior que a esperada e que 2009 deve terminar com 239 milhões de desempregados ao redor do mundo.&lt;br /&gt;Baseadas nos números do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a recessão econômica, as previsões atualizadas da OIT para o desemprego global foram apresentadas nesta quinta-feira pelo diretor-geral da OIT, Juan Somavía, em Genebra.&lt;br /&gt;"Se em março previmos que, em comparação com 2007, o aumento no desemprego global seria de 24 milhões a 52 milhões de pessoas, hoje podemos dizer que o aumento vai variar entre 39 milhões e 59 milhões", disse Somavía numa coletiva.&lt;br /&gt;Estes são os dois cenários previstos pela organização, o mais otimista e o mais pessimista. Mas Somavía disse esperar que a realidade fique "no meio termo entre os dois" panoramas.&lt;br /&gt;Segundo as novas contas da OIT, 2009 deve terminar com o número de desempregados no mundo variando de 220 milhões a 239 milhões, o que significa que as taxas de desemprego global ficarão entre 6,5% e 7,4%.&lt;br /&gt;"Somos testemunhas de um aumento recorde no número de desempregados e de trabalhadores suscetíveis a ficarem na pobreza no mundo todo", disse o diretor-geral da OIT.&lt;br /&gt;O aumento moderado do desemprego "dependerá, em grande medida, da eficácia das medidas orçamentárias e fiscais que os governos adotaram para estimular a demanda, assim como do funcionamento do setor financeiro", acrescentou Somavía.&lt;br /&gt;Por regiões, o relatório da OIT destaca que os países desenvolvidos, nos quais começou a atual crise financeira e econômica, serão os que mais demitirão. É "provável" até que a região concentre "de 35% a 40% do aumento total do desemprego em nível global, apesar de constituir menos de 16% da força total de trabalho no mundo".&lt;br /&gt;Como exemplo significativo, o relatório, que não faz comentários específicos por países, cita os Estados Unidos, onde 2,6 milhões de pessoas ficaram desempregadas só no primeiro trimestre de 2009.&lt;br /&gt;Já na América Latina, onde a taxa de desemprego em 2007 foi de 7,1% e a de 2009 deverá oscilar entre 8,4% e 9,2%, "houve uma capacidade de resistência", segundo Somavía.&lt;br /&gt;"Os dados (gerais) são extremamente preocupantes. Para evitar uma recessão social mundial, precisamos de um pacto mundial para o emprego, que implique inserir a criação de emprego e a proteção social no centro das políticas de recuperação", declarou Somavía.&lt;br /&gt;Este pacto mundial para o emprego será um dos assuntos centrais da Conferência Internacional do Trabalho, que acontecerá de 3 a 18 de junho, também em Genebra.&lt;br /&gt;Durante a conferência, no dia 15, a OIT realizará uma cúpula mundial sobre o emprego, que deve contar com a presença de inúmeros chefes de Estado ou de Governo.&lt;br /&gt;As novas previsões da OIT indicam ainda que 200 milhões de trabalhadores correm o risco de passar a fazer parte do grupo de pessoas que vivem com menos de US$ 2 ao dia dia.&lt;br /&gt;Outra constatação é que a crise também atinge com força os jovens. Dentro deste grupo populacional, a expectativa é que, entre 2008 e 2009, de 11,6 milhões a 17,7 milhões de pessoas fiquem desempregadas. Se isto acontecer, a taxa de desemprego juvenil aumentará de 12,2% (2008) para entre 14,1% e 15,1%.&lt;br /&gt;Somavía também se preocupa com a duração da crise do emprego. "Mesmo se houver uma recuperação econômica em 2010, o desemprego precisa de muito mais tempo para se recuperar. O mercado de trabalho se restabelece de forma muito mais lenta que o crescimento econômico", disse.&lt;br /&gt;A OIT também calculou que, entre 2009 e 2015, 300 milhões de emprego no mundo terão que ser criados só para absorver o crescimento da força de trabalho, um dado preocupante se for levado em consideração que 2009 "é o pior ano desde 1991 quanto à criação de empregos".&lt;br /&gt;"Os dados (gerais) são extremamente preocupantes. Para evitar uma recessão social mundial, precisamos de um pacto mundial para o emprego, que implique inserir a criação de emprego e a proteção social no centro das políticas de recuperação", declarou Somavía.&lt;br /&gt;Este pacto mundial para o emprego será um dos assuntos centrais da Conferência Internacional do Trabalho, que acontecerá de 3 a 18 de junho, também em Genebra.&lt;br /&gt;Durante a conferência, no dia 15, a OIT realizará uma cúpula mundial sobre o emprego, que deve contar com a presença de inúmeros chefes de Estado ou de Governo.&lt;br /&gt;As novas previsões da OIT indicam ainda que 200 milhões de trabalhadores correm o risco de passar a fazer parte do grupo de pessoas que vivem com menos de US$ 2 ao dia dia.&lt;br /&gt;Outra constatação é que a crise também atinge com força os jovens. Dentro deste grupo populacional, a expectativa é que, entre 2008 e 2009, de 11,6 milhões a 17,7 milhões de pessoas fiquem desempregadas. Se isto acontecer, a taxa de desemprego juvenil aumentará de 12,2% (2008) para entre 14,1% e 15,1%.&lt;br /&gt;Somavía também se preocupa com a duração da crise do emprego. "Mesmo se houver uma recuperação econômica em 2010, o desemprego precisa de muito mais tempo para se recuperar. O mercado de trabalho se restabelece de forma muito mais lenta que o crescimento econômico", disse.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FONTE EFE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-573753024704194815?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/573753024704194815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=573753024704194815' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/573753024704194815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/573753024704194815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/05/desemprego-no-mundo.html' title='DESEMPREGO NO MUNDO.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-3596192305121257225</id><published>2009-05-25T15:39:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T15:52:47.151-07:00</updated><title type='text'>MORRE O FINANCISTA ROGER IAN WRIGHT</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/ShshNoUWLRI/AAAAAAAAASE/GGB3RXmqDME/s1600-h/6cebitc.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339898301222628626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/ShshNoUWLRI/AAAAAAAAASE/GGB3RXmqDME/s400/6cebitc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÃO PAULO - O financista e empresário Roger Ian Wright morreu na sexta-feira, aos 56 anos, em um acidente aéreo, em Trancoso, no sul da Bahia, deixando para trás uma história de sucesso no mercado financeiro brasileiro.História que começou há 20 anos, quando Wright deixava a presidência da Adubos Trevo para assumir a Gardi Asset Management, empresa de gestão do Banco Garantia. Foi no Garantia que Wright conheceu o seu atual sócio na Arsenal Investimentos, José Eduardo Lacerda, e onde ajudou a escrever parte da história do mercado de capitais brasileiro.O principal capítulo talvez esteja registrado em 1992, quando Wright já era sócio do Garantia e tinha sob sua responsabilidade a corretora do banco.Quem conta esta parte da história é um dos principais executivos do banco Credit Suisse, José Olympio Pereira, e que era também sócio no Garantia à época.Olympio atribui a Wright o mérito de ter trazido os primeiros investidores estrangeiros ao país, que compraram parte das ações emitidas pela Continental 2001. "Por ser inglês, ele tinha um trânsito muito bom entre os investidores lá fora", conta.Wright nasceu na Inglaterra, mas, filho de mãe brasileira, logo se naturalizou. Ele escolheu os Estados Unidos para cursar a faculdade de administração, na Universidade da Pennsylvania.Mas foi no Rio Grande do Sul que iniciou sua carreira na Adubos Trevo, empresa da família de sua primeira esposa, a gaúcha Bárbara Luchsinger. Em 1996, Bárbara também morreu em um acidente aéreo, no Fokker 100 da TAM. Sete anos depois do acidente, Wright ingressou como conselheiro independente no conselho de administração da TAM. Ele foi o nome escolhido pelos fundos de investimentos que detêm 27% da companhia para representá-los. Foi membro do conselho entre 2003 e 2008, e um dos votos que elegeu Marco Antonio Bologna como presidente, em 2004.Ainda em 2007, outro acidente aéreo marcou a vida de Wright. Sua secretária, Simone Wetrupp, morreu no acidente com A320, também da TAM, que caiu em São Paulo. Bologna, atual presidente da TAM Aviação Executiva, conta que em abril de 2008 Wright deixou o conselho para se dedicar mais à sua vida pessoal e à vela. Um dos seus maiores amigos era Laers Grael, que contou em seu blog a história com Wright, lamentando a perda também da família do executivo.Seus dois filhos com a primeira esposa, seus netos, genro e nora e sua atual esposa também morreram no acidente em Trancoso. A nora, Heloisa Alquéres Vaz Wright, era filha do presidente da Light, José Luiz Alquéres. No currículo de Wright, o presidente do Credit Suisse, Antonio Quintella, destaca operações importantes como a assessoria dada à Coteminas na compra da Springs.Além disso, foi ele que reuniu Cemig, Andrade Gutierrez e Banco Pactual para a compra da Light. Quintella foi colega de Wright no Credit Suisse quando o banco comprou o Garantia. A Arsenal hoje assessora o frigorífico Independência em sua recuperação judicial. O sócio de Wright, José Eduardo Lacerda, diz que a companhia seguirá com a cultura empreendedora de seu fundador. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-3596192305121257225?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/3596192305121257225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=3596192305121257225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3596192305121257225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3596192305121257225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/05/morre-o-financista-roger-ian-wright.html' title='MORRE O FINANCISTA ROGER IAN WRIGHT'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/ShshNoUWLRI/AAAAAAAAASE/GGB3RXmqDME/s72-c/6cebitc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-45902513165699612</id><published>2009-05-18T03:39:00.000-07:00</published><updated>2009-05-18T03:45:12.479-07:00</updated><title type='text'>FOLHA  DE S.PAULO : ENTREVISTA JOSÉ DUTRA VIEIRA SOBRINHO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/ShE8M179JmI/AAAAAAAAAR8/MexMo9pxbxs/s1600-h/CONSULOG+-+Dutra+col_323.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337113224745395810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 158px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/ShE8M179JmI/AAAAAAAAAR8/MexMo9pxbxs/s400/CONSULOG+-+Dutra+col_323.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ENTREVISTA JOSÉ DUTRA VIEIRA SOBRINHO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Bancos e governo ganham com desconhecimento financeiro .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Matemático critica falta de transparência sobre investimentos e culpa a própria população pelo alto custo do crédito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;MATEMÁTICO financeiro que ensinou banqueiros e bancários a fazerem contas na calculadora HP, o professor José Dutra Vieira Sobrinho, 70, diz que a ausência de transparência dos bancos e do governo e o despreparo dos gerentes acarretam grandes perdas aos pequenos investidores e às pessoas que tomam crédito. Também critica o desconhecimento matemático dos clientes, que se pautam mais pela base do "se Deus quiser, vai dar certo" do que pelo planejamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;TONI SCIARRETTADA REPORTAGEM LOCAL MAURO ZAFALON DA REDAÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Dutra afirma que o debate sobre a mudança no rendimento da poupança deve instigar o consumidor a exigir do banco taxas de administração menores nos fundos, informações mais claras e precisas. Para Dutra, chegou o momento de o país buscar simplificar procedimentos corriqueiros e facilitar as negociações.Procurada, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) informou que decidiria se caberia comentar as declarações de Dutra após analisar o conteúdo. Leia a seguir alguns trechos da entrevista à Folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Qual a sua avaliação para a solução encontrada pelo governo para a poupança?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;JOSÉ DUTRA VIEIRA SOBRINHO - Até me surpreendeu positivamente. O governo não poderia reduzir a taxa porque não passaria no Congresso. Então, inventa a história de tributar acima de R$ 50 mil. Estabeleceu um critério que tem um princípio de justiça de onerar mais que tem saldo maior. Mas tem uma série de outras regrinhas que, daqui a pouco, mesmo que um sujeito tenha R$ 900 mil, ele não paga nada. Tinha que resolver porque os fundos estão menos competitivos que a poupança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - A partir de quando é melhor o cotista deixar o fundo e aplicar na poupança?DUTRA - Se o fundo cobra uma taxa de administração superior a 1,5%, já começa a perder da poupança. Um cidadão que tem o dinheiro aplicado e que nunca se atentou para isso descobre agora que a taxa de administração do fundo dele é de 4%. Ele perde dinheiro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Os bancos terão de reduzir as taxas de administração?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - A debandada dos fundos de investimento para a poupança vai ser muito maior do que a da poupança para os fundos. Esse investidor que está no fundo fatalmente vai pressionar o banco a reduzir as taxas de administração. Não tenha dúvidas de que os bancos estão estudando até onde podem reduzi-las. Não há mais espaço para taxas de 3% a 4%. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Não é ignorância do investidor esse desconhecimento do peso das taxas de administração?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - O problema é que você não se toca em relação a isso.Desde o Plano Cruzado os fundos rendiam muito, davam um baile na poupança. Eu entrei em um fundo de previdência em que eles descontavam uma taxa de carregamento de 10%.Para cada R$ 100 aplicados, eles descontavam R$ 10 e aplicavam R$ 90. Muitos anos depois, descobri que meu fundo de previdência pagava 0,5% mais TR. Era o rendimento da poupança e ainda tinha imposto. Eu fui enganado. E olha que eu sou especialista em cálculo.Há uma falta de ética em tudo isso, porque o banco sabia que a poupança pagava mais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - O gerente do banco está preparado para alertar o cliente de que está fazendo um mau negócio?Ele tem interesse em fazer isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Estou muito à vontade para falar disso porque sou um dos professores que mais ministraram cursos para o mercado financeiro. O gerente, de modo geral, tem uma formação técnica que deixa a desejar. Em muitos casos ele sabe o que seria melhor para o cliente, mas em boa parte não sabe. O gerente é orientado para vender determinados produtos. Tem as metas dele. Por trás de tudo isso eu vejo uma falta de ética. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Quem é o culpado? São os bancos? O aplicador que se omite em relação a seu próprio dinheiro?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Dada essa dificuldade de cálculo, a grande maioria não tem a mínima ideia de quanto está pagando no cheque especial, por exemplo. É falta de conhecimento do cliente, do gerente, falta de transparência do banco. E falta de ética. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Falta ética de quem? Alguém está sabendo de fato o quanto o outro está pagando?DUTRA - Quando se analisa todo esse quadro, você vê que está faltando ética. De quem? Dos responsáveis pelas operações, os executivos das instituições financeiras. Os dirigentes dos bancos no Brasil perderam há muito tempo a sensibilidade. É como se eles não tivessem nenhuma responsabilidade além da empresa dele e do lucro do banco. Deixaram passar critérios profundamente injustos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Esses executivos ganham com a ignorância da sociedade?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Em todo o planeta, você tem ganho em cima do desconhecimento das pessoas. Veja quanta gente se iludiu com o [Bernard] Madoff [ex-presidente da Nasdaq, acusado de fraude financeira]. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Como simplificar os procedimentos para que todos entendam o que acontece com o seu dinheiro?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Para calcular o cheque especial, deve-se ter uns cinco critérios. Cada um faz de um jeito. É de uma complexidade tão absurda que, para entender, o sujeito precisa de uma formação matemática muito boa. Nos outros países, as coisas são simples. Se você pesar tudo isso, vai entender esse desgaste que todos nós sofremos.Qual seria a solução? Que tal colocarmos na mesma mesa representantes de Procon, ProTeste, entidades de defesa do consumidor, Febraban, Ministério Público, juízes? Temos um exemplo positivo, a CET (Custo Efetivo Total), que é a obrigação do banco de informar o custo da operação efetivamente cobrada, incluindo tarifas e tributos. Reuniu todas as partes na discussão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Falta concorrência no setor bancário?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Costumam me perguntar por que as taxas de juros são tão altas. As pessoas do mercado e as associações de classe respondem há mais de 20 anos: é porque aqui a inadimplência é muito alta. Na verdade, as taxas são altas porque não existe concorrência ou ela é mínima. Lembro-me bem quando vieram os bancos estrangeiros para cá. A ideia do Banco Central era que eles poderiam oferecer taxas menores e forçar a redução nas taxas.Vieram bancos americanos, britânicos, espanhóis. O presidente desses bancos vinha do país de origem. Como o executivo é avaliado? Pelo resultado. Por que ele vai oferecer juros de 4%, 4,5% se o brasileiro está disposto a pagar 6%? Sabe o que eles fizeram? A taxa média cobrada não difere da dos bancos aqui. Então os culpados somos nós? É a população brasileira que, pela falta de informação, tem culpa nisso. Mas também tem a falta de transparência. As regras são obscuras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - É conveniente para o governo, para a Receita Federal, em particular, manter essa falta de transparência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Essa falta de transparência dificulta o contato com o cidadão e facilita não dar explicações. A Receita Federal também mantém o seu cliente distante. Isso é altamente confortável para ela. É um distanciamento conveniente que facilita as coisas para quem acaba procedendo de forma errada em detrimento do interesse do cidadão. As pessoas de ambos os lados acabam não se dedicando e valorizando muito esse entendimento. A culpa dessa grande bagunça que existe neste país é de todo mundo.Então, se somos todos culpados, vamos conversar para ver se podemos estabelecer critérios os mais simples possível.Se nós entendermos tudo, será fácil entrarmos em um acordo. Cada um falando um língua, aí não tem jeito. A gente está propondo uma campanha de esclarecimento para fixação de critérios, mas, para isso, precisamos colocar de um lado as instituições e de outro representantes dos consumidores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Como o governo falta com a transparência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Descobri por acaso analisando a TR que, na verdade, eles sempre arbitraram o rendimento da poupança por um percentual da taxa Selic, que era uma das propostas discutidas para mudar o rendimento da caderneta. Depois precisava dar uma roupagem científica para isso. Sabe o que BC fez? Bolou toda aquela fórmula: parâmetro A, B, redutor, tudo bobagem. É brincar de faz de conta e vai por aí afora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Qual a maior fonte de ignorância financeira?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Existe uma súmula da STF que diz textualmente que é vedada a capitalização de juros [taxas compostas], ainda que expressamente convencionada. O que significa isso? Que você faz um contrato que tem juros compostos, mas pela lei não poderia. O que está errado? Essa afirmação bate de frente com tudo aquilo que nós fazemos no mercado financeiro e mundial.É o caso de perguntar ao ministro do STF: o senhor já emprestou dinheiro ou fez aplicação financeira em banco? Tem dinheiro no FGTS? Já? Então, usou juro composto. Esse cinismo em relação à matemática, que é uma ciência exata e neutra em relação às partes, é inaceitável. É uma demagogia barata, que acaba mantendo o cidadão brasileiro numa ignorância sobre assuntos que nem são complicados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - E qual o custo da ignorância para sociedade?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - É um custo muito alto.A maioria das pessoas tem dificuldade em compor o próprio orçamento. Na hora em que vai comprar a prazo, vai atentar se a prestação cabe no orçamento.Compra confiando no futuro, na manutenção do emprego.Vai implicar para cada cidadão uma despesa maior do que aquela que ele teria se tivesse um conhecimento de cálculo; não precisa ser um especialista.O Brasil teve uma inflação crônica durante mais de 30 anos. Ninguém fazia um orçamento porque não tinha condição. O brasileiro não tem tradição de controle, de planejamento. É completamente desregrado, muito na base do "se Deus quiser, vai dar certo". Na primeira dificuldade que tem, não paga a prestação. Tudo isso gera um custo para sociedade muito grande. Há uma série de transtornos e falta de capacidade de fazer um mínimo de planejamento. Não são só pessoas simples; tem pessoas que ganham muito bem e são extremamente desorganizadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;FOLHA - Houve progressos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;DUTRA - Com essas discussões, a sociedade de modo geral vai lucrar. A discussão leva a um esclarecimento. O lado positivo é que o consumidor vai começar a se inteirar. Vai se tornar mais esclarecido, o mercado vai ser muito mais transparente, os bancos vão se preocupar em dar informações mais claras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-45902513165699612?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/45902513165699612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=45902513165699612' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/45902513165699612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/45902513165699612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/05/folha-de-spaulo-entrevista-jose-dutra.html' title='FOLHA  DE S.PAULO : ENTREVISTA JOSÉ DUTRA VIEIRA SOBRINHO.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/ShE8M179JmI/AAAAAAAAAR8/MexMo9pxbxs/s72-c/CONSULOG+-+Dutra+col_323.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8916319139171712650</id><published>2009-05-07T04:50:00.000-07:00</published><updated>2009-05-07T04:53:39.176-07:00</updated><title type='text'>OBSSESSÃO PELA REDUÇÃO DO SPREAD  CHEGOU TARDE E NO ENDEREÇO ERRADO.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SgLLulPLejI/AAAAAAAAAR0/d3duNF3yjJU/s1600-h/20060303193021060303_real_203i.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333048909890288178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 203px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SgLLulPLejI/AAAAAAAAAR0/d3duNF3yjJU/s400/20060303193021060303_real_203i.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou muito tempo e foi necessário que a economia nacional ficasse numa situação desfavorável e a pressão aumentasse, para que o presidente Lula fosse acometido de uma verdadeira obsessão pela diminuição do spread bancário.&lt;br /&gt;Apesar de ficar muito incomodado e proclamar em várias ocasiões que os juros no Brasil deveriam baixar, nada de contundente foi feito pela equipe econômica e em especial, pelo Banco Central.&lt;br /&gt;Nem mesmo os sucessivos apelos do Vice-Presidente José de Alencar, proferidos até em hospitais, enquanto enfrentava e vencia problemas de saúde eram atendidos.&lt;br /&gt;Há muito tempo - e, mais recentemente com o advento da crise econômica internacional - que economistas, empresários, sindicalistas, enfim, a quase totalidade da sociedade brasileira, vêm clamando para uma redução significativa dos extorsivos juros bancários, particularmente da taxa Selic, praticada pelo irredutível Banco Central.&lt;br /&gt;Além de outras medidas complementares que não foram tomadas pelos gestores da área econômica, a que causa mais mal estar e indignação, sendo considerada a vilã número- um da crise, é indubitavelmente, a política de juros elevados praticados pelo Banco Central.&lt;br /&gt;Para surpresa geral, no dia 08 de abril, Antonio Ferreira de Lima Neto, foi demitido de presidência do Banco do Brasil, sob alegação que demorava para reduzir os juros e o spread cobrados pelo banco.&lt;br /&gt;Se não houve outras razões camufladas para a demissão, o motivo apresentado parece exagerado.&lt;br /&gt;É evidente que o Banco do Brasil, por ter características de banco social, não deveria acompanhar a ganância da maioria dos bancos privados, mas, em contrapartida, tem de atender os interesses de seus acionistas minoritários e sinalizar para o mercado que se trata de uma instituição financeira rentável e confiável, sob pena de ver suas ações desvalorizadas.&lt;br /&gt;Neste contexto, o endereço mais apropriado para saciar a obsessão presidencial deveria ser, primeiro, o Banco Central.&lt;br /&gt;Se o Banco Central não visa lucro e seu acionista é o governo federal , que sempre almejou e alardeou que os juros deveriam baixar, não deveria tolerar tal insubordinação. Em qualquer banco ou empresa, o principal executivo que contrariar as determinações de seus acionistas majoritários é imediatamente exonerado.&lt;br /&gt;Somos plenamente favoráveis que o Banco Central tenha liberdade para conduzir a política monetária e seja o guardião de nossa moeda, mas essa autonomia tem que ser vigiada e não se podem permitir ações que contrariem os maiores interesses nacionais, de desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda. Política monetária e combate a inflação não se resumem somente em aumentar e manter juros altos. É um expediente de fácil implementação, que deve ser usado em ocasiões especiais, por determinado período de tempo e que tem que ser bem dosado, para não provocar efeitos perversos e desnecessários.&lt;br /&gt;Qualquer vestibulando para um curso de economia sabe que ao aumentar, de forma expressiva, a taxa de juros, numa economia extremamente dependente de crédito como a nossa, a demanda se retrai, o consumo cai e a inflação regride. Mas, o remédio tem que ser bem administrado e o processo de cura tem de incluir outros procedimentos, caso contrário, somente com uma overdose do mesmo medicamento, o doente vai direto para a UTI.&lt;br /&gt;A taxa Selic, também denominada de “ juros primários “, é a base de referência para a formação dos juros praticados no mercado financeiro. Se essa taxa já é elevada, parte-se de um patamar mais alto, para se definir o valor do CDI – Certificado de Depósito Interbancário, que se traduz num sinalizador do custo de captação entre os bancos e demais instituições financeiras, que, a partir deste piso, agregam o famoso spread, termo da moda, citado até nas conversas de botequim e nas esquinas de nossas cidades.&lt;br /&gt;Assim sendo, a prioridade zero a ser atacada é a redução efetiva da taxa Selic, e depois o spread bancário.&lt;br /&gt;“O amaldiçoado spread”, nada mais é do que a diferença entre o custo de captação dos bancos e os juros cobrados para os tomadores de seus empréstimos e financiamentos, incluindo os custos operacionais, nível de risco de inadimplência das operações, cunha fiscal e, principalmente, lucros elevados.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, o governo tem que fazer sua parte, diminuindo mais os tributos incidentes nas operações financeiras e usando a redução do compulsório como moeda de troca para que haja um melhor direcionamento e agilização na concessão de crédito, notadamente para os setores mais produtivos e estratégicos e para as pequenas e médias empresas.&lt;br /&gt;A aprovação mais acelerada do cadastro positivo implicaria redução do custo atribuído à inadimplência e possibilitaria a fixação de taxas de juros menores e diferenciadas.&lt;br /&gt;No que tange aos custos operacionais, os bancos já tomaram as providências necessárias com a racionalização das suas atividades, informatização, enxugamento do quadro de pessoal e obtenção de economias de escala, com consecutivas incorporações e fusões.&lt;br /&gt;Quanto aos generosos lucros, como vivemos numa economia de mercado, ou se estabelece um esquema de maior concorrência, em que os bancos estatais deem exemplo e o governo adote mecanismos de incentivos fiscais, ou, em último caso, aumenta-se simplesmente o imposto sobre os lucros dos bancos, na mesma facilidade com que os juros são elevados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nada mais for feito, o presidente Lula corre sério risco, ao comparecer a uma outra reunião do G-20, num futuro próximo, quando for questionado pelo presidente Barack Obama, na presença dos principais líderes das nações desenvolvidas, por que o Brasil ficou numa situação econômica tão difícil, quando tinha todas as condições para reverter a crise e se destacar no panorama internacional, vai ter que puxar o braço do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles e dizer “ Esse é o cara “.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;Economista graduado pela USP.&lt;br /&gt;Consultor e assessor empresarial, especializado na&lt;br /&gt;recuperação de empresas em dificuldades financeiras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8916319139171712650?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8916319139171712650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8916319139171712650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8916319139171712650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8916319139171712650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/05/obssessao-pela-reducao-do-spread-chegou.html' title='OBSSESSÃO PELA REDUÇÃO DO SPREAD  CHEGOU TARDE E NO ENDEREÇO ERRADO.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SgLLulPLejI/AAAAAAAAAR0/d3duNF3yjJU/s72-c/20060303193021060303_real_203i.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-3042378628581862300</id><published>2009-05-03T16:24:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T16:26:32.249-07:00</updated><title type='text'>CONSUMO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sf4oIoJN2jI/AAAAAAAAARs/4QEQqY8JLRM/s1600-h/4898_409.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331743137533385266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sf4oIoJN2jI/AAAAAAAAARs/4QEQqY8JLRM/s400/4898_409.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="6372317406286873686"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://marquesi-newsletter.blogspot.com/2009/05/classe-media-baixa-e-que-deve.html"&gt;&lt;strong&gt;Classe média baixa é que deve impulsionar economia em 2009&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/Sf4nQcdfQqI/AAAAAAAABJw/RFE0_oig7t0/s1600-h/4898_409.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Neste ano, marcado pela crise, a classe média baixa é que deve puxar a economia."Quando analisadas as classes sociais, a maior participação no potencial de consumo está nas mãos (ou no bolso) da classe B2, representada por domicílios com renda média mensal de R$ 2,3 mil. Em termos de crescimento, as classes C1 e C2, respectivamente com renda média de R$ 1,4 mil e R$ 950, foram as que apresentaram maior crescimento entre 2008 e 2009", afirmou o diretor da Target Marketing, Marcos Pazzini.De acordo com ele, a classe C, por si só, será responsável por mais de 30% do consumo nacional neste ano.Classe média baixa sustentaPara o economista Guilherme Costa, que é professor do curso de Administração das Faculdades Integradas Rio Branco, a classe média baixa emergente é que está mantendo o nível das atividades econômicas de uma certa forma sustentável, evitando uma recessão como nos países do hemisfério Norte, que preveem um crescimento negativo de seus PIBs (Produto Interno Bruto) em relação a 2008."Cerca de 27 milhões de indivíduos saíram das classes econômicas D e E para a classe C, que são famílias com renda entre R$ 1,5 mil e R$ 4,5 mil, e que, portanto, engordaram a classe média, com direito a cartão de crédito para compras, a poder adquirir seu primeiro carro zero quilômetro, a adquirir seu computador e diversos aparelhos eletroeletrônicos, como DVDs, celular, além de linha branca".O professor ressalta ainda a importância dessa classe média: "o eixo dinâmico de nossa economia, em 2009, nesses tempos de turbulência econômica, vem a ser os produtos da classe média brasileira, que não dependem do mercado externo para produzir nem de capitais externos", afirmou, colocando nesta lista de produtos os alimentos, vestuário, higiene pessoal e cosméticos.De acordo com Costa, está previsto para janeiro de 2010 um salário mínimo de R$ 506, já anunciado pelo governo, e isso terá um impacto grande no consumo das famílias, que irão às compras de bens e serviços.Classes altasEm relação às classes mais altas, o que se observa, de acordo com o diretor da Target Marketing, é que houve perda do potencial de consumo. Em 2008, essas classes, somadas, representavam 66,7% do consumo nacional e, em 2009, serão responsáveis por 63,8%. Esses 2,9 pontos percentuais de perda representam menos R$ 51,2 bilhões no bolso dos consumidores dessas classes."Em relação à classe A1, ela é responsável por 4,1% do consumo brasileiro, mas em termos de população, ela concentra apenas 0,6% dos domicílios. Com relação ao cenário econômico atual, ela foi prejudicada, pois em 2008 ela foi responsável por 4,6% do consumo e continha 0,7% dos domicílios"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;.Por: Flávia Furlan Nunes30/04/09 - 12h25InfoMoney &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-3042378628581862300?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/3042378628581862300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=3042378628581862300' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3042378628581862300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3042378628581862300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/05/consumo.html' title='CONSUMO'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sf4oIoJN2jI/AAAAAAAAARs/4QEQqY8JLRM/s72-c/4898_409.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-1586058190499571600</id><published>2009-04-27T07:59:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T08:01:50.195-07:00</updated><title type='text'>A FATURA COMEÇA A CHEGAR AO GOVERNO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SfXI0f1nV1I/AAAAAAAAARk/KB6l1uVkrAc/s1600-h/6cebitc.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329386538287978322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SfXI0f1nV1I/AAAAAAAAARk/KB6l1uVkrAc/s400/6cebitc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SfXIlumEVEI/AAAAAAAAARc/pJ3jRmJIJ6A/s1600-h/6cebitc.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Artigo publicado no DCI, edição de 13/04/09&lt;br /&gt;Paulo Sérgio Xavier Dias da Silva&lt;br /&gt;psxds@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;A máxima “ se a economia vai bem, tudo vai bem “, parece cada vez mais apropriada para o recente caso brasileiro.De fato, enquanto o mercado interno crescia vigorosamente, mais a reboque da expansão do comércio internacional, a popularidade do governo Lula parecia intocável.&lt;br /&gt;Os sucessivos escândalos oriundos tanto do seu primeiro escalão, quanto da sua base aliada no Congresso, protagonista do famigerado mensalão, não eram capazes de abalar a reputação e o julgamento do desempenho governamental e, muito menos do nosso Presidente.Ao cidadão comum bastava, o seu emprego, o aumento da renda e os programas assistenciais que retiravam muito de nossos irmãos da pobreza absoluta.&lt;br /&gt;Até boa parte da classe empresarial compartilhava daquela aprovação, pois a economia estava aquecida, e até os equívocos da política monetária eram tolerados.&lt;br /&gt;Mesmo a oposição, sem dispor de um programa econômico alternativo, ficava quase sempre silenciosa, em cima do muro e sem forças para reagir politicamente, com medo da falta de respaldo popular.&lt;br /&gt;Quando algum esclarecido argumentava que o crescimento tão enaltecido pelo governo era inferior aos de muitos países emergentes, que os juros básicos estavam em patamares estratosféricos e que o governo não estava fazendo sua lição de casa, era taxado de inconformado e pessimista.&lt;br /&gt;A frase preferida “ nunca na história desse País ... “ precedia o anúncio das conquistas, muitas delas só resultaram em projetos incompletos ou promessas, e ficamos aguardando a ocorrência “ do espetáculo do crescimento “.Entretanto, a crise econômica internacional, apelidada pelo Presidente, de marolinha, chegou para valer.&lt;br /&gt;Como imaginar que uma crise financeira de sérias proporções gerada no seio da maior economia do planeta - responsável por grande porcentagem do comércio internacional e sendo o dólar, a moeda oficial das transações mundiais - não teria maiores repercussões no Brasil? Seria muita ingenuidade ou sinal de arrogância e soberba.&lt;br /&gt;Era evidente que o nosso primeiro mandatário não poderia sair apregoando o pessimismo, mas deveria ter reconhecido que apesar da crise ter conotação global, o Brasil estava em condições para enfrentá-la.E realmente estava, como comentamos no artigo do DCI, de 11 de fevereiro deste ano. Mas a equipe econômica não se preparou para enfrentar desafios e ficou na inércia, torcendo para que os efeitos adversos fossem mais brandos e de ligeira duração.&lt;br /&gt;O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda afirmava nos EUA, depois do primeiro encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama, que o governo ainda tinha muita bala na agulha. Só que a fera, ou inimigo a ser liquidado está crescendo e vindo para cima, e, se os disparos demorarem, não adiantará ter um revólver: será necessário acionar rapidamente, um canhão de grande calibre.&lt;br /&gt;Até quando teremos essa poderosa arma em nosso arsenal econômico ?O Banco Central, guardião de nossa moeda, com todos os dados e informações disponíveis, teve uma atitude míope, de manter por longo tempo, o juro básico extremamente elevado, na contramão das demais economias, e subestimou os efeitos da crise.&lt;br /&gt;Só recentemente, admitiu seu erro, como consta do último relatório de inflação, divulgado em 30 de março, reconhecendo que, mesmo se a taxa Selic for reduzida para um dígito, a inflação ficaria abaixo do centro da meta.&lt;br /&gt;Aliás, o final do mês de março foi um período nada agradável para o governo, repleto de más notícias, que devem servir de alerta para uma mudança radical da postura dos mentores da política econômica:&lt;br /&gt;- retração do nível de atividade e dos investimentos, principalmente do setor industrial.&lt;br /&gt;- redução da projeção do crescimento do PIB ( Produto Interno Bruto )estimada pelo Banco Central, para 2009.&lt;br /&gt;- aumento do desemprego;&lt;br /&gt;- início dos protestos dos sindicatos dos trabalhadores;&lt;br /&gt;- decréscimo na arrecadação de tributos;&lt;br /&gt;- corte substancial no orçamento, afetando inclusive setores estratégicos como educação e segurança;&lt;br /&gt;- queda na avaliação do governo federal nas últimas pesquisas;&lt;br /&gt;- diminuição na aprovação do desempenho pessoal do presidente.&lt;br /&gt;Ou seja, parece que a festa acabou , mas os escândalos continuam. Enquanto as empresas cortam custos e demitem pessoal, o Palácio da Alvorada continua com quase 1.800 funcionários , repleto de assessores bem remunerados, e o Senado, ainda está superlotado com 131 diretores, depois da extinção de 50 diretorias. Faltava espaço para tanto diretor, que até inventaram diretorias virtuais.&lt;br /&gt;Só restava ter sido criada a Diretoria para Assuntos Escusos e Aleatórios.&lt;br /&gt;Como o ambiente está mudando, as faturas da inércia e da incompetência da área econômica estão chegando para o governo pagar. Se elas continuarem a serem enviadas para ao Palácio da Alvorada, em valores cada vez mais elevados, será que o governo vai ter “ mais dinheiro político e apoio popular “ para pagá-las ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-1586058190499571600?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/1586058190499571600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=1586058190499571600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1586058190499571600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/1586058190499571600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/04/fatura-comeca-chegar-ao-governo.html' title='A FATURA COMEÇA A CHEGAR AO GOVERNO'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SfXI0f1nV1I/AAAAAAAAARk/KB6l1uVkrAc/s72-c/6cebitc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-5786292800300570893</id><published>2009-04-22T17:59:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T18:03:58.745-07:00</updated><title type='text'>O PÂNICO E A CRISE</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Se--eI41JnI/AAAAAAAAARU/9_ueGhZE7BM/s1600-h/51_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327686309193786994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 284px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Se--eI41JnI/AAAAAAAAARU/9_ueGhZE7BM/s400/51_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, na última terça-feira, que o governo não está vendendo otimismo e que "às vezes chego a pensar que 50% da crise é um pouco de pânico".Está correto o senhor presidente em enfatizar o papel das expectativas na duração e intensidade das fases do ciclo econômico. Nesse mundo, como já disse Benjamin Franklin, só temos duas certeza: a da morte e a dos impostos. Todos os nossos atos resultam de uma avaliação que toma por base expectativas, seja na vida econômica, na vida afetiva e em casos mais prosaicos – como a decisão de sair de casa ou não com um guarda-chuva. Um pessimista sempre sairá de casa com um guarda-chuva.Como disse o presidente, se todos se tornam pessimistas com a economia, a chance da crise aprofundar aumenta. Contudo, não vivemos só de pessimismo. O senhor presidente afirmou também, no discurso feito em Telêmaco Borba, que vivemos um momento de estabilidade e credibilidade política – o que também é fato, graças à austeridade da política monetária e a despeito da frouxidão da política fiscal.O que alguém deveria fazer é dizer ao senhor presidente a real gravidade da crise que se abateu sobre nós. Não é necessário realizar qualquer pesquisa para coletar os dados e fazer a análise. Está tudo prontinho na Carta IEDI nº 356, A crise internacional e a economia brasileira: o efeito-contágio sobre o mercado de crédito em 2008. Quem disse ao presidente, nos idos de outubro e novembro do ano passado, que o que viria era uma "marolinha", deveria agora retratar-se e mostrar porque a economia brasileira retraiu-se tanto a partir do fatídico 15 de setembro da quebra do banco Lehman Brothers, que precipitou a fase mais aguda da crise.O mercado de capitais brasileiro já vinha de uma perda de dinamismo muito antes dos sinais mais evidentes da crise, pois desde o início do ano passado as linhas de crédito externas tinha começado a se retrair. Essa retração foi compensada pela expansão do crédito interno, não somente para ocupar o espaço deixado vago pelo encolhimento da liquidez externa, mas também pelo forte aquecimento da economia – que se acentuou ao longo do ano até setembro– e pelo crescente investimento das empresas brasileiras, muitas delas utilizando instrumentos heterodoxos de captação e de hedging contra o que se supunha então ser uma tendência ilimitada de valorização do real.Todo esse quadro se reverteu, de forma abrupa e forte, a partir de setembro. No exterior, os bancos aumentaram sua demanda por caixa para fazer face às perdas nos mercados de hipotecas subprime e seus derivativos, sugando recursos que estavam anteriormente aplicados em linhas de crédito nos mercados interno e externo.No Brasil, um grande número de empresas estava se financiando com base em complexos contratos lastreados em derivativos cambiais, negociados nos mercados de balcão. Estima-se que o valor desses contratos tenha ultrapassado R$ 60 bilhões. Coube aos bancos prover a necessária liquidez no momento em que esses contratos trouxeram perdas monstruosas para as empresas que estavam se financiando através deles.Adicionalmente, a retração das linhas externas agravou os problemas de liquidez, particularmente dos bancos de porte médio e pequeno que constituem a principal fonte de financiamento das pequenas e médias empresas brasileiras.Em meio às mudanças súbitas no mercado, os bancos se tornaram mais cautelosos na concessão de crédito e a liquidez começou a "empoçar", na linguagem do meio. O BNDES interveio como emprestador da grande empresa e o Banco do Brasil comprou uma parte das carteiras de crédito dos bancos de pequeno e médio portes, para aliviar o aperto na liquidez dessas instituições.O resultado líquido, contudo, pode ser expresso em um único número: o crédito, que na comparação de setembro de 2008 com setembro de 2007 vinha crescendo a uma taxa de 45%, contraiu-se violenta e subitamente para 39%, na comparação de dezembro contra dezembro – a despeito da liberação dos compulsórios pelo Banco Central bem no início da crise, a partir de 24 de setembro.Portanto, se pânico houve, é porque havia bons motivos para isso. A questão agora, quando o choque inicial já passou, é saber como se irá gerir a economia em um ambiente a caminho da recessão e com forte queda na receita tributária. Se tudo for bem encaminhado, desta vez não haverá razão para novos pânicos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Roberto Fendt é economista&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: Diário do Comércio - www.dcomercio.com.br&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: Diário do Comércio - www.dcomercio.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-5786292800300570893?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/5786292800300570893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=5786292800300570893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5786292800300570893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/5786292800300570893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/04/o-panico-e-crise.html' title='O PÂNICO E A CRISE'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Se--eI41JnI/AAAAAAAAARU/9_ueGhZE7BM/s72-c/51_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-8824911428731346253</id><published>2009-04-07T15:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-07T15:22:58.921-07:00</updated><title type='text'>Bradesco mantém-se como marca mais valiosa do país; BB cai uma posição</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdvSPDeUvYI/AAAAAAAAARM/8HChl0T9p94/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322078540740738434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 137px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdvSPDeUvYI/AAAAAAAAARM/8HChl0T9p94/s400/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bn.uol.com.br/event.ng/Type=click&amp;amp;FlightID=61270&amp;amp;AdID=164909&amp;amp;TargetID=3805&amp;amp;ASeg=&amp;amp;AMod=&amp;amp;Segments=23,72,103,105,138,231,244,279,334,385,465,500,1962,2339,2409,2412,2414,2462,2515,2881,2915,2931,3172,3173,3527,4306,4344,4986,5582,5705,6252,6259,6291,6306,6315,6343,6382,6468&amp;amp;Targets=3805,7871,7334,3653,3760,2578,3329,7893&amp;amp;Values=31,51,60,82,100,110,150,200,204,228,277,311,345,349,356,357,373,379,382,388,409,484,592,642,958,959,998,1004,1039,10540&amp;amp;RawValues=&amp;amp;Redirect=http://ad.adnetwork.com.br/mfa/go/img/;s=7;c=2607;a=150;l=180;p=6;sc=22374;n=bRykjWv,beKxucNdAooi" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Bradesco encerrou o ano passado como a marca mais valiosa do país, repetindo o feito do ano anterior, segundo pesquisa da consultoria Brand Finance divulgada nesta terça-feira. A marca está avaliada em R$ 16,265 bilhões. Em seguida, o ranking traz outros dois bancos: o Itaú, cuja marca é avaliada em R$ 11,814 bilhões, e o Banco do Brasil, em R$ 7,415 bilhões. Enquanto o Itaú subiu quatro posições (o banco estava em sexto em 2007), o BB caiu uma, perdendo a vice-liderança. A Petrobras, maior empresa listada na Bolsa de Valores de São Paulo, subiu da oitava para a sétima posição, com sua marca avaliada em R$ 5,904 bilhões. A Vale, maior companhia privada da Bovespa, avançou do 16º para o 11º lugar, tendo sua marca atingido o valor de R$ 4,086 bilhões.&lt;br /&gt;Veja o ranking das marcas mais valiosas (em R$ bilhões)&lt;br /&gt;Bradesco - 16,2652.&lt;br /&gt;Itaú - 11,8143.&lt;br /&gt;Banco do Brasil - 7,4154.&lt;br /&gt;Volkswagen - 6,6295.&lt;br /&gt;AmBev - 6,3986.&lt;br /&gt;Vivo - 5,9347.&lt;br /&gt;Petrobras - 5,9048.&lt;br /&gt;General Motors / Chevrolet - 5,8749.&lt;br /&gt;Oi / Telemar - 5,47410.&lt;br /&gt;Fiat - 5,075&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-8824911428731346253?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/8824911428731346253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=8824911428731346253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8824911428731346253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/8824911428731346253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/04/bradesco-mantem-se-como-marca-mais.html' title='Bradesco mantém-se como marca mais valiosa do país; BB cai uma posição'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdvSPDeUvYI/AAAAAAAAARM/8HChl0T9p94/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-655451296790163599</id><published>2009-04-07T14:09:00.000-07:00</published><updated>2009-04-07T15:37:08.144-07:00</updated><title type='text'>SE QUEM ME CONHECE NÃO ME QUER MAIS, QUEM HÁ DE QUERER?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdvBzZf1E3I/AAAAAAAAARE/OxcNq073cjE/s1600-h/Ã©tica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322060473430250354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 126px; CURSOR: hand; HEIGHT: 114px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdvBzZf1E3I/AAAAAAAAARE/OxcNq073cjE/s400/%C3%A9tica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="7567026293393718894"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://marquesi-newsletter.blogspot.com/2009/04/se-quem-me-conhece-nao-me-quer-mais.html"&gt;Se quem me conhece não me quer mais, quem há de querer?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LXptUVxw5pI/SdvAhLjut7I/AAAAAAAABIo/nONSFb8Zm1o/s1600-h/Ã©tica.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Tem sido intensa, nos últimos anos, a migração de profissionais para o segmento de consultoria. Essa busca pela atividade é uma tendência e se deve ao fato de o mercado constantemente receber executivos qualificados, geralmente na faixa dos 50 anos, em busca de uma segunda carreira após desligamentos provocados por fusões, aquisições, enxugamento de postos de trabalho ou demissão por motivo de faixa idade mais avançada. Com 39 anos de vivência no segmento, Luiz Affonso Romano, presidente do Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO), professor e consultor da Fundação Getulio Vargas e coordenador e professor do Curso Capacitação em Consultoria, inspirou-se na situação para escrever este ensaio, que reproduz um encontro real com um executivo, o nome é fictício, com pouco mais de 50 anos, que procurou o aconselhamento do consultor após ter sido informado pela empresa que o desligamento por tempo de serviço não se daria mais aos 55 anos, e sim dali a alguns meses. O primeiro diálogo com o executivo, na jovialidade dos 50 anos, está retratado a seguir:Consultor – O que você pensou e sentiu quando foi avisado?Executivo – É que chego aos cinqüenta capitalizado em saber, maduro, com um MBA, apartamento próprio, casa na praia, poupança, plano de previdência, cargo na alta direção, enfim, tudo a que tinha direito... Além disso, no setor, conheço quem importa e interessa e sou reconhecido pelo nome.Consultor – Ótimo, e a saúde? Executivo – A pressão às vezes escapole e o colesterol está um pouco acima do normal – nada grave. Faço lá meus exercícios e ando quando posso, quando não estou viajando.Consultor– Bem, e como vão os contatos sociais?Executivo – Pois é, estou no primeiro casamento . De quando em vez, ainda vamos ao teatro e cinema. Acho que me comunico bem com as pessoas, com os companheiros do clube, por exemplo. Aliás, até escuto mais do que falo e acho que estou por dentro do que ocorre no mundo. Tenho dois filhos cursando a universidade.Consultor – Educação?Executivo – Preparei–me e fui bem preparado pelos meus pais. Estudei em, bons não, ótimos colégios particulares; inglês, etc. Aulas de judô para diminuir a agressividade... Formei–me em Engenharia – era bom com os números –, fiz estágios diversos e acabei por ser efetivado numa multinacional. Daí, fui ficando por lá, fazendo carreira. Acabei por alcançar a Diretoria Financeira, na qual estou até hoje...Consultor – Como será a dispensa?Executivo – Prometeram-me ajuda na recolocação. Indenização e salário de 6 meses, seguro médico... Mas se a empresa que me conhece há mais de vinte anos não me quer mais, quem há de querer?Consultor – E quando se dará o desligamento?Executivo – Acho que daqui a um ano. Por isso estou aqui, preciso dos seus conselhos O que faço agora?Consultor – E até agora, após a notícia, o que você fez em relação a isso?Executivo – Fiquei meio que paralisado. Engraçado, não havia pensado nisso antes. Imprudência, é claro, pois havia de ocorrer algum dia. Mas achava que daria um jeito de permanecer mais tempo, após os 55. Afinal, eles precisavam de mim – não tem ninguém com minha experiência. Comuniquei a minha mulher– que ficou bastante preocupada, embora não quisesse revelar e conversei com o meu gerente, mais moço um ano que eu, que ficou atordoado. Consultor – Por quê?Executivo – É que ele é meio pessimista e pensou no daqui a dois anos e demonstrou as suas preocupações. Disse-me: "Não tenho casa na praia e ainda pago pensão a minha primeira mulher, dois filhos com a primeira e um com a segunda. Acabei por parar meu MBA – a empresa só pagava parte. E mais, sou meio sedentário, hipertenso, vivo de casa para o trabalho e vice–versa. Minha diversão é a televisão e fazer contas para pagar gás, luz, condomínio, pensão, escola, plano de saúde, previdência, prestações do carro, TV plana... haja carnê! Enfim, ficou assustado.Consultor – E você? Executivo – Bem, disse a ele que, com mais tempo que eu, tratasse de correr. Quanto a mim, tenho uma larga experiência na área de Finanças. Daí que agora estou propenso a procurar uma oportunidade em Consultoria, na área financeira. É cedo para só ver o sol se pôr, ser babá de neto – que nem os tenho –, fazer compras no mercado ou dar milho aos pombos, como dizia Raul Seixas.Consultor – Ótimo, mas como acha que o mercado o percebe?Executivo – Acho que sou visto como um bom executivo de finanças, atualizado, com os cursos em dia, leio bastante acerca da área e participo de um comitê. Mas uma coisa é a competência técnica, na área financeira – o que, por si só, não me credencia a trabalhar em Consultoria. Vou precisar, antes, conhecer as diversas facetas dessa atividade, e até mesmo saber se é isso mesmo que desejo.Consultor – E como você crê que é e será lembrado?Executivo – Sou conhecido como Nestor da WYZ, o nome do crachá. Além de não ter trabalhado o meu nome real – a minha marca –, não me afastei do enredo traçado pelos meus pais e por mim e cantei a mesmíssima música por 20 anos. Agora, vejo com nitidez que perdi a possibilidade de dirigir a minha vida, tornei–me vulnerável a mudanças.Consultor – É que é mais cômodo e fácil ser dirigido. No entanto, você não começa do zero. Trará a memória idéias e projetos que aprovou ou não, teorias e práticas, padrões, exceções e modismos gerenciais e quem sabe, fazer a conversão de forma planejada, com um bom plano de trabalho, revendo conceitos e premissas . Formatará um rico banco de dados, bem segmentado – companheiros, fornecedores, clientes, bancos, seguros, governos, advogados, para se apresentar ao mercado de forma articulada e convincente, no momento oportuno.Executivo – Mas como fazer isso? Vou ter que aprender tudo de novo aos cinqüenta anos?Consultor – Esquecemos que o cérebro quanto mais estímulos recebe mais capacitado está para fazer uma grande dobradinha com a experiência. A maturidade passa a ser um trunfo. O Niemeyer, por exemplo, não abandonou o trabalho e é um exemplo para todo mundo. Agora, aos cem anos, sabe mais e cria mais do que um jovem ou, digamos, um novo idoso de cinqüenta. Executivo – É, tem razão. Eu, por exemplo, não me surpreenderia com os subprimes, os indícios estavam à vista, como estão hoje os excessos nas vendas dos carros por aqui. Sou experiente e já enfrentei inflação de 5.000%, arrochos, moratória, congelamentos, desvalorizações... Para quem está maduro, isso é café pequeno, principalmente, para os que também leram os capítulos certos dos livros de economia e de gestão.Consultor – Certo, apenas você terá que aprender, talvez, a se programar e dirigir melhor a sua carreira, redirecionando–a.Executivo – Parece–me uma boa idéia. Quando começamos o programa para a Consultoria? Consultor – Pelo início. Adotaremos o seu próprio nome e sobrenome, o de batismo, o da certidão de nascimento. Escolha, preferencialmente, o primeiro, que por acaso não é comum, e o último sobrenome. Será uma bela placa.Executivo – Ótimo, mas não posso ainda usá–la pela minha posição na empresa. O contrato impede–me e estou negociando empréstimo, contatos com o governo, importações de insumos e matéria–prima, analisando a exportação de produtos de alto valor agregado. A situação pode ser explorada pela concorrência. Estou retido ainda no atropelo das minhas atribuições.Consultor – Boa conduta. Vamos traçar um plano de vida e trabalho e aprender a dirigi–la. Vamos analisar o que você sabe e o que fará com que sabe e o que ainda vai agregar de novo. Lembre-se, o futuro é filho do passado.Executivo – Muito bem. Acho que podemos iniciar já. Afinal, tenho pressa, só me resta um ano.Consultor – Pois então, iniciemos com um Plano de Vida e Trabalho para os próximos dez anos. Assim, discutiremos à exaustão como você se vê, como crê que os outros o vêem, como o mercado o enxerga, como você gostaria de ser visto, como montar a rede de contatos, os bons hábitos da comunicação, o grau da sua visibilidade, da sua exposição, aprendendo a se apresentar, a ensaiar o improviso, saber ouvir e saber perguntar é importante, intervir na hora certa... Em Consultoria, por exemplo, a primeira reunião, de contato com o cliente, é sempre importante, assim como tudo aquilo que você deve saber antecipadamente sobre ele, e também, como poderá ajudá–lo a superar problemas e dificuldades. Sempre é bom indagar de quanto tempo dispomos nas apresentações; ser conciso e não levar adiante um trabalho que não saiba como fazê–lo... Além disso, terá que avaliar se há informações suficientes para elaborar uma boa proposta para as duas partes, qual o instrumento de trabalho que utilizará na intervenção, se ela exigirá um período de treinamento ou não, quais as mudanças pretendidas, como avaliar seus resultados. Quais foram as razões para a contratação, como elaborar o diagnóstico e o Plano de Trabalho, quais são os fatores críticos, quando e como apresentar os relatório. A implementação, o acompanhamento e a tão aguardada recontratação. O mercado, quem são os clientes tradicionais e os novos, as formas de atuação dos consultores, o marketing de serviços, as formas de atuação em consultoria...Como aprender tudo isso? Ora, por isso mesmo estamos nós dois a conversar. Quem sabe, após o nosso programa, lá na frente, poderá contemplar, com tranqüilidade e satisfação, que ultrapassou, capitalizado em saber, experiente e com uma rede de relacionamento esmerada, os desafios do 2ª trabalho, que achava insuperáveis. E que consegue se manter fora do mundo do emprego, da carteira assinada.Perceberá então que aprendeu, principalmente, que as ocorrências do amanhã serão certamente encaradas com serenidade e até bom humor, porque já dominará a arte de planejar e dirigir a “segunda” vida com mais qualidade, satisfação e auto–crescimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim, vamos lá, Nestor, mãos à obra&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;.Luiz Affonso Romano é consultor organizacional e de pessoas há 30 anos e professor do Curso Capacitação em Consultoria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="mailto:laromano@ibco.org.br"&gt;laromano@ibco.org.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;12 de dezembro de 2008 às 16:01Leia na integra pelos sites ....&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.administradores.com.br/"&gt;http://www.administradores.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.institutomvc.com.br/"&gt;ht://www.institutomvc.com.br/&lt;br /&gt;&lt;div&gt;http://marketnewseb.blogspot.comtp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://blig.ig.com.br/"&gt;http://blig.ig.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-655451296790163599?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/655451296790163599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=655451296790163599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/655451296790163599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/655451296790163599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/04/sequem-me-conhece-nao-me-quer-mais-quem.html' title='SE QUEM ME CONHECE NÃO ME QUER MAIS, QUEM HÁ DE QUERER?'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdvBzZf1E3I/AAAAAAAAARE/OxcNq073cjE/s72-c/%C3%A9tica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-3102211983041418534</id><published>2009-04-06T04:48:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T04:50:39.982-07:00</updated><title type='text'>FMI pressiona leste da UE a adotar o Euro.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdnsijUVqoI/AAAAAAAAAQ8/gR27IKEQSNU/s1600-h/mf2_90x90_170708.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321544513055206018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 90px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdnsijUVqoI/AAAAAAAAAQ8/gR27IKEQSNU/s400/mf2_90x90_170708.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/financial/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Estados da União Europeia atingidos pela crise na Europa central e oriental deveriam considerar abrir mão de suas moedas em favor do euro mesmo sem se juntarem formalmente à eurozona, de acordo com o Fundo Monteário Interncional.A eurozona poderia afrouxar suas regras de adesão para que os países pudessem entrar como semimembros, sem cadeiras no conselho do Banco Central Europeu, diz o fundo."Para os países da UE, a euroização oferece os melhores benefícios para resolver o acúmulo de dívida em moeda estrangeira, removendo a incerteza e restaurando a confiança.""Sem a euroização, alguns países teriam de fazer uma contenção de gastos massiva para lidar com a dívida em moeda estrangeira, contra uma resistência política crescente".A divulgação do relatório confidencial, preparado há cerca de um mês, pode reacender o debate violento em relação às estratégias de assistência para a Europa central e oriental.Ainda que os líderes globais tenham elogiado o sucesso da cúpula do G20 na semana passada, os desafios da Europa oriental continuam existindo. Em meio a uma recessão que se aprofunda, Ucrânia e Latvia, dois Estados que já estão em programas do FMI, recentemente recusaram-se a aprovar as reformas exigidas pelo FMI. Um terceiro país, a Hungria, está com dificuldades para criar um governo capaz de implementar as reformas.O relatório do FMI foi compilado para apoiar uma campanha de Reconstrução e Desenvolvimento do Fundo, do Banco Mundial e do Banco Europeu para persuadir a UE e os Estados do leste europeu a apoiarem uma estratégia anti-crise de amplitude regional, incluindo um fundo de resgate regional. A campanha fracassou em meio a uma oposição generalizada tanto dos Estados do oeste quanto do leste europeu.Membros da eurozona também são contra facilitar as regras de entrada no grupo, assim como o BCE.O FMI, que prevê um declínio de 2,5% n produto interno bruto regional em 2009, estima que a "Europa emergente" - incluindo a Turquia - precisará rolar US$ 413 bilhões de dívida externa que vencem em 2009 e cobrir US$ 84 bilhões em dívidas de conta corrente projetadas.O relatório estima que o "abismo financeiro" - dinheiro que as instituições financeiras internacionais, a UE e os governos precisarão - será de US$ 123 bilhões este ano e US$ 63 bilhões no próximo, ou seja, US$ 186 bilhões no total.A maior parte disso poderia vir do FMI. Mas o relatório diz que "até US$ 105 bilhões" teriam de vir de outras fontes, inclusive da UE. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-3102211983041418534?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/3102211983041418534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=3102211983041418534' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3102211983041418534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/3102211983041418534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/04/fmi-pressiona-leste-da-ue-adotar-o-euro.html' title='FMI pressiona leste da UE a adotar o Euro.'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdnsijUVqoI/AAAAAAAAAQ8/gR27IKEQSNU/s72-c/mf2_90x90_170708.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-9009135971757551644</id><published>2009-04-03T15:01:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T15:04:56.822-07:00</updated><title type='text'>BOVESPA  EM  ALTA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdaIA8fbyPI/AAAAAAAAAQ0/FDmTBBVb2bo/s1600-h/link.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320589559604168946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdaIA8fbyPI/AAAAAAAAAQ0/FDmTBBVb2bo/s320/link.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Saldo estrangeiro na Bolsa atinge R$ 1,44 bi e é o melhor em quase um ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bn.uol.com.br/event.ng/Type=click&amp;amp;FlightID=61145&amp;amp;AdID=165532&amp;amp;TargetID=3805&amp;amp;ASeg=&amp;amp;AMod=&amp;amp;Segments=23,72,103,105,138,231,244,279,334,385,465,500,1962,2339,2409,2412,2414,2462,2515,2649,2881,2931,3172,3173,3527,4306,4344,4986,5582,5705,6252,6259,6291,6306,6315,6343,6382&amp;amp;Targets=3805,7334,3760,7871,2578,3329,7893&amp;amp;Values=31,51,60,85,100,110,150,200,204,228,277,311,345,349,356,357,373,379,382,388,409,484,592,642,958,959,998,1004,1039,10540&amp;amp;RawValues=&amp;amp;Redirect=http://ad.adnetwork.com.br/mfa/go/img/;s=7;c=2601;a=150;l=180;p=5;sc=3677;n=cutonkb,beKnbxansrgl" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Pelo segundo mês consecutivo, o investidor estrangeiro atuou com mais intensidade na ponta compradora da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O saldo de negociação direta fechou o mês de março positivo em R$ 1,44 bilhão, melhor resultado desde abril do ano passado. Com isso, o saldo no acumulado do ano passa a ser positivo em R$ 1,33 bilhão.De acordo com a Gradual Investimento, o retorno do investidor estrangeiro reflete o arrefecimento da crise de confiança, seguindo medidas sem precedentes tomadas por governos e bancos centrais para conter a crise de crédito.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/04/03/ult2283u1709.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Lula propõe substituir dólar por real e yuan em comércio &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/04/03/ult4294u2436.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Vendas de veículos no Brasil saltam 36% e batem recorde&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/reuters/2009/04/03/ult29u66754.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Desemprego nos EUA atinge maior taxa desde 1983&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2009/04/03/ult1913u104512.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Congresso dos EUA aprova Orçamento de mais de US$ 3 tri&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Fora isso, a política monetária expansionista de muitos países desenvolvidos para tentar debelar a recessão jogou para praticamente zero a rentabilidade dos títulos de renda fixa. Com isso, é natural que alguns gestores voltem a ter o Brasil no radar como opção de investimento.Mas, por ora, os economistas da Gradual acreditam que ainda é cedo para afirmar que esta seja uma tendência. Os riscos ainda são altos para o estrangeiro aplicar no país. O exemplo dado é a taxa de câmbio, que ainda não tem tendência definida, e é fator crucial para a tomada de qualquer decisão de investimento. " No entanto, é interessante notar, com certo alívio, que a bolsa está sendo vista com bons olhos de novo. " A compra líquida de ações durante o mês passado ajuda a explicar o desempenho positivo do Ibovespa no período. O principal índice da bolsa brasileira acumulou alta de 7,18% em março, melhor desempenho mensal desde abril de 2008.No mês passado, os não residentes efetuaram compras no valor de R$ 30,908 bilhões, enquanto as vendas somaram R$ 29,467 bilhões.(Eduardo Campos  Valor Online) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2043486412645432791-9009135971757551644?l=professordutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professordutra.blogspot.com/feeds/9009135971757551644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2043486412645432791&amp;postID=9009135971757551644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/9009135971757551644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2043486412645432791/posts/default/9009135971757551644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professordutra.blogspot.com/2009/04/bovespa-em-alta.html' title='BOVESPA  EM  ALTA'/><author><name>PROFESSOR DUTRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00581542677306242754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_wt-xl4kEWmE/R9L9WYESkPI/AAAAAAAAAAk/2p4xfaY-W9Q/S220/images.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/SdaIA8fbyPI/AAAAAAAAAQ0/FDmTBBVb2bo/s72-c/link.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2043486412645432791.post-7957888618794771851</id><published>2009-03-29T15:21:00.000-07:00</published><updated>2009-03-29T16:01:34.424-07:00</updated><title type='text'>“  PROGRAMA PARA ADIAR O CRESCIMENTO  “</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sc_1hNmj4kI/AAAAAAAAAQs/JjwWwcLa6Ck/s1600-h/newsFoto04_3060.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318739635883729474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 114px; CURSOR: hand; HEIGHT: 104px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wt-xl4kEWmE/Sc_1hNmj4kI/AAAAAAAAAQs/JjwWwcLa6Ck/s320/newsFoto04_3060.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado no DCI, 
